Sunshine: esperança. por femarques


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Capítulo 26:

            Respirei fundo, puxando o ar com toda a força que me restava. Limpei as lágrimas com a costa da mão e toquei a campainha com a mão livre, enquanto a outra segurava a mala.

            Minha mãe abriu a porta, vestida em sua melhor roupa de ficar em casa que dava a ela o ar de elegância de sempre e abriu um sorriso ao me ver, enquanto sua expressão desmentia a felicidade e deixava exposta a dúvida de não entender o que eu fazia aqui domingo à noite.

            “Posso entrar?”

            “Claro, que pergunta, Mea!”

            Logo um dos empregados correu para pegar minha mala e aguardou por instruções.

            “Veio para ficar?”

            “Sim, pensei em dormir aqui.”

            Minha mãe sorriu e acenou para o empregado, que saiu em direção ao quarto de hóspedes.

            Fomos até a sala e ela se sentou bem próxima a mim, segurando minha mão.

            “O que aconteceu?”

            “Nada...preciso de um lugar para ficar até pegar o voo amanhã.”

            “Você estava onde?”

            Respirei fundo e contei até um milhão mentalmente, me preparando para contar a ela sobre meu término com a “doce Allegra.”

            “Estava com Scoutt. Voltamos tem um tempo.”

            Seu rosto murchou, seus lábios perderam a compostura do sorriso simpático e se entreabriram, mostrando toda a surpresa que ela sentia.

            “O que?! Você terminou com aquela doçura de garota que morava com você em Chicago? E por causa dessa outra cheia de problemas? Que pelo visto, já deve ter arrumado outro para te largar aqui.”

            Bufei e soltei sua mão, me levantando. “Não dá para conversar com você, sobre nada!”

            Andei até o outro sofá e sentei no braço dele, encarando com o rosto fechado: testa franzida e maxilar trincado.

            “Tudo bem, me diz o motivo de precisar dormir aqui.”

            Revirei os olhos, tentando deixar para depois o pensamento de que minha mãe ficara realmente muito feliz por me receber como hóspede. Incrível.

            “Scoutt teve um problema com o pai e precisava esfriar a cabeça sozinha. Então, como não moro mais em Seattle... mas é só até eu pegar o voo amanhã e conseguir conversar com ela.”

            “Essa garota não serve para você, não percebe? Ela não tem a sua classe, a sua... ela não é boa para você e sua criação!”

            Levantei em um pulo do braço do sofá e levei as mãos à cabeça, emaranhando meus dedos em meus cabelos.

            “Como... como a senhora consegue? Minha criação? Olha, a Emma é incrível! É inteligente, uma belíssima editora e escritora, e ainda por cima, é a melhor coisa que me aconteceu! Ela tem sim problemas com a “criação” dela, mas isso não a diminui, pelo contrário, a torna a pessoa mais forte que eu já conheci. Mas não precisa engolir isso e nem aceitar, eu não preciso da sua aprovação. Amanhã já estarei em Chicago. Obrigada pela hospedagem.”

            Subi as escadas correndo e me tranquei no quarto. A mala já estava vazia ao lado da cama e eu sabia que minhas roupas estavam devidamente penduradas.

            Não sentia vontade de chorar. Não mais. Sentia raiva por ninguém compreender meu sentimento por Scoutt e muito menos tudo o que ela já teve de suportar para continuar vivendo. Me joguei na cama sem ao menos tirar os sapatos e peguei o celular, me pondo a encará-lo e esperar por uma mensagem ou ligação, e assim, acabei pegando no sono.

            Mal havia aberto os olhos e já olhava o celular. Nenhuma mensagem ou ligação, nenhum sinal de Scoutt. Me preocupava pensar onde ela poderia estar, se sentindo triste, com raiva, perdida e sozinha. Depois de toda a sua história, de todo o sofrimento que passou e finalmente conseguiu se abrir sobre isso, deixar de sentir vergonha de si mesma e de se culpar, descobre que foi vítima novamente de outra atrocidade. Tamanha atrocidade!

            Toda a sua história terrível converteu a ela o sentimento de pertencer a algo, mesmo que ruim, mesmo que fosse algo que a obrigasse a lutar a favor da superação. Mas Scoutt era parte de uma história. Podia entender seu sentimento, tudo o que disse a John na noite anterior: ela cresceu lutando para aceitar sua história. E então, de repente, descobre que nada disso é realmente ela. Que seu abuso e tristeza são frutos de duas pessoas que nunca foram nada sua, e que seu pai tem participação nisso de certa forma. Fora jogada a um destino que poderia não ter sido dela.

            Eu sabia que aquela conversa sobre Allegra fora apenas uma desculpa para me manter afastada e evitar que eu visse sua destruição de perto, a exaltação de toda a mágoa, raiva e frustração que ela estava sentindo. Seu mecanismo de defesa já conhecido por mim fora ativado e eu, mais uma vez, afastada. Mas agora não me sentia magoada ou com raiva, entendia sua dor. Como pudera culpá-la depois do que descobriu? Tudo o que eu via era seu ato de pensar em mim e me afastar, para que realmente não sobrasse para mim seu desconto de raiva.

            Passei a segunda-feira no quarto, apenas desci para comer e pôr em prática minha bendita “criação” e dar oi a meu padrasto e mãe.

            Não sabia onde Scoutt estava e o que estaria fazendo, até que resolvi ligar para Jem.

            “Mea!”

            “Jeremy, você tem notícias da Scoutt?”

            “Não, ela não estava com você esse fim de semana?”

            Suspirei e abaixei a cabeça. A preocupação tomando todos meus pensamentos.

            “Estava, mas aconteceu uma coisa séria, e eu não sei onde ela está desde ontem à noite. Posso passar no campus te buscar para ir comigo até o apartamento dela?”

            “Claro, tenho uma cópia da chave quando ela está em Chicago.”

            “Eu sei. Obrigada, Jem.”

            Desligamos a chamada e eu saí depois de pedir o carro da minha mãe emprestado, ainda vestida com a mesma roupa do dia anterior. Com o trânsito infernal de uma segunda em Seattle, demorei em torno de trinta minutos para chegar ao campus, que instantaneamente me fez sorrir na mesma medida que meu peito doía com as lembranças: de quando Scoutt simplesmente quis sentar comigo e conversar, propondo amizade, e todos os outros desencontros tristes que tivemos e vivemos no primeiro ano de relacionamento.

            Dei um toque no celular de Jeremy e não demorou muito para que ele aparecesse. Ele e Megan.

            Os dois entraram no carro. Jem me acompanhando na frente e ela atrás. Olhei pelo retrovisor e vi Megan tão nervosa quanto eu, me lembrando do que Scoutt disse sobre elas se acertarem e serem amigas.

            Vamos lá, Mea. Dê uma chance. Esqueça a piadinha de te drogar.

            “E então, o que aconteceu?” Jem quebrou o silêncio e a tensão enquanto eu já dirigia até o apartamento dela. Pensando automaticamente – e indesejavelmente – se Megan já havia o conhecido. Apertei os dedos no couro do volante e respirei fundo. Estava me comportamento como Scoutt.

            “Ela e o pai... brigaram.”

            “Só isso?”

            Engoli em seco antes de continuar respondendo. “A mãe da Scoutt... não é mãe dela. Não é a mãe biológica. Ela surtou.”

            “O que?!” Os dois gritaram em uníssono.

            “O pai dela apareceu ontem à noite querendo conversar. Resumindo, a mãe... Emma está com câncer e morrendo. Então, John não queria que ela morresse e deixasse ele sozinho com a culpa de tudo o que aconteceu com Scoutt, jogando toda a merda no ventilador. Entenderam? Ele teve um caso com uma tal de Elizabeth, ela engravidou e ele só soube quando o bebê nasceu e ela morreu no parto. Ele e Emma criaram Scoutt, a história da separação vocês já conhecem.”

            “E ela sumiu?” Megan perguntou com a voz embargada, notavelmente triste e preocupada com a amiga.

            “Ela brigou comigo e me mandou embora, e então não sei dela. Achei que ela queria ficar sozinha, mas até agora não me ligou e não atende.”

            Jeremy olhava pelo vidro do carro para a rua, pensativo.

            “Você sabe que ela só brigou com você para...”

            “Eu sei, Megan. Eu sei. Ela não queria que eu ficasse por perto e sobrasse para mim sua raiva. Eu sei o modo como ela lida com as coisas.”

            “Eu só queria ajudar.”

            “Eu sei, está tudo bem, Megan.”

            Chegamos ao prédio no centro e fomos correndo até seu apartamento, impacientes e esperançosos de encontrá-la lá dentro.

            Jeremy abriu a porta e entrou acompanhado de sua amiga. Eu permaneci na porta, vendo-os entrar em todos os cômodos, observando a destruição que a sala estava. Levei os dedos aos lábios e pressionei-os ali, evitando o choro que já se acumulava em minha garganta.

            “Ela não está aqui.” Jeremy disse ofegante, parado a minha frente.

            Apenas balancei a cabeça para cima e para baixo, sem conseguir desviar os olhos da sua estante de livros tão bem cuidada, mas que agora estava vazia, com todos seus exemplares jogados no chão. Jeremy se aproximou e envolveu seus braços fortes em mim, me puxando para um abraço apertado e aconchegante.

            “Vamos encontrá-la.”

            Fechei os olhos e deitei a cabeça em seu ombro.

 

            Duas batidas na porta me tiraram do devaneio.

            “Entra!” Gritei, me sentando na cama e encostando na cabeceira.

            Minha mãe entrou com uma bandeja de comida, com os olhos ternos e preocupados.

            “Você precisa comer direito.” Ela se aproximou e deixou a bandeja ao meu lado na cama, tirando em seguida da minha mão o celular.

            “Não estou com fome agora, mas obrigada, mãe.”

            “Não conseguiu falar com ela ainda?”

            Neguei com a cabeça e suspirei. “Eu liguei um milhão de vezes, e os amigos dela também. Ela não atende.”

            “Mea, ela...” Minha mãe se interrompeu para respirar fundo, policiando a si mesma. “Ela pode querer ficar sozinha ainda para digerir isso, por isso não aparece... deve estar por aí.”

            “O problema é que ela por aí é um perigo a ela mesma.”

            “Eu sei, querida. O Tom ligou de novo e disse para você voltar para Chicago.”

            Respirei fundo, lembrando da empresa que estava de certa forma sob minha responsabilidade.

            “Vou esperar até amanhã.”

            “Tudo bem, apenas coma.”

            Minha mãe saiu do quarto e eu voltei a me deitar. Peguei o celular da cômoda e voltei a ligar para Scoutt, caindo direto na caixa postal.

           

            Acordei tarde na quarta-feira, quase na hora do almoço. Sem dormir direito desde segunda-feira, não devo ter suportado a madrugada essa noite.

            Sem notícias de Scoutt, meu coração estava apertado e meu corpo sem vida. Precisava saber se ela estava bem para depois dar uma bronca nela por ter sumido assim. Egoísta. Irresponsável.

            Sentei na cama e liguei para Tina.

            “Mea, querida.” Ela me atendeu docemente, provavelmente com pena por saber o que estava acontecendo.

            “Tina. Eu quero voltar a trabalhar. Pode conseguir uma passagem para mim para hoje?”

            “Consigo sim. Vai conseguir trabalhar preocupada?”

            “Estou enlouquecendo aqui, Tina. Ela sabe onde me encontrar, não adianta eu ficar aqui esperando ela aparecer. Avisa o Tom, por favor.”

            “Claro, Mea. Ele está preocupado com você.”

            “Eu sei. Se eu falar com ele agora vou desmoronar. Melhor esperar chegar aí.” Soltei uma risada abafada no telefone.

            Nos despedimos e fui me arrumar, assim como colocar tudo de volta na mala. Logo recebi uma mensagem de Tina com os dados da passagem. Daria tempo de comer algo e ir para o aeroporto.

            Encontrei minha mãe na sala de jantar, já esperando o almoço e me sentei ao lado dela e de Lincon.

            “Está melhor, Mea?”

            Olhei para ele e sorri, tentando demonstrar que sim. “Vou voltar para Chicago, preciso trabalhar.”

            “Tem certeza?”

            “Sim. Ela deve estar querendo ficar sozinha ainda, quando voltar sabe onde me encontrar.”

           

            Minha mãe me deixou no aeroporto depois do almoço e me deu um abraço apertado e caloroso, me fazendo jurar que ligaria logo que chegasse.

            Antes de ir ao portão de embarque para esperar, fui até o banheiro para lavar o rosto e tentar ligar de novo para Scoutt antes de embarcar.

            Havia uma mensagem de Tom e outra de Jeremy.

            “Bom saber que está voltando, Mea. Te espero para te abraçar. Vai ficar tudo bem.”

            “Continuaremos ligando para ela, Mea. Boa viagem. Fique tranquila.”

            Me apoiei na bancada da pia e abaixei a cabeça, fechei os olhos e tentei fazer qualquer exercício de respiração que já tivera visto na internet. Qualquer coisa que me acalmasse e me fizesse ter certeza de que estar voltando era o melhor no momento.

            E então, antes da segunda respiração funda, algo gelado e circular encostou nas minhas costas. Levantei a cabeça e assustei com a imagem que vi refletida no espelho.

            “Olá. Que saudade do seu cheiro. Em silêncio, você vai me acompanhar.”

 

            Meu corpo todo tremia e sem quaisquer outras opções, fui até onde me mandou ir, segurando o choro e rezando para que alguém sentisse minha falta. 

Nome: thamara (Assinado) · Data: 20/03/2016 22:55 · Para: Capitulo 26

Nossa... a Scoutt vai surtar quando descobrir que a Mea sumiu.. 

Gostei de ver a reação da Mea, ela soube entender muito bem a Scoutt... e ate a Scoutt madureceu bem, achei lindo ela afastar a mea nesse momento de explosão dela... 

Muito curiosa pra saber quem sequestrou a Mea... ja pensei em varias pessoas, ate na Allegra..

amando seu conto Fer. Parabens!!!



Resposta do autor em 20/03/2016:

Oi, Thamara! 

Mea e Scoutt estão de parabéns então? Vamos esperar para ver como Scoutt vai reagir com a pobre Mea sumida. Apesar de ser quem escreve, fico tão ansiosa quanto vocês, por seus comentários. 

Um beijão! Eobrigada por ler!



Nome: lih (Assinado) · Data: 20/03/2016 12:42 · Para: Capitulo 26

Sobre esse capítulo, tantas emoções envolvidas. Primeiramente tenho que tirar o chapéu pra mea, a resposta pelo jeito que a scoutt a tratou mostra o quando ela está mais maduras em relação ao relacionamento das duas, adorei a forma como ela lidou com isso e até a aproximação dela e Megan (espero que dessa vez ela não atrapalhe as duas). 

Ainda estou atonita pela volta da ex namorada louca da mea (esqueci o nome dela),  acredito que foi ela quem a abordou no final, se bem que existe a remota possibilidade de ser a Allegra, mas acho ela bem fraquinho pra agir assim. Espero que descubram que a mea foi sequestrada e que a scoutt não leve mais uma surra. 

 

Parabéns pela história fer, amando cada dia mais. 



Resposta do autor em 20/03/2016:

Amando seu comentário! Tudo bem?

Vamos aplaudir a Mea, que conseguiu entender Scoutt e seus problemas. Já era tempo, não é?

O próximo capítulo mostra quem foi, mas vou apostar com você que Allegra não tem calibre pra isso. 

E É Scoutt já sofreu demais, acho que a autora aqui não quer mais sofrimento, coitadinha.

Beijão!



Nome: Sofi (Assinado) · Data: 19/03/2016 23:05 · Para: Capitulo 26

meu deus tá muito bom! To amando esta história :) bj



Resposta do autor em 19/03/2016:

Oba! Fico feliz de saber que está amando! 

Até o próximo capítulo, beijão!



Nome: lohs (Assinado) · Data: 19/03/2016 14:37 · Para: Capitulo 26

Hey, Dear...

 

Única coisa boa de se estar doente é a postagem antecipada. Espero que melhore logo, mocinha.

Bom, a mãe de Mea é um porre!! O pior é que realmente existem mães assim...😓

Sobre Mea, até que gostei dela nesse capítulo, não foi uma idiota, percebeu tudo que Scoutt passou e entendeu, de verdade..

Tava tão envolvida que levei um susto junto com Mea... Que raiva desse ser que fez isso, será que foi A louca?! 😬

Não demora para postar o próximo, pq por mais que meu amor seja por Scoutt, Mea faz falta! :) 

 

Beijos, Lo



Resposta do autor em 19/03/2016:

Vai que Mea some de uma vez e você pode entrar em cena para Scoutt, tão triste e precisando de conforto? 

Mãe de Mea sempre foi um porre, não prevejo mudanças para ela.

Beijão!



Nome: patty-321 (Assinado) · Data: 19/03/2016 03:50 · Para: Capitulo 26
Ai ai ai. Fico agoniada esperando cap novo. Só podr ser a doida. Qdo q vc posta o próximo? Por favor. Ansiedade vai me consumir. Tadinha das minhas heroínas. Elas tem q lidar c tantas coisas. Protege elas autora. Seja boazinha. Bj.

Resposta do autor em 19/03/2016:

Será que é a doida? 

O próximo capítulo sai entre sexta ou segunda-feira que vem. Depende do meu tempo livre, caso não consiga me adiantar, o dia de postagem permance na segunda-feira.

Vou proteger as duas, prometo.

Beijos!



Nome: annagh (Assinado) · Data: 19/03/2016 02:31 · Para: Capitulo 26

Fala sério Fê???? Quando é mesmo o próximo capítulo??? Ja tô roendo as unhas...

Sabe, me identifico muito com Mea e entendo perfeitamente os sentimentos dela por Scoutt....Mea é uma linda!!!  Essas duas sofrem muito....acho que ja ta mais do que na hora dessas duas serem felizes e "para sempre".

Beijos Querida!!!!

 



Resposta do autor em 19/03/2016:

Oi! Tudo bem?

O próximo capítulo vai ser postado entre sexta/segunda-feira que vem, depende de como vou me adiantar. Caso não saia antes, o dia continua segunda-feira.

Já está na hora mesmo, calma... está acabando!

Beijos!



Nome: Mika (Assinado) · Data: 18/03/2016 22:24 · Para: Capitulo 26

Gente que isso?! minha nossa...

Estou feliz por Mea está bem mais madura.

E quem danado tá sequestrando Mea... será que é aquela ex louca dela?!

Armaria, Scoutt vai surtar (novamente) quando descobrir do sumiço de Mea!

Tá muito crasy... hahaha

Amo demais essa história!



Resposta do autor em 18/03/2016:

Muito maluco, né? Vamos esperar o próximo para ver como Scoutt vai se sair...

Amo os comentários!

Beijão!



Nome: Geoos (Assinado) · Data: 18/03/2016 19:35 · Para: Capitulo 26

Estória perfeita, autora perfeita!!



Resposta do autor em 18/03/2016:

Aw, muito obrigada! Perfeita são vocês leitoras!

Beijo!



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