Por que demoramos tanto? por sonhos_loucos

Ressaca, dor de cabeça e confusão.

 

A minha cabeça estava latejando e parecia que uma escola de samba se apresentava dentro dela. Meus olhos estavam pesados, o estomago embrulhado e um gosto horrível na boca. Sem contar que tive um sonho idiota com a Maria Fernanda. Abri meus olhos aos poucos, até me acostumar com a claridade. Olhei em volta tentando me situar...

Uma garrafa de uísque, várias latinhas de cerveja, uma garrafa de tequila pela metade jogada no chão. Roupas espalhadas por toda a sala e muitas minhas inclusive. Arregalei meus olhos ao olhar para o meu próprio corpo e ver que estava totalmente nua. Nesse momento uma enxurrada de flashes invadiu a minha cabeça. Levantei em um pulo do carpete e meu mundo caiu quando vi que Maria Fernanda estava deitada de bruços, os cabelos cobriam o rosto e ela esta completamente...

- Nua?  - minha cabeça girou.

Comecei a entrar em desespero e mais memorias vieram, me deixando a beira de um ataque cardíaco. Coloquei minhas mãos em minha cabeça e não conseguia acreditar que aquilo era mesmo real.

- Não, não, não... – a idiota dormia feito pedra. – Não... Garota... – a cutuquei com o pé e ela nem ao menos se moveu. – Maria Fernanda? – a sacudi. – Acorda! – dei um berro e ela acordou atordoada.

- Onde é o incêndio? – passou a olhar para todos os lugares, mas parou ao sentir a cabeça e fez uma careta. – Quem me atropelou? – somente aí ela me olhou. – Alice? – sua feição era de pura confusão, mas de repente mudou. Ficou me olhando dos pés a cabeça. – Nossa...

- Sua idiota... Eu não... – somente nesse momento caiu a ficha do porque ela estava olhando daquela forma. Mais do que depressa peguei dois travesseiros sobre o sofá e cobri meus seios e meu sexo. – Sua pervertida! – ela sorriu de canto, ficando de pé. Sem vergonha alguma de sua nudez. Virei meu rosto para não ver aquilo.

- Deixa de ser tímida... – ela riu. Como ela podia rir em uma situação como essa?

- Idiota! – fechei meus olhos e virei para ela. Ao menos achava que sim. – Você se aproveitou de mim!

- Eu me aproveitei de você? – ela gargalhou como se eu tivesse contado a melhor piada do mundo. – Tá de brincadeira Alice?!

- É claro que se aproveitou! – gritei e minha cabeça doeu. – Como pode? Eu nunca... Ai, meu Deus... Eu nunca fiz isso... Eu...

- Para de berrar, Alice! Vai estourar meus tímpanos. – podia sentir que ela havia revirado os olhos. – E pra quem nunca... Fez isso com uma mulher... Você bem que sabe usar a língua e os dedos muito bem... – senti a minha face esquentar ao lembrar do que ela acabou de dizer. Maria Fernanda soltou uma risadinha e aquilo me deixou ainda mais furiosa.

- Sua pervertida! Eu vou acabar com você! – tentei chegar perto dela, mas a idiota correu. Ficou atrás do sofá.

- Deixa de ser ridícula, Alice. – apontava o dedo para mim. – Você sabia muito bem o que estava fazendo. Para de bancar a maluca.

- Sua vadia! – me joguei sobre o sofá para tentar bater nela, porém ela foi mais rápida. Foi quando a campainha tocou, para logo em seguida ouvirmos o barulho da fechadura.

- Vem... Idiota! – ela saiu me puxando até um quarto, abriu e nós duas entramos. Ela voltou a me olhar daquele jeito e eu esqueci que havia deixado os travesseiros cair. – Espera... Aqui...  – falou, desviando o olhar. Fernanda entrou no que parecia o banheiro e saiu de lá com uma toalha em volta do corpo e outra na mão. – Não sai daqui. – ela evitou me olhar.

- Nanda? Amor? – revirei meus olhos ao me dar conta de quem era. A pobretona que estava com o Leandro.

- Fica quieta! – ela me jogou a toalha sem ainda me olhar e saiu antes que eu pudesse dizer qualquer coisa.

Olhei em volta e até que o quarto da sem graça era bonito. Cama grande, uma tevê enorme, um guarda-roupa espaçoso, uma escrivaninha com notebook e um abajur. Varias prateleiras com muitos títulos de livros. Olhei cada um e muitos eu já havia lido. Um mural de fotos e muitas estava ela e os pais. Ela e a sem sal da ex-namorada traidora. Peguei as fotos que as duas estavam juntas e fiz picadinho. Joguei tudo em cima da escrivaninha, mas eu queria mesmo era fazer isso com a cara daquela vadia.

Havia um espelho enorme, me aproximei e como ainda estava nua, passei a me olhar e quase tive um treco ao observar meu corpo: arranhões na barriga e costa. Chupões pelo meu pescoço e colo. Eu lembrava de cada segundo da noite anterior. Meu corpo estava ficando acesso somente em pensar naquilo.

“Era só o que me faltava. Deus, eu transei como uma mulher e pior ainda com a Maria Fernanda. E eu... Gostei. Não, não, não... Alice... Você tá ficando doida. Tá certo que ela tem uma língua maravilhosa, mas... Aiiiiiiiiiiiiiiii!”.

Esperei cerca de dez minutos e não aguentei mais os gritos que vinham da sala. Enrolei-me na toalha e sai de fininho do quarto. Não fiz barulho até chegar à sala e ver a fulana que traia a Maria Fernanda e pegava meu namorado. A pobretona estava de costa para mim e a sirigaita ainda não havia me visto.

- Nanda... Por favor... – a puta estava em prantos. Revirei meus olhos. – Me perdoa... Eu tive que fazer aquilo... Eu...

- Cala essa boca, Jessica. – Maria Fernanda gritou. – Eu não quero mais saber de você! Acabou porra! – a primeira vez que via ela daquela forma. A senhorita certinha sabia chamar palavrão.

- Amor... Eu te amo... – ela tentou chegar perto da Maria, mas a mesma não permitiu.

- Ama? – soltou uma risada debochada. – Que linda forma de demonstrar... Sai da minha casa sua puta...

- Fernanda... Eu faço qualquer coisa... – Fernanda passou a mão sobre o cabelo. – Eu juro que só fiz aquilo para eles não desconfiarem... Me perdoa... Eu nem gosto dele...

- Você só tá piorando tudo, Jessica...

- Amor... Volta pra cama... – abracei a Maria por trás e adorei ver o rosto distorcido da namoradinha do Leandro.

- O que é isso? – ela estava olhando de Maria Fernanda para mim. – Que merda é essa? Você tá dormindo com a patricinha? – gargalhei. Que lindo! Pelo o que parece andaram falando sobre mim.

- Não pode? Você tá transando e brincando de namoradinhos com o meu namorado... – a garota ficou pálida. – Se eu soubesse que a Maria era tão gostosa, teria virado amante dela há mais tempo... – sorri falsamente. Aquela piranha iria me pagar bem caro e depois seria a vez do Leandro. – Essa mulher acabou comigo... – mostrei as marcas.

- Que história é essa? – a pergunta da mosca morta saiu quase em um sussurro.

- É simples, minha querida... – eu falava com uma calma que estava longe de sentir. Minha vontade mesmo era de encher a cara dessa piranha de bolacha e mandar arrancar o pinto do Leandro. – Já que você e o meu lindo namorado podem trepar, a gente decidiu que também tem esse direito... – Maria Fernanda estava totalmente muda. Me olhava como se não me reconhecesse.

- Não acredito nisso... – ela começou a chorar. Pode isso? As vitimas aqui somos nós.

- Tenha um pingo de dignidade, garota... – sai detrás da Maria. – Nem eu que fui chifruda esse tempo todo estou chorando. Agora me dá essa chave aqui e cai fora...

- Eu não vou a lugar algum... – ela me fuzilou com os olhos.

- Tem certeza?

2 minutos depois...

- Me larga sua louca...

- Cala essa boca... – empurrei ela no hall. – Não apareça mais aqui. – as pessoas que passavam ali me olhavam como se eu fosse alguma louca. Eu não as culpava, afinal estava somente de toalha. – Ei? – o porteiro me olhou.

- Sim senhora... – adorava o poder de intimidar as pessoas.

- Não deixa essa mulherzinha entrar aqui nunca mais...

- Sim senhora...

- Isso não vai ficar assim, sua esnobe... – a olhei dos pés a cabeça.

- Não vai mesmo...

Dei as costas para ela e entrei no elevador junto com dois garotos que estavam quase babando. Voltei para o apartamento da Maria com um desejo assassino de chegar em casa e encontrar o Leandro.

- Posso tomar um banho e pegar umas roupas emprestadas? – perguntei a Maria que estava no sofá. Parecia em outro mundo.

- Claro... Fica a vontade. – ela levantou. Percebi seus olhos vermelhos. – Vou tomar banho no banheiro do corredor... – saiu igual zumbi.

Eu sabia como ela estava se sentindo, afinal eu gostava do Leandro. Entrei no banheiro, deixei a água fria acalmar os meus neurônios. Somente naquele momento me permiti chorar e não foi pouca coisa. Toda a avalanche de acontecimentos das últimas horas passaram a me atormentar. Eu não conseguia acredita no quão imbecil e cega fui naquele relacionamento. Quanto tempo ele tinha outra? Tudo foi mentira?

Depois de quase meia hora, sai do banho e fui procurar algo para vestir. Encontrei algumas calcinhas ainda no plástico, um short desfiado e uma camiseta branca. Peguei um dos óculos da pobretona, fiz um coque e sai do quarto. Chegando a sala, vi que ela estava jogada no sofá em sono profundo. O roupão aberto, me fazendo desviar o olhar. Peguei as minhas roupas pelo chão, ficando com a face quente pelo motivo que elas estavam ali. Achei meu celular, que havia desligado na noite anterior, e coloquei no bolso. Deixei um bilhete falando dos óculos.

Peguei um taxi em frente ao prédio, disse o endereço para o motorista e me acomodei no banco. Liguei meu celular e no mesmo momento ele passou a apitar e vibrar feito louco. Desbloqueei a tela e havia várias mensagens de ligações recebidas e de texto do Leandro. Apaguei tudo e coloquei o aparelho no silencioso até chegar em casa.

- Alice? Onde esteve... – meu pai me perguntou assim que entrei na sala.

- Na Maria Fernanda... – falei e fui subindo as escadas.

- Filha, como... – não o deixei terminar e apressei os passos. Eu só queria me jogar em minha cama e esquecer que tudo isso aconteceu.

E foi exatamente isso que eu fiz, me joguei na cama e apaguei em poucos minutos. Apenas desci para as refeições e para ouvir meu pai dizer que iria chamar a Maria Fernanda para um almoço amanhã. Ele tentou mais algumas perguntas, mas sem sucesso. Voltei para o meu quarto e ignorei todas as chamadas do Leandro. Peguei uma caixa e separei os ursos, bilhetes, fotos e joias que ele havia me dado nesse tempo que ficamos juntos. Chorei bastante, confesso, afinal querendo ou não, eu amava aquele cafajeste. Demorei a pegar no sono e dormi me perguntando se a pobretona estava bem.

“Que te importa?”. Uma voz gritou em meu pensamento.

Domingo, 13 de março de 2016.

Acordei quase meio dia, fiz minha higiene, troquei de roupa e desci com a caixa em mãos. Maria Fernanda e meu pai conversavam na sala. Ela me olhou por breves segundos, mas logo desviou. Notei uma pequena mancha roxa em seu pescoço e quase engasguei com a minha própria saliva.

- A bela adormecida decidiu dar o ar da graça... – meu pai levantou e me abraçou. – E isso?

- Vai pro fogo... – dei de ombros. – Oi Maria Fernanda... – sua feição estava triste.

- Oi Alice... – ela foi educada. Pela primeira vez na vida eu não senti vontade de fazer uma piada ou trata-la mal.

- Oh, milagres acontecem... – olhamos para o meu pai. – Não vai ter xingamento ou discussão? – ele estava muito surpreso.

- Dessa vez não Arnaldo. – ela deu um sorriso fraco.

- Vocês tem muito a que me explicar... – nos olhou desconfiado.

“O senhor não faz ideia”.

- Venham almoçar... – Ângela chamou.

- Já me junto a vocês...

Sai da sala, passei na cozinha e peguei álcool e um isqueiro. Fui para o quintal da casa e coloquei a caixa no chão. Fiquei algum tempo olhando para cada objeto, mas eu precisava ser forte. Despejei metade da garrafa de álcool e ateei fogo. Vi tudo se devorado pelas chamas e aquilo que eu achava ser verdadeiro também. Andei sem pressa até a mesa que meu pai mandou por em uma cobertura no meio do quintal e próxima a algumas árvores. Sentei e ele me olhava bastante curioso.

- Brigou com o namorado? – Maria Fernanda me encarou. Por um momento fique perdida nos castanhos claros, mas me dei um tapa sem mão ao perceber o que estava fazendo.

- Ainda não... – mas, deixa ele aparecer.

- Alice! – senti minha espinha gelar ao ouvir aquela voz. Maria Fernanda me olhou e depois virou para ver a pessoa que se aproximava. - Amor... Precisamos conversar... – levantei no mesmo momento e andei até ficar de frente para ele.

- Nunca mais na sua vida de bosta me chama de amor... – falei entre dentes.

- Alice, você precisa me escutar... Por favor. – ele tentou pegar em minhas mãos, mas eu não permiti.

- O que tá acontecendo aqui? – meu pai perguntou.

- O que tá acontecendo é que esse idiota aí estava namorando a Alice e a minha namorada ao mesmo tempo... – Maria falou e eu vi os olhos de Leandro ganharem o dobro do tamanho.

- Que história é... – ele nem completou.

- Vai embora daqui... – falei com ódio. – Não quero mais te ver e menos ainda escutar qualquer explicação.

- Por que não vai pra casa da Jessica comer ela? – Maria levantou e recebeu um olhar mortal de Leandro. – O que foi? Segundo ela, você era apenas uma forma de esconder do que ela realmente gosta... Mas, eu tô louca pra saber qual é a sua explicação... – ela sentou e cruzou as pernas.

- Isso é mentira! Ela me ama, por isso está comi... – quando se deu conta do que falou, me olhou imediatamente.

- Seu filho da puta... – peguei o peixe assado que estava sobre a bandeja e joguei bem na cara dele. Maria soltou uma gargalhada e até meu pai também. – Espero que você e aquela chupadora de vagina sejam muito felizes... – arremessei um prato e esse acertou bem na testa. – Cai fora daqui...

- Eu vou voltar Alice... – ele falou entre dentes e com as mãos sobre o lugar que sangrava. - Isso não vai ficar assim...

- Mas, não vai mesmo... Se manda seu otário... – Maria Fernanda ameaçou de jogar a bandeja, mas o mentiroso saiu correndo.

Sentamos e olhamos para o meu pai e ele estava vermelho de tanto que ria da situação. Passado algum tempo, ele parou e pediu explicação sobre o ocorrido. Contei a ele, menos a parte que Maria Fernanda e eu... Bem... Vocês sabem.

Como estragamos o almoço, fomos obrigados a comer alguns sanduiches que a Ângela fez. Deixei meu pai com a certinha, que já não merecia mais esse apelido, e subi para tomar outro banho. Enchi a banheira, liguei o pequeno aparelho de som que estava ali e deixei minha mente me levar aonde quisesse.

Stay With Me

(Fique Comigo)

 

 

Guess it's true

I'm not good at a one night stand

But I still need love

'Cause I'm just a man

 

Acho que é verdade

Não sou bom em casos de uma noite só

Mas eu ainda preciso de amor

Pois sou apenas um homem

 

 

 

These nights never seem to

Go to plan

I don't want you to leave

Will you hold my hand?

 

Parece que essas noites

Nunca vão de acordo com os planos

Eu não quero que você vá embora

Pode pegar a minha mão?

 

 

 

Oh, won't you stay with me?

'Cause you're all I need

This ain't love, it's clear to see

But darling, stay with me

 

Oh, por que você não fica comigo?

Pois você é tudo o que eu preciso

Isso não é amor, está bem claro

Mas amor, fique comigo

 

 

 

Why am I so emotional?

No, it's not a good look

Need some self control

 

Por que estou tão emotivo?

Não, não dá pra ficar assim

Preciso de auto-controle

»«

And deep down, I know this never works

But you can lay with me so it doesn't hurt

 

E lá no fundo eu sei que isso nunca funciona

Mas você pode deitar aqui comigo para que não doa

 

 

Oh, won't you stay with me?

'Cause you're all I need

This ain't love, it's clear to see

But darling, stay with me

 

Oh, por que você não fica comigo?

Pois você é tudo o que eu preciso

Isso não é amor, está bem claro

Mas amor, fique comigo

 

 

 

Oh, won't you stay with me?

'Cause you're all I need

This ain't love, it's clear to see

But darling, stay with me

 

 

Oh, por que você não fica comigo?

Pois você é tudo o que eu preciso

Isso não é amor, está bem claro

Mas amor, fique comigo

 

 

Oh, won't you stay with me?

'Cause you're all I need

This ain't love, it's clear to see

But darling, stay with me

 

 

Oh, por que você não fica comigo?

Pois você é tudo o que eu preciso

Isso não é amor, está bem claro

Mas amor, fique comigo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Notas finais:

oie meus amores... saudades...

finalmente podendo postar algum cap....

mais um cap para as senhoritas...

obrigada às pessoas que leram e que tiraram um tempinho de seus dias corridos para comentar...  me deixam honrada...

Letícia Corrêa...

 

oie garotas...

nossa, agradecemos muito pela receptividade de toda.

quero agradecer a cada uma que comentou. Vocês são umas princesas.

bem-vindas e espero vê-las muitas vezes por aqui.

um beijo grande.

Luh Kelly



Comentários


Nome: Dkarol (Assinado) · Data: 24/01/2017 23:08 · Para: Capitulo 3 - Ressaca, dor de cabeça e confusão.

Cada capítulo mais maravilhoso que o outro e a cada capítulo vocês me fazem mais feliz, obrigado meninas. bjusss



Resposta do autor:

obriga a você minha linda... <3



Nome: lenna11 (Assinado) · Data: 18/01/2017 16:46 · Para: Capitulo 3 - Ressaca, dor de cabeça e confusão.

O primeiro passo já foi dado, duvido que elas se segurem de agora em diante , quando o momento é bom não tem bebida que faça esquecer!



Resposta do autor:

ah, vai ser dificil mesmo... 

Aly talvez se segure mais... rs

mas, já tá na mente e corpo de cada uma.



Nome: Rita (Assinado) · Data: 12/01/2017 15:29 · Para: Capitulo 3 - Ressaca, dor de cabeça e confusão.

Kkkk adorei! Ele teve o que mereceu. Eu ri muito. Ahhh a Alice e a Maria Fernanda foram fantásticas :)



Resposta do autor:

rsrsrsrs...

Aly inspirada em alguém loucona... acredite... a personalidade existe e mora no Mato Grosso... rsrsrsrsrrsrs



Nome: patty-321 (Assinado) · Data: 11/01/2017 23:01 · Para: Capitulo 3 - Ressaca, dor de cabeça e confusão.
Pega leso. Kkkk.

Resposta do autor:

kkkkkkk bem na testa...



Nome: laisl (Assinado) · Data: 11/01/2017 17:50 · Para: Capitulo 3 - Ressaca, dor de cabeça e confusão.

Oiia eu aqui de novo meninas. Desculpa-me, eu ia comentar no anterior só que acabei ficando sem tempo e quando fui comentar hoje vocês ja tinham postado esse. Mais uma estoria super interessante vindo de vocês duas. Amo as musicas que vocês colocam nos capitulos, eu li cantando elas. Será que a pobretona e a Patricinha vão começar a se tornar algo que elas antes não imaginavam graças aos seus conjugues? Bjs meninas de sua fã numero 1



Resposta do autor:

Oiiiiiiie sempre muito bom tê - la de volta.

Tudo certo linda, sei como seu tempo anda curto por

conta da Facul, mas que bom ter arrumado um tempinho

pra vir comentar aqui e isso nos deixa muito felizes...

maravilha que esteja curtindo a história e as músicas escolhidas...

SERÁ??? 

Beijoooo das autoras :)

Luh.



Nome: Laura Veigas (Assinado) · Data: 11/01/2017 16:56 · Para: Capitulo 3 - Ressaca, dor de cabeça e confusão.

Oi autoras. Muito bom o capítulo. Kkkkk você se aproveitou de mim. Olha as idéias de Alice. bj



Resposta do autor:

Oi moça

ótimo que tenha gostado.

Poise, na cabeça dela foi isso que aconteceu

mas bem que ela gostou. rsrsrsrs

Beijo

Luh.

 



Nome: Suzi (Assinado) · Data: 11/01/2017 16:23 · Para: Capitulo 3 - Ressaca, dor de cabeça e confusão.

Oii Meninas,

Tava ótimo o capítulo, já tinha visto jogarem água, cerveja, mas peixe e prato??? Kkkkkkk hilário.

Aline e Fê?! Boa combinação.

Bjss lindas,

 

Suzi



Resposta do autor:

Oiiie linda.

Que bom ter adorado...

E num é, Alice não deixou barato e jogou 

a primeira coisa que viu pela frente. rsrsrsr

é ALICE e Fê... e sim é uma ótima combinação.kkk

Beijos

LUH.

 



Nome: Naahdrigues (Assinado) · Data: 11/01/2017 15:08 · Para: Capitulo 3 - Ressaca, dor de cabeça e confusão.

Que dlç essas duas, por mais meninas como a Fernanda PF.

Parabéns moças, beijos.



Resposta do autor:

Que delicia é seu coment aqui...kkkk

Poise, iria ter muitas sapas felizes por aí. rsrsr

Valeu linda...

Beijos.

Luh.



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