Sunshine: esperança. por femarques


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CAPÍTULO 22:

            “Mea! Atende a porta!”

            Escutei Tom gritando de seu quarto, enquanto Adele soltava risadinhas. Preferi não pensar no que eles estavam fazendo. Tirei meus fones de ouvido e os joguei em cima do teclado do notebook, me levantando e deixando o quarto iluminado apenas pela luz da tela do aparelho.

            Passavam das onze horas da noite e alguém batia na porta do apartamento de Tom. Sim, eu ainda estava morando com Tom.

            Desde todos os acontecimentos com Allegra, a noite terrível do baile de arrecadação de fundos – que foi um sucesso por sinal -, e o comportamento posterior em um nível de estupidez surreal de Scoutt, ainda não tive coragem de pensar para onde ir. Evitava os telefones de Allegra, as mensagens, tudo o que era relacionado a “mais uma chance”, “fica comigo”, “sou melhor que ela”. O apartamento provavelmente ficaria com ela até que se mudasse de volta para Miami, depois de realmente desistir de nós, é claro, o que ainda ela tinha esperança, e depois disso eu o venderia, já que é grande demais para mim.

            O assunto mais comentado do momento com Tom, e o que mais permanecia em minha mente era Scoutt, e eu não a via desde aquela manhã na empresa, aquela manhã terrível, mas de uma forma, que no fundo sou capaz de admitir, deliciosa. Foi delicioso sentir o poder que Scoutt tem sobre mim pela primeira vez desde todo o tempo afastada dela, sentir o quanto ela ainda me deseja e eu a desejo.

            A raiva que senti dela depois que me deixou parada na minha sala, com cara de idiota e com o corpo todo tremendo de desejo frustrado, passou quando contei tudo a Tom e vi a feição de Adele se encantar com as músicas e a declaração que ela me fez ao final de seu showzinho particular.

            Cheguei a porta, vestindo apenas uma camiseta velha de Tom, com o cabelo preso em um coque bastante alto e com fios soltos e bagunçados em torno de meu pescoço. Assim que a abri, meus lábios secaram e a garganta travou, como se o ar de meus pulmões fosse impedido de sair e ainda assim, eu não precisasse respirar. Toda a raiva e frustração – que eu achei que sentiria ainda quando a visse -, eram por alguns segundos dominados por um sentimento puro de amor e alegria de vê-la, o sentimento que nos une e me alimenta, que a fortalece e me move a estar perto dela. A cada vez que a via, meu peito de enchia de doçura, amor e esperança, confirmando a mim que meu lugar é ao lado dela, por mais que nós tentemos evitar.

            “O que está fazendo aqui?” Pigarreei, em uma vã tentativa de me manter firme, aliás, ainda queria saber porque aquela morena estava ligada a ela.

            Scoutt abriu um sorriso, mostrando suas covinhas redondinhas e deu de ombros, maneando um pouco a cabeça para o lado.

            “Vim te ver.”

            “E não foi ver sua amiga primeiro?”

            A encarei enquanto ela agora ria e negava com a cabeça. Cruzei os braços e permaneci séria.

            “Nem tudo é engraçado, Scoutt. Para de levar tudo na brincadeira.”

            “Ei, como você está brava! Te acordei?”

            “Não. Isso não é hora de aparecer na casa dos outros. E como você sabe que estou aqui? E como sabe onde fica o apartamento de Tom?”

            Tudo o que ela fez foi dar de ombros e se aproximar de mim, dando um passo à frente.

            “Contatos.”

            Bufei e revirei os olhos.

            “Foi Tina. O que você ofereceu a ela para ficar tão sua amiguinha assim?”

            “Eu já lhe disse. Algumas pessoas possuem bom senso. Algumas pessoas sabem que pertencemos uma a outra.”

            Soltei uma risada baixa, tentando mover os lábios o menos possível.

            “Vai me deixar entrar ou não? Não reservei hotel, vim direito para cá.”

            “Tudo bem, pode dormir no sofá.” Respondi depois de revirar os olhos e soltar uma respiração lenta, profunda e audível.

            Scoutt pegou uma mala pequena pela alça e me acompanhou até o sofá.         

            “Amanhã conversamos. Estava indo dormir agora e...”

            “Mea. Preciso falar.”

            “Amanhã, Scoutt. Estou cansada, com sono. Cansada disso, sabe? Uma hora resolvemos ficar juntas, na outra você age como uma idiota, depois fico brava com você, sempre tem algo no meio. Amanhã a gente conversa.”

            Pude ver o maxilar dela tensionado, provavelmente pressionando seus dentes uns nos outros. Ela apenas concordou, balançando a cabeça para cima e para baixo. Arrastou a mala com o pé para perto do sofá e se sentou no braço do mesmo.

            Fiquei olhando para ela por alguns segundos enquanto a via escolher uma roupa para dormir e fui para o meu quarto, trancando a porta atrás de mim junto com a tentativa de deixar na sala a vontade de ficar com ela de uma vez, de poder assisti-la enquanto dorme enchendo meu peito de calma, recordando um passado tão bom.

           

            “O que está fazendo aqui?”

            Escutei a voz de Tom e sabia a quem ele se dirigia. Diminui meus passos pelo corredor a tempo de escutar a conversa antes de aparecer na sala. Acabara de acordar e, pelo jeito, todos já haviam acordado também. Era uma manhã de sábado, com o céu azul e ensolarado, mas ainda com o frio presente.

            “Vim ver a Mea.”

            “Depois da sua sacanagem no escritório?”

            Pude escutar Scoutt rindo e Tom também.

            “Se comporte, Tom.” Adele se intrometeu antes que alguém voltasse a responder.

            “Olha, fiquei muito brava quando vi aquela mulher abraçando a Mea, sinto muito. Eu sabia que ela iria te contar, mas eu só pensava em mostrar a Mea como me sentia frustrada em relação a isso.”

            “Pegou pesado, cara.”

            “Eu sei, ela está brava. Allegra nunca quis ser só amiga de Mea, vocês sabem disso.”

            “Ela é uma pessoa boa.” Adele disse sem pensar, e o silêncio se instalou por mais alguns instantes.

            “E então, Scoutt, chegou ontem à noite?”

            “Sim. Saí do trabalho à noite e peguei um avião. Vou ficar até amanhã se Mea não me expulsar.”

            “Não vou te expulsar.” Respondi passando pela sala onde ela estava sentada com Tom sentado em outro sofá, e fui direto para a cozinha ajudar Adele com o café.

            Tom e Adele estavam deitados juntos no sofá assistindo à televisão depois do almoço enquanto eu e Scoutt lavávamos a louça, depois de muita conversa sobre coisas comuns, o que só aumentava a ansiedade para falarmos sobre nossos problemas.

            “Vamos dar uma volta?”

            Olhei para Scoutt e dei de ombros, voltando a encarar a pia.

            “Podemos tomar um café?”

            “Acabei de comer e você também.”

            “Mais tarde, talvez?”

            “Tudo bem.” Respondi enquanto balançava as mãos depois de terminar a louça, tentando respingar o excesso de água dentro da pia. Sequei as mãos na minha calça jeans e saí em direção ao quarto. “Tom, preciso trabalhar em algumas coisas, se puder fazer companhia a nossa visita, te agradeço.”

           

            Escutei algumas batidas na porta, me distraindo da leitura de um artigo.

            “Entra.”

            Cruzei as pernas, afastei o computador e levantei a cabeça, esperando. Até que Scoutt colocou a cabeça para dentro, sorrindo de canto.

            “Vamos tomar um café? Tom disse que tem um Starbucks há uns quinze minutos andando. O dia está bonito...”

            Respirei fundo e pensando em parar de adiar a situação, concordei. Pedi a ela que me esperasse na sala enquanto me vestia. Fiquei com o jeans, mas vesti um tênis e uma blusa com decote em v, de mangas compridas, com um casaco mais leve por cima e fui ao encontro de Scoutt, que estava encostada na parede, mexendo no celular e conversando com Tom sobre seu livro.

            Ela estava usando uma calça jeans preta e com um joelho muito rasgado, como se a calça fosse velha e um moletom cinza com o logo da marca estampado na frente, com seus tênis pretos de sempre, e o cabelo bagunçado para trás.

            “Estou pronta.”

            “Então vamos.” Scoutt respondeu e tirou os óculos de sol da gola da camisa, colocando-os.

            “Divirtam-se!” Tom gritou enquanto eu batia a porta, a tempo de virar e franzir a testa para ele.

            Caminhávamos pela calçada em direção ao café enquanto Scoutt batia sua mão na minha e tentava enlaçar seu dedo no meu propositalmente.

            “Desculpa pelo o que eu fiz com você no escritório.”

            “Se arrependeu realmente?”

            Scoutt riu baixinho. “Não, desculpa.”

            “Eu gostei, você sabe que sim. Só estou brava porque...você tem a maneira errada de mostrar como se sente.”

            Scoutt deu de ombros antes de responder. “Você se sente frustrada? Sabe...sem ter go..”

            “Ei, já entendi!” A interrompi de terminar sua frase. “E sim, me sinto frustrada.”

            “Então tenho o jeito certo de mostrar como me sinto. Frustrada, irritada.”

            Revirei os olhos e a empurrei de leve batendo a mão em seu ombro. “As vezes me esqueço de como você é idiota!”

            Scoutt riu e segurando em meu pulso me puxou de novo para perto dela, para que continuasse esbarrando sua mão na minha.

            “Deixa de ser chata. Você lembra quando a gente namorava, Allegra sempre quis você. Sabe que é verdade, sabe que não é implicância. E isso a tornou...como uma rival. Entende? Justo ela, que sempre rondou e quando teve a oportunidade, te pegou.”      

            “Parece que sou uma mercadoria. Que tal você e ela darem lances para ver quem me consegue primeiro?” Reclamei, me afastando dela de novo.

            “Não é isso! Nunca trataria você assim! É que você era minha, e a quero de volta. Minha no sentindo de que eu podia te tocar, te amar, te acalmar, te fazer rir. Todos esses momentos eram meus, só meus. E pensar que justo ela, que te queria tanto, conseguiu passar um tempo enorme do seu lado te dando tudo isso, é terrivelmente doloroso.”

            Neguei com a cabeça e suspirei. Scoutt era uma babaca, sempre soube disso, mas quando queria ser encantadora, ela conseguia muito bem.

            “Eu nunca a amei como amo você, Scoutt. Se soubesse disso, se soubesse que estar ao lado dela sempre foi rotineiro demais, sempre foi algo que não mexia comigo como você mexe só por sorrir, não teria esse ciúme bobo.”

            “Se você se sentia assim com ela, porque ficar por tanto tempo? E se não tivéssemos nos reencontrado, estaria com ela ainda, não é?”

            “Sim, estaria com ela ainda. Era o que eu tinha. Eu queria te esquecer, estava cansada de ir atrás de você e acabar magoada, tendo que limpar as suas merdas sozinhas. Ela me dava estabilidade, segurança, calma. Era o que eu precisava. Scoutt, a Allegra é uma pessoa muito boa, mas é boa demais, e eu me acostumei a você, ao seu jeito maluco, grossa, idiota...porque eu sei que isso é só uma casca, você tem um coração enorme! Olha o tanto que você já mudou...eu sei que você é um amor, do seu jeito, que acaba sendo engraçado.”

            “Você gosta de me chamar de babaca, não é? Mas eu nunca maltratei você dessa forma...eu só precisava me esquivar do que sentia.”

            “Eu sei, eu sei disso. Calma. E então, Allegra era boa e eu tinha carinho por ela, ainda tenho, claro, mas não é o mesmo que sinto por você, nem é o mesmo que amor. Nunca chegou a ser.”

            “Está terminando com ela então?”

            “Sim.”

            Paramos de falar enquanto entrávamos no café e íamos até uma mesa ao fundo. Logo fomos atendidas e fizemos nossos pedidos.

            “Ela ainda me liga, ainda acha que podemos continuar tentando, mas acabou mesmo. Estou ficando com o Tom até que ela esteja pronta para ter uma conversa definitiva, ainda não é o momento, ela só fala em voltar e essas coisas.”

            “Sim, mesmo não gostando dela, devo admitir que ela deixou uma cidade para vir morar com você em outra. Isso que é querer pegar o osso, hein!”

            Dei risada junto com ela.

            “Se falar de mim assim de novo, vai ver só!”    

            “Então, estamos acertadas?”

            Estreitei os olhos e a encarei, fazendo biquinho.

            “O que foi? Qual o problema ainda, Mea?”

            “A garota que estava com você na entrevista e na festa.”     

            Scoutt revirou os olhos e se encostou na cadeira. “É uma amiga, ela trabalha no bar ao lado do hotel que fico sempre. Ela escuta falar muito sobre você e sabia que eu estava indo a festa louca de vontade de te ver. Ela é uma pessoa boa também!”

            “Nunca tiveram nada?”

            “Mea, não quero falar disso.”

            Comecei a me levantar, irritada com a resposta dela por saber que ela evitava me contar a verdade, que provavelmente me irritaria mais.

            “Qual é, Mea! Que chatice isso!”

            Parei com a mão apoiando nas costas da cadeira e fiquei a encarando em pé, esperando que terminasse para eu ir embora.

            “Ela quis sim ficar comigo, pediu para que eu...você sabe. Mas eu não consegui tocar nela. Desde que você foi embora, não fico com ninguém, cara! E então eu...eu usei um dildo nela, certo? Não o nosso! Um dela. Não a toquei e nem tirei a roupa. Não queria envolvimento nenhum, e ainda assim, não consegui me concentrar em nada. Foi rápido e acabou. Nunca mais fizemos nada e ela entendeu que somos só amigas. É só você que eu quero! E você não tem o direito de ficar brava porque eu aposto que fez coisa muito pior nesse um ano namorando aquela lá!”

            Olhava para Scoutt de boca aberta, vendo-a falar cheia de gestos com as mãos e sua boca se movendo rápido demais, como se ela cuspisse coisas tentando evitar que eu fosse embora. E funcionou. Voltei a me sentar e respirei fundo.

            “Vou ignorar isso. Porque você querendo ou não, me irrita. Mas vou ignorar.”

            “Mea.” Scoutt começou dizendo e colocou sua mão em cima da minha sobre a mesa. “Vamos esquecer tudo isso, por favor. Você já decidiu terminar com a sua namorada, já sabe que quer ficar comigo e eu sou apaixonada por você! Chega de brigas, certo?”

            Dei um sorriso bobo e concordei com a cabeça.

            “Certo.”

            Scoutt respirou fundo e bateu de leve a mão na mesa. “Ufa! Finalmente. Que mulher teimosa!”

           

            Estávamos andando ao entardecer de volta ao apartamento, de mãos dadas, enquanto Scoutt fumava seu segundo cigarro. Balançávamos nossas mãos como crianças felizes.

            “Vamos contar o tempo de namoro a partir de agora ou continuar o de antes?” Scoutt perguntou, dando risada.

            “Não sei, acho melhor contar a partir de agora. Mas ei, estamos namorando?”

            “Não estamos?” Ela retrucou, ainda rindo enquanto soltava a fumaça pelo nariz, engasgando.

            “Bem-feito.”

            Scoutt se aproximou de mim e beijou rapidamente meus lábios e depois minha bochecha. “Você é linda.”

            Abri um sorriso largo para ela e apenas fiquei admirando-a, sem conseguir dizer nada.

            “Olha...” Comecei dizendo um tempo depois. “Acho que estamos juntas, não sei se é namoro ainda. Estamos juntas. Certo? É suficiente agora. Vamos contar de agora. Podemos ser um casal que diz “estamos namorando há um mês e uns quebrados”, o que acha?”

            Scoutt caiu na risada e concordou com a cabeça. “Eu acho ótimo. Estar perto de você é suficiente, não preciso nem de números.”

            Quando chegamos ao apartamento, é claro que Tom e Adele perceberam nossa felicidade. Usando a desculpa de comemorar ainda o noivado deles, o que Scoutt não sabia, mas ficou extremamente feliz por Tom, compramos cerveja e pedimos comida do restaurante mais caro da cidade, festejando até a madrugada.

            Tom já estava dormindo sentado enquanto Adele e Scoutt conversavam animadamente sobre seu casamento e eu ria delas, achando graça na empolgação de Scoutt.

            “Coitado do meu noivo, dormiu sentado. Acho que vou levá-lo para dormir.”

            Adele se levantou e chamou Tom que, ainda sonolento, a seguiu sendo meio arrastado para o quarto.

            “Posso dormir com você hoje?” Scoutt perguntou se aproximando de mim e envolvendo seus braços em minha cintura.

            “Uhum.” Respondi entre os beijos que eu já começara a dar em seus lábios.

            Uma vez dentro do quarto, a eletricidade e a tensão cresceu entre as quatro paredes e era palpável o desejo que sentíamos, se misturando a pressa de nos termos. Nos beijávamos com fervor e paixão e sem muita demora, estávamos nuas e deitadas na cama, com Scoutt em cima de mim.

            Naquela noite, enquanto eu gemia baixinho em seu ouvido e não conseguia parar de olhar para ela e para o movimento discreto de sua mão entre as minhas pernas, pensava no quanto eu gostava de ver ela se amolecendo por e para mim, e também gostava de ver aquele seu jeito apressado, não se importando com mais nada, apenas conosco.

 

            Era isso o que eu sentia falta, era isso o que eu amava. Isso o que eu quero para mim. Esse desejo que não espera, essa pressa, esse amor que nunca se apaga e só aumenta. Mais uma vez, estávamos juntas, nos preparando para enfrentar o que viesse. A certeza de ter com Scoutt um futuro tranquilo já não existia mais dentro de mim, e aliás, tranquilidade demais é tão chato.

Nome: lohs (Assinado) · Data: 13/03/2016 00:13 · Para: Capitulo 22

Tava na hora.. 👀 Se Mea demorasse mais um pouco, eu entrava nessa história e tirava Scoutt dela. 😎

Cap tranquilo demais para essa autora, esperando o próximo(*emoji pensativo*)

Beijão

 



Resposta do autor em 12/03/2016:

*emoji pensativo* sobre você tentar roubar Scoutt. Como seria?

Pagaria para ver.

Obrigada pelo apoio, Lo.

Beijão!



Nome: lih (Assinado) · Data: 23/02/2016 21:48 · Para: Capitulo 22

Até que em fim! Melhor capitulo da segunda temporada 



Resposta do autor em 09/03/2016:

Obrigada! Elogios assim fazem valer a pena!

Beijão!



Nome: patty-321 (Assinado) · Data: 23/02/2016 14:47 · Para: Capitulo 22
Aeeeee. Demorou. Mas foi ótimo. Tinha q ser sofrido. Suado né scout? Fez muita merda. Mas oh amor lindo. Isso q vale. Bj

Resposta do autor em 09/03/2016:

Poe suado nisso, né? Scoutt percebeu o que fez de errado, teve que correr atrás do prejuízo!

Beijos!



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