Sunshine: esperança. por femarques


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CAPÍTULO 3:

 

SCOUTT

 

Não sei por onde andei esse tempo todo. Um ano é tempo demais. O que eu fiz desde dezembro do ano passado? Fui uma idiota, perdi tudo mais uma vez e fiquei sozinha, como sempre, eu me sentia em casa.

            Olhei a tela do meu celular pela milésima vez, já passavam das cinco de uma quarta-feira, e meu chefe, Oscar, estava enrolando para me atender.

            Consegui um emprego um mês depois que me formei, como editora auxiliar, em que trabalho basicamente revisando o material que chega até nós, a Seattle Publisher, corrigindo erros, escolhendo as formas em que esse material será apresentado e se será, caso seja bom o suficiente. Analiso o mercado e as melhores vias de publicação e lançamento.

            “Emma, pode entrar, por favor.”

            Me distraí do que estava pensando e olhei para a frente, com Mariah, a secretária de meu chefe, me chamando. Sorri para ela sem graça e a acompanhei até a sala enorme dele, que um dia seria minha, com certeza.

            “Emma! Minha editora preferida. Pode entrar.”

            Sorri para Oscar e me sentei de frente para ele e para sua mesa de vidro, maior do que ele realmente precisava. Toda vez que via essa mesa pensava em Mea nela, instantaneamente.

            “Emma, vamos conversar sobre o material que você me passou da Joan e o seu material. Quero lançar os dois.”

            “Isso é ótimo! Eu já revisei o material da Joan e podemos começar a fazer a análise de mercado...”

            Ele balançou a mão na minha frente, de um lado para o outro e me cortou. “Não, não, não. Primeiro sobre a Joan. O livro dela está em alta. Romances erotizados, com uma alma inocente e bondosa e outra completamente, como vocês jovens dizem?”

            Fiquei olhando para ele, sem entender.

            “Fodido, não é? Então. Esse tipo de romance vende. A escrita dela é jovem, elegante, vai vender como água. Demos sorte da agente dela nos escolher para publicar seu livro, mas com a exigência de ser uma grande publicação e publicidade, temos que escolher tudo certo para lançar esse livro. Portanto, contratamos o serviço de uma empresa de fora.”

            Dei de ombros, entendo a situação e a exigência. Se Joan e sua agente queriam alcançar mais pessoas do que o mundo dos leitores, tudo bem, que assim seja.

            “E quanto ao seu livro, Emma. Eu li o que você me passou e acho ótimo também. As pessoas adoram superação, e você contou a sua história muito bem, aliás, eu até sinto muito.”

            Dei uma risada baixa e concordei com a cabeça. “Tudo bem, Oscar.”

            “Quero publicar o seu material. Mas acho que você precisa de alguém para te ajudar com isso, financeiramente. Então, se você não tem nenhum agente por fora, quero contratar você. Nós fundiremos nosso lucro, quero uma porcentagem mínima no que vender, menor do que a que cobramos de quem lançamos normalmente. “

            “O senhor quer me agenciar?” Perguntei, olhando sem acreditar para Oscar, um senhor com o rosto coberto por rugas, os olhos pretos e os cabelos brancos e cacheados, muito bem cortados.

            “Claro!” Ele falou alto e sorriu. “Todo mundo gosta de uma história de superação, em que alguém é salvo por um outro alguém. Se vender seu livro, você vai precisar de ajuda para lidar com os curiosos.”

            “Tudo bem. Então você está me passando dois projetos para agenciar.”

            “Isso, em parceria com a Bradley & Miller de Chicago.”

            Fiquei parada olhando para ele, demorando para absorver a informação.

            “Porque eles?”

            “São os melhores, Emma! Eles já cobrem muitas cidades e estados lá de Miami e agora trouxeram uma filial para Chicago. Se Joan quer algo grande, e você merece algo grande também, vamos investir na publicidade dessa conta contratando o serviço deles. Eles vão cuidar da conta, dos gastos e vão saber adequar o produto com o mercado melhor do que nós.”

            Respirei fundo e pressionei meus lábios, desejando um cigarro. Já sentia meu coração palpitar só de pensar na empresa do pai de Mea, e principalmente, pensar em Mea.

            “Marquei uma reunião para você com o chefe, William Hole, ele comanda a empresa de Chicago e vai te receber. Você revisou o material e sabe tudo sobre os projetos. Vai trabalhar com eles nessas contas, até porque uma delas, pertence a você. Quando for negociar o seu projeto, não esqueça de mim, precisamos colocar no papel o que vou gastar com você e qual nosso lucro.”

            Assenti com a cabeça, sem ser capaz de falar qualquer coisa.

            “Pode ir agora. Mariah comprou sua passagem para amanhã bem cedo, você chega em Chicago antes da reunião, vai ter tempo de se preparar. Já reservamos um hotel para você e o dinheiro para as despesas estará na sua conta até você chegar lá.”

            “Tudo bem, mando notícias sobre o que negociarmos. Obrigada pela confiança, Oscar.”

            “Imagina, menina. Você foi um presente, trabalha muito bem. Desde que entrou aqui em Fevereiro só temos lançado bons livros.”

            Nós trocamos algumas amenidades e consegui finalmente sair de sua sala. Peguei minha bolsa, de couro marrom escuro, de carregar lateralmente, com minhas pastas e algumas coisas para ler em casa, já que era costume levar o trabalho para casa agora que eu não tinha nada para fazer, e saí apressada do prédio pequeno.

            Meus pulmões se encheram de ar quando pisei na calçada movimentada, respirando melhor ao ouvir aquele som familiar de buzinas apressadas. Ir para Chicago em uma reunião na empresa da família Bradley era assustador e nada familiar. Esse tempo todo sozinha, lutando contra meus medos, me fez acostumar com a solidão, e pensar em ver qualquer coisa que traga de volta a minha cabeça a lembrança de Mea é assustador.

            Naquele dia mais tarde apenas me concentrei em arrumar a mala e me satisfiz com uma salada. A ansiedade era grande demais.

            Embarquei em meu voo na quinta-feira oito horas da manhã, aterrissando em Chicago por volta da uma hora da tarde de Seattle, mas devido a diferença de horário, ainda não passavam das onze horas. Meu estômago já doía de fome e eu ainda tinha que encontrar minha mala, chamar um táxi e ir para o hotel. Nunca havia viajado para cá, portanto, não conhecia nada.

            O hotel que Mariah reservou para mim era bonito, bem arrumado e simples, sem muita frescura, como eu gostava. Fui até o quarto no terceiro andar e depois de tomar um banho demorado, pedi meu almoço no restaurante do hotel mesmo.

            Fiquei o dia todo de pijama, jogada na cama, revezando meu tempo entre ir fumar na janela grande da sala e ler as especificações que Oscar me passou para a reunião. Precisava ter tudo na ponta da língua, Owen e George jamais abririam uma filial com funcionários incompetentes. O tempo que eu não estava fazendo isso, me concentrava em como achar Mea em uma cidade tão grande. Como o destino era engraçado, me mandando para uma reunião em uma empresa que era dela por herança, mas que ela se recusava a trabalhar pela questão familiar.

            Minha reunião estava marcada para a tarde na sexta-feira, às quatro horas. E é claro, consegui me atrasar. Aquele dia estava sendo uma verdadeira merda, meu celular não parava de vibrar com mensagens de Jeremy, provavelmente reclamando de alguma coisa do apartamento.

            Depois do que Megan fez de revelar toda a verdade e eu ficar na merda de vez, Jeremy pediu para se mudar para meu apartamento. Ele me fez tirar toda a minha tralha do quartinho pequeno e arrumá-las, dando espaço a ele.

            Enquanto corria para me arrumar depois do almoço do hotel também ter atrasado, olhei algumas mensagens, o que só me irritou mais.

            “Scoutt, já chegou em Chicago?”

            “Scoutt, a Megan fica me ligando.”

            “Você já falou para ela que não somos mais amigos dela?”

            “Scoutt, precisamos ir ao mercado, a geladeira só tem cereal, e está duro.”

            Bufei com as mensagens e finalmente saí do hotel. Faltavam cinquenta minutos para a entrevista e eu ainda tinha que pegar um táxi, nessa cidade enorme e movimentada. Chicago era linda, com grandes prédios com arquiteturas grandiosas, que intimidariam qualquer um que viesse para uma cidade grande pela primeira vez.

            Fiquei no meio-fio acenando para um táxi por longos dez minutos, mas todos passavam voando. Coloquei um cigarro apagado nos lábios, para não desejar matar alguém e continuei acenando. Finalmente um taxista parou o carro bruscamente, fazendo todos atrás dele buzinarem e soltarem uma lista de palavrões enquanto mudavam de faixa para desviar.

            Abri a porta e me sentei, na frente mesmo. “Preciso ir até o edifício da Bradley & Miller.”

            O taxista me olhou, espantando e irritado, balançando a cabeça e acenando com a mão para fora do carro, como se tentasse me varrer dali. “Está de brincadeira? O prédio deles fica a um quarteirão daqui, é só descer andando.”

            Arregalei os olhos para ele e não tive tempo nem de responder. O cara mais mal-educado do que eu abriu a porta e ficou esperando impacientemente que eu descesse.

            Arrumei a alça da minha bolsa no ombro e comecei a andar depressa, irritada por ter perdido todo esse tempo procurando um maldito táxi.

            Não precisei de muito esforço para encontrar a B&M. Era um dos maiores prédios, todo espelhado refletindo o céu nublado da cidade, com um sol bem escondido entre as nuvens. Na frente do prédio, escrito na parede com letras discretas e bonitas, estava o nome das empresas localizadas no prédio.

            Respirei fundo e entrei, dando de cara com um segurança que sem pedir licença, começou a me revistar, e só então percebi que eu ainda usava o cigarro apagado entre os dentes. Guardei ele no bolso de qualquer jeito e esperei o intruso me liberar.

            Uma senhorinha, muito bonitinha, estava sentada próxima aos elevadores.

            “Posso ajudar?”

            Sorri para ela antes de responder. “Tenho reunião na Bradley & Miller.”

            “15º andar.”

            Agradeci a ela e entrei no elevador, que era rápido demais. Só tive tempo de olhar meu celular, constatando que ainda tinha vinte minutos até a apresentação.

            Desci no meu andar e precisei piscar para adequar meus olhos a tamanha luminosidade do local. Era extremamente bem iluminado e decorado, com móveis que pareciam caros demais, todos em couro preto. Andei até uma grande bancada em mármore, onde um homem me atendeu educadamente.

            “Senhora, posso ajudar?”

            “Tenho uma reunião com William Hole. Represento a Seattle Publisher.”

            “Qual o nome da senhora, por favor?”

            “Emma Scoutt.”

            Ele acenou com a cabeça e deu um telefonema. Depois me olhou e me indicou para subir mais dois andares.

            A organização era impecável, mal saltei do elevador e fui recebida por uma moça jovem, vestindo uma saia e uma camisa social preta, bordada o nome da empresa e o seu nome, com o cabelo preso em um rabo de cavalo perfeito.

            “Emma, pode me acompanhar.”

            Arqueei as sobrancelhas e comecei a andar atrás dela, arrumando a gola da minha camisa polo para tentar ficar mais apresentável.

            “O senhor Hole me passou que a sua reunião seria dirigida pela nossa diretora, mas ela teve que se ausentar hoje. Você vai falar com a secretária dela.”

            Ela terminou de falar quando já estávamos em uma sala enorme, onde bem no canto, perto de uma porta grande de vidro, estava Tina. É claro que era Tina, eu não esqueceria das vezes que Mea a fez sair conosco.

            Fiquei parada olhando-a enquanto a adorável secretária que me acompanhou deixou o local, sendo encarada de volta por Tina, que parecia tão espantada e assustada quanto eu.

            Por mais diferente que ela parecesse, com o cabelo cortado curto, ainda era a mesma baixinha com o rosto redondo. Ela andou até mim receosa, mas parecendo determinada, com a expressão carrancuda.

            “O que você está fazendo aqui?”

            “Ué, eu tenho uma reunião quatro horas.”

            “Você? Você é a Seattle Publisher?”

            Dei risada dela. “Não sou, eu trabalho para eles.”

            Ela respirou fundo e endireitou a postura. “Pois bem, a sua reunião é comigo. Venha.”

            Ela andou pelo espaço como se estivesse perdida, passando reto da grande porta de vidro, onde achei que seria a reunião. Fomos até uma sala bem menor, mas com sofás confortáveis. Depois de me oferecer café, água, suco, bolachinhas, finalmente ela se sentou um sofá ao meu lado.

            “Você pode começar falando, eu sei que temos duas contas para publicar.”

            Pigarrei antes de começar. Será que ela iria contar a Mea sobre o livro? Será que ela ainda falava com a Mea?

            “Bem, vamos começar pela Joan. Joan Dickens, você conhece?”

            “Claro, ela está fazendo sucesso com seus livros.”

            “É, ela nos contratou e quer um grande lançamento, e aí entra vocês.” Comecei a contar sobre o romance dela e os ajustes que fiz, as correções e as ideias para o lançamento, explicando que ela quer atingir seus leitores fiéis e novas pessoas, até aquelas que nunca lerem um livro se quer. Ela estava dando início a uma trilogia e esse era o primeiro livro, cheio de romance, ação e cenas quentíssimas.

            Tina anotava tudo e dava ideias também, explicando que ela e sua chefe, mas sem citar o nome da chefe, iriam analisar o mercado, analisar o produto, programar a melhor estratégia para gastar menos e ser mais eficiente.

            “E qual o segundo projeto, Emma?”

            Dei outra risada, mas nervosa agora. “Não precisa me chamar assim, você sabe...”

            Ela se desculpou e refez a pergunta, me chamando por Scoutt.

            “Bom, eu escrevi um livro.” Soltei de uma vez e um silêncio constrangedor dominou a sala por longos segundos.

            “Que livro?”

            Tirei da minha bolsa papéis encadernados e estendi a ela. “Eu já fiz alguns esboços de capa, mas preciso da ajuda de vocês para lançar meu livro. Meu chefe, Oscar, está financiando o lançamento. Ele quer algo grande também, precisa de todos aqueles planejamentos que você me disse. O livro já está revisado e pronto, só falta a publicação. Pensei em publicá-lo também em um formato mais prático, como um e-book.”

            Tina não estava anotando nada, apenas me olhava. “Você virou escritora também?”

            Não respondi nada, pois era óbvio.

            “Sobre o que é esse livro, Scoutt?”

            “É sobre superação. Uma menina que sofreu abuso sexual consegue superar seus problemas encontrando um grande amor. É uma mistura de autobiografia com romance.”

            “Superação? Sério?” Ela deu risada e negou com a cabeça, sussurrando algo depois que só consegui pegar o nome de Mea saindo de sua boca.

            “O que tem a Mea?” Perguntei desesperada, me inclinando para frente.

            Ela arregalou os olhos e ficou me olhando, sem conseguir responder nada. Como não pude perceber? Que idiota! O que Tina estaria fazendo em Chicago se não fosse ideia de Mea?!

            “Ela é a sua chefe, não é?”

            Tina permaneceu calada.

            “Tina, por favor.”

            Ela respirou fundo. “Ela é. Ela é diretora de publicidade. William Hole é o “dono” da empresa aqui, ele comanda os projetos que serão aceitos.” Respondeu fazendo sinal de aspas no ar com os dedos.

            “E cadê ela?”

            “Não interessa. Você vai acabar vendo ela, se vamos pegar os seus projetos, ainda mais que um deles é sobre você. Você vai ter que estar por dentro das nossas decisões e assinar um milhão de papeis conforme formos trabalhando.”

            “Preciso ver ela.”

            “Scoutt, não. Eu sou a favor de vocês conversarem para deixar isso de lado, mas eu não posso. Ela nunca mais quis saber de você, não pode nem ouvir o seu nome.”

            Engoli em seco, sentindo aquelas palavras como um soco no estômago. Ela iria odiar meu livro. Onde fui me meter, que droga! O livro é sobre Mea também, é claro, mas não queria que ela soubesse assim, vai dar tudo errado.

            “Bom, então é isso. Eu já te expliquei tudo.”

            “Tudo bem, vamos ficar com o material para análise e quando dermos o primeiro passo, avisamos vocês. Você acha que consegue ficar aqui até a segunda-feira? Preciso falar com ela e com o William para preparar o contrato e preciso da sua assinatura o quanto antes.”

            Concordei com a cabeça, me sentindo desanimada.

            Sai daquele prédio pensando em um milhão de coisas. Era tudo assim com a Mea, imprevisível, assustador. Precisei respirar fundo todo o caminho de volta para meu apartamento. Quando estava quase chegando, vi que ao lado do prédio tinha um bar.

            Entrei e me sentei, batendo a mão no balcão para chamar a atenção da barwoman. Uma morena, com cabelos longos, pretos e cacheados se virou, com olhos pretos e grandes, abrindo um sorriso malicioso.

            “Pois não, moça?”

            “Uma Stella Artois.” Resmunguei.

            Não conseguia acreditar que viajei cinco horas para uma reunião para dar de cara com Tina e Mea. Na verdade, não vi Mea, e isso me deixava mais irada. Será que ela faltou a reunião justamente por saber que era comigo? Se ela tivesse investigado a S. Publisher saberia que trabalho lá. Ela me odiava tanto agora a ponto de fugir de mim? Que merda.

            A morena voltou com a cerveja, ainda sorrindo para mim. O bar era escuro e estava praticamente vazio.

            “Adoro quando pedem uma Stella, posso me imaginar em sua boca.”

            Arregalei os olhos para ela e dei um gole na cerveja, sem entender nada.

            “Meu nome é Stella.”

            Comecei a rir e quase engasguei. “Ok.” Foi só o que consegui dizer.

            “Sua cara não é nada boa, quer conversar?”

            Olhei em volta e vi dois homens sentados em uma mesa ao fundo, eram os únicos clientes naquela espelunca. “Pode atender as outras pessoas.”

            Ela gritou por sobre o ombro. “Derek!”

            “Derek trabalha comigo aqui, ele está lá dentro a tempo demais. Posso conversar um pouquinho.”

            E então Stella, a barwoman que me sobrou para conversar, se sentou do lado de dentro do balcão, apoiando os cotovelos ali, fixando o olhar em mim.

 

            Respirei fundo e comecei a contar minha história para ela, desde o começo, quando eu era uma idiota e agora, quando estava me superando, mas era rejeitada por Mea. Eu precisava expor tudo o que estava sentindo por estar tão próxima ao amor da minha vida e ao mesmo tempo tão distante, graças a uma barreira que eu mesma construí. 

Nome: jake (Assinado) · Data: 02/12/2015 08:16 · Para: Capitulo 3

Oie esses capítulos  mostra o quanto  tha rotineira... o quanto  tha  sem  sentido.... a vida  da Mea.... o quanto  ela tha infeliz ao lado da Allegra... essa por outro lado se esforça ... mais no fundo  ela sabe o quanto  esta se enganando  mas acho que se acomodou..... a Scoutt... parece que mudou  ou pelo menos  esta se esforçando. colocou  no papel  seus traumas  seus anseios.... que hora pra Mea resolveu  ficar em casa.... ansiosa  pra veh o reencontro  das duas... Feh parabéns... parabéns  mesmo pela segunda  temporada... 



Resposta do autor em 11/03/2016:

Acho que por mais que Allegra saiba no fundo, não quer perder a Mea, então acaba aceitando a triste situação. 

Obrigada! Espero que continue gostando. beijos!



Nome: jake (Assinado) · Data: 02/12/2015 08:12 · Para: Capitulo 3

Oie esses capítulos  mostra o quanto  tha rotineira... o quanto  tha  sem  sentido.... a vida  da Mea.... o quanto  ela tha infeliz ao lado da Allegra... essa por outro lado se esforça ... mais no fundo  ela sabe o quanto  esta se enganando  mas acho que se acomodou..... a Scoutt... parece que mudou  ou pelo menos  esta se esforçando. colocou  no papel  seus traumas  seus anseios.... que hora pra Mea resolveu  ficar em casa.... ansiosa  pra veh o reencontro  das duas... Feh parabéns... parabéns  mesmo pela segunda  temporada... 



Nome: patty-321 (Assinado) · Data: 02/12/2015 03:31 · Para: Capitulo 3
Scout parece q mudou escreveu um livro sobre a sua vida seus traumas. Interessante. Parece q superou. Qual vai ser a reação d mea qdo souber. Ah tô ansiosa. Bj


Nome: Mika (Assinado) · Data: 02/12/2015 03:16 · Para: Capitulo 3

Ai meu coração...!

Eu pensava que ia demorar mais pra voltar autora. Que surpresa boa, eu amei!

Amo de paixão este romance. E pelo visto, essa segunda etapa vai ser intensa demais! 👏🏻

 

Scoutt minha diva, dá pra Mea o que ela tá precisando e a Allegra não tem! Hahaha Força garota! 😉

 

Beijos autora 😘



Resposta do autor em 01/12/2015:

Oi! Que bom que viu que voltei, e está gostando!

Essa segunda temporada promete mesmo. Adorei seu comentário e concordo kkkkkkk. Scoutt tem que dar o que a Allegra não tem!

Beijos!



Nome: inha (Assinado) · Data: 02/12/2015 00:58 · Para: Capitulo 3

Sem comentários hoje pq vou ficar sem respirar até o próximo capitulo.



Resposta do autor em 01/12/2015:

Fica sem respirar não! Logo sai o próximo!



Nome: Ada M Melo (Assinado) · Data: 01/12/2015 22:52 · Para: Capitulo 3

Tina foi muito chata com scoutt e outra ela tratou muito mal a cliente se metendo onde não devia....



Nome: lih (Assinado) · Data: 01/12/2015 21:15 · Para: Capitulo 3

Nossa,  scoutt de volta 💙💙💙💙 mal posso esperar pelo reencontro das duas... 



Resposta do autor em 11/03/2016:

Ai, meu Deus!!! Scoutt de volta! Incrível como vocês gostam dela!

Beijos!



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