A rival por Thaa


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Dezessete


    Veneza

   Belmond Hotel Cipriani

 



     Inspirado pela atmosfera Veneziana, o Oro Restaurant era o local perfeito para um jantar exclusivo no Belmond Hotel Cipriani. O requintado lugar era decorado, em seu teto, por lustres de vidro murano, o teto era de uma cor dourada, dando um toque gracioso ao local. Havia também  um maravilhoso terraço ao ar livre que lembrava as praças pitorescas recriadas em um só lugar, uma verdadeira essência da cidade.

  O Oro era considerado um dos melhores restaurantes da região de Veneza e além disso, com um grande cuidado na apresentação dos pratos, que antecipava uma emocionante experiência de sabor em combinações originais. O cardápio era exótico. No Oro podia-se encontrar uma grande bondade e experiência em equipe combinada com um elegante e discreto serviço.

  O restaurante emanava um ar de artistas famintos, de estilo boémio, plenamente. Era um luxo local,  definitivamente rico em uma atmosfera particularmente fascinante, para clientes que gostavam de uma renomada zona de conforto, como Fabíola Buckholz.

Acompanhada por Erin e seus três secretários, num vestido longo de alças, dourado,decotado nas costas, Fabíola descia pela longa escadaria marrom estampado do Cipriani.

Uma beldade cercada por seu séquito de pessoas trajando preto, inclusive Erin.
Melissa havia ficado em seu sono infantil, no piso superior.

Em uma mesa composta por oito lugares, forrada por um toalha de pura seda branca, o banqueiro Lorenzo Fiorezza, em seu terno preto,  já esperava elegantemente, pela empresária. Dois secretários acompanhavam o banqueiro.

_ Buona notte Lorenzo_ Fabíola cumprimentou o banqueiro.

_Buona notte Fabiola. Come questo?_ O banqueiro sorriu e cumprimentou os secretários de Fabíola enquanto Fabíola fazia o mesmo com os dois secretários de Lorenzo.

_Bene_ Fabíola respondeu.

Os três secretários de Fabíola, acomodaram-se de frente para os dois secretários do banqueiro.
Lorenzo todo galanteador, fez questão de colocar-se pé para cumprimentar Erin, que estava deslumbrante, dentro de um vestido longo e preto,de alças, com um decote em V na frente. O vestido marcava suas curvas perfeitas.

_ Buonanotte bella signora_ Lorenzo segurou a mão de Erin e beijou-a.

_Buonanotte.

Fabíola fez cara feia pra Erin.

_Non mi extenuo di apprezzare la sua bellezza.

Erin olhou para Fabíola e sorriu para Lorenzo.

_Grazie._ Agradeceu.

Erin acomodou-se numa cadeira de frente para Lorenzo, bruscamente Fabíola acomodou-se ao lado dela.

Um garçon veio trazer um cardápio.

Os secretários analisavam os papéis de acordo entre o banqueiro e a empresária.

Quando o garçom serviu a ágape e  vinho italiano, Fabíola serviu-se de uma taça cheia do líqüido, solveu-o quase todo de uma só vez.  Não entendia porque estava sentido raiva , por Lorenzo está flertando com Erin. Não entendia mesmo, o teor dessas  suas reações insanas. Revoltou-se consigo mesma.

Viu Lorenzo  esticar os braços por cima da mesa e segurar ambas as mãos de Erin.

_Vedo che non sia compromessa bella signora_ Lorenzo disse e Erin sorriu dando um olhar de relance para Fabíola.

Fabíola sentiu o coração bater forte dentro do peito. Com raiva, passou um dos braços por cima dos ombros de Erin e beijou-lhe a bochecha. O sorriso de Erin num instante se disfez.

_Lorenzo e sì le compromesso e la mia ragazza_ Fabíola disse cinicamente que Erin era sua namorada.

Indignada, Erin voltou o rosto para  Fabíola e quando o fez, Fabíola deu um beijo breve em sua boca.

_Mio Dio Fabíola, scusate non sapevo_ Lorenzo desculpou-se dizendo que não sabia.

_Nessun problema_ Fabíola disse sarcástica.

Assim que a reunião de negócios acabou, Fabíola subiu para  o quarto, assim como Erin. Tomou um banho, vestiu uma blusa de alça e um short curtíssimo , branco, da mesma cor da blusa que deixava transparecer o bico rosado dos mamilos.

Sob a luz tênue do quarto, Fabíola recostou-se na janela e ficou a observar as luzes de Veneza, ao longe.

A porta do quarto foi aberta e logo em seguida fechada num forte barulho.
Fabíola sobressaltou-se e voltou-se para ver quem era, quando viu, era Erin, vestida numa curta camisola de seda vermelha.

_ Enlouqueceu?!_ Fabíola ganou.

_ Enlouqueceu você! Com que direito  você disse que era minha namorada?!_ Falou respiração acelerada._ Você é louca?! Não me faça mais isso ou você vai ver o que lhe acontecerá da próxima vez.

Fabíola gargalhou e recostou-se na janela.

Ela estava lhe fazendo ameças.

Erin observou-lhe o corpo bonito por uns breves segundos.

_ Lorenzo não presta. É um mulherengo.

_ Nossa , ele não presta e você não fica atrás, não é?! Isso é cômico_Erin ironizou_ O sujo falando do mal lavado.

_ Você quer ir dormir com ele?! Então vai! _ Fabíola falou intransigente.

_ Eu não quero ir dormir com ninguém sua hipócrita. Dissimulada. Pensa que sou igual você. Não me faça mais isso!_voltou-se para ir embora.

_Doutora...

Erin ficou de costas para Fabíola , olhos fechados.

_Diga Fabíola?

_Talvez a única coisa que tenhamos comum, seja a oposição e o meu corpo, clamando pelo teu.

     Erin voltou-se para Fabíola.

    Viu que ela estava a poucos centímetros de distâncias. Os olhos azuis pareciam mais obscurecidos, de alguma forma. Não era fúria ou coisa do tipo, que emanava deles, era outra coisa. Não sabia o quê, exatamente.

   Indecisa, caminhou até Fabíola. Passou uma das mãos pelos cabelos macios e ficou a fita-lhe os olhos azuis bem de perto.

   _ Fabíola... Por quê tem que ser assim? _ passou os braços pelo pescoço de Fabíola e sentiu seu corpo ser pressionado ao da empresária. _Você é linda. E nós estamos sempre Fabíola, de lados opostos. Você está sobre um canal e eu estou passando por baixo. Eu poderia está junto a você, neste canal.

Fabíola apenas ficou em silêncio. Abraçava Erin fortemente, como se nunca mais quisesse soltá-la.
Erin tinha vontade de dizer que a amava, mas não podia desnudar seus sentimentos assim.

   Gentílica, Fabíola retirou as mãos de Erin de seu pescoço e segurou-as. Numa doce redenção, mirou aquele verde, que eram os olhos da médica. Aproximou o seu rosto. Gostava de observa-la.

_Você também é linda, doutora._ E a voz já não era rígida.

 Erin fez um ar de riso ao receber o elogio da empresária. 

     Gentilmente, Fabíola segurou o queixo de Erin e fez com ela mantivesse os olhos fixos no seus.

_Agora, eu não sei peço ou se faço logo de uma vez. _Disse duvidosa.

 _Eu prefiro que você faça logo de uma vez. _sussurrou.

    Num smile sexy, Fabíola soltou as mãos de Erin apenas para tirar a camisola curta dela, deixando-a somente de calcinha. Ergueu uma mão atrevida e com as costas da mão, roçou nos mamilos rosados da médica. viajou as mãos pela barriga dela. Massageou os seios. Com um dedo, rodeou os bicos. 

    Erin respirou com euforia ao sentir o toque provocante e lúbrico. Fazia tanto tempo que não tocava uma mulher. Que não sentia o corpo de uma mulher. Com as mãos trêmulas, tirou a blusa de Fabíola, ergueu a cabeça e deu uma mordidinha apimentada, no queixo da empresária.

_Você gosta de morder? _ Olhos obscurecidos de um desejo inflamável. Passou um dos dedos sobre os lábios de Erin e deu uma leve mordidinha no lábio inferior dela.

_Depende da mordida.

_Você gostou dessa mordida? _Fabíola perguntou contra a boca de Erin.

_Muito.        

   Fabíola segurou os ombros de Erin e entusiástica, roçou seus seios nos dela. Corria as mãos por suas nádegas. Moveu os seios contra os de Erin. Somente os mamilos enrijecidos se tocavam.

_Erin...eu quero que seja doce. Pelo menos isso tem que ser doce. Já que nossa vida não é doce _ disse sincera.

     Erin enlaçou a cintura de Fabíola e inclinou a cabeça para beijá-la. Fabíola Entreabriu a boca para que pudesse ser beijada e explorada pela língua daquela doce e tentada mulher. Sim, a médica lhe tentava a perdição. Lhe tirava do inferno e levava ao paraíso.

    A língua umedecida da médica, atrevida, tocava a da empresária, numa doce e libidinosa exploração.

   Erin aprofundou o beijo de língua, o delicioso e delicado beijo. Beijou a face de Fabíola, depois os ombros. De olhos fechados, elevou a boca para os seios da empresária, ali parou. Dando mordidinhas nos bicos, Massageou os bicos com a língua, e viajou a boca pelo vale, descendo reto pela barriga lisa e malhada, parou a boca no ventre.

     Fabíola inclinou a cabeça totalmente para cima. De olhos semicerrados, fitava o teto obscurecido enquanto o desejo já há muito tomara seu corpo.

      Quando Erin tirou sua calcinha e beijou seu sexo, emitiu um gemido realístico. Sentiu a língua adusta da médica fazer movimentos eróticos em suas partes íntimas. Afundou as mãos nos cabelos macios de Erin, enquanto ela lhe beijava o sexo, as coxas, os joelhos e descia mais para baixo. Emitiu outro gemido de prazer, quando a boca libidinosa explorou novamente seu sexo.

_Erin você é simplesmente fantástica. _ Fabíola disse e já sentia a deliciosa boca da médica subido pelo ventre e chegando a barriga. E lenta, continuava subindo , beijando, lambendo.

  O olhar verde de Erin estava afogueado. Ela sentia o corpo pulsar. Livrou-se da última e minúscula peça de roupa que havia em seu corpo. Jogou o pequeno tecido da calcinha para longe. Urgente, encostou Fabíola na parede e colou o seu corpo ao dela.

     A empresária afastou as pernas, para que sua doce e lasciva médica, pudesse explorar seu corpo. Costas firmes encostadas na parede, posicionou Erin entre suas pernas e segurou firme as nádegas dela, pressionado-a contra seu corpo. Ouviu Erin gemer ao seu ouvido, enquanto os corpos nus e colados, faziam o leve e lento movimento. 

_Fabíola..._ o nome da empresária foi proferido num gemido. _ Pressione mais minhas nádegas.

A empresária atendeu ao pedido da médica.

_Assim?

_Isso._ confirmou num gemido.

_Beije novamente a minha boca. Ela é toda sua, assim como eu._ Fabíola murmurou.

     Erin novamente colou sua boca a dela. Sugou-lhe a língua como se quisesse saborea-la.

_Voce é divina, doutora Erin._ Com estas palavras, Fabíola gentilmente, abraçada a Erin, levou-a para a cama. Ajudou-a a deitar-se de modo decúbito dorsal, sobre a colcha de veludo, vermelha. Entusiástica, vislumbrou o corpo da médica. Vislumbrou aquela beldade voluptuosa em sua cama. E ela era toda sua. O corpo fesceno e trêmulo, já esperava pelo árduo do seu.  Há muito já sentia o seu sexo pulsar, lubrificado. E tinha certeza de que a médica sentia igual. Rodeou pela parte interior da enorme cama, que parecia ter sido feita especialmente, para uma memorável e inesquecível noite de amor. Num hotel de Veneza, daquela maravilhosa e tão marcante cidade, iria fazer amor com Erin. Sobre a cama,deu inicio a uma afogueada trilha de beijos, que iniciou-se nos pés ,segurou os tornozelos e afastou as pernas da médica , viajou a boca  pelos joelhos, pelas coxas saradas e parou lá. Onde sem dúvidas Erin já esperava ansiosa, por ser tocada, beijada, preenchida, extorquida. Com a língua para fora, passou-a pelo sexo molhado da médica. Ouviu quando ela gemeu. E adorava os gemidos de prazer dela, porque também sentia prazer ao ouvi-los. Doce, quente e excitada, Erin estava para si. Era exatamente assim que gostava. De joelhos, Fabíola se pôs a abrir os grandes lábios,os pequenos lábios se revelaram, cheios de terminações nervosas. Continuou a passar a pontinha da língua, pelo sexo da médica, lubrificado-o ainda mais, para  a facilitar a penetração. Inclinando-se mais sobre a vagina da médica, tocou a língua no centro de prazer dela onde morava a soberba protuberância rosada,que estava lá só para seu prazer.

     Totalmente entregue ao desejo Erin emitiu um novo gemido, gritou ofegante o nome da empresária, ao sentir a língua dela en seu sexo, ao sentir os dedos dinâmicos daquela rígida e doce mulher invadir seu corpo com demasiada pressa e precaução. Tremeu, gemeu. Segurou os cabelos da empresária e arqueou o corpo pulsante. Num misto frenético de desejo, gritou novamente o nome da empresária. Respirou com dificuldade, estava subindo e chegando ao mágico auge do prazer. Sua amada estava propositalmente, fazendo isso. Sentia-se débil, e novamente emitiu um gemido, enquanto ainda era explorada pelos dedos e língua quente em seu sexo lubrificado. Não demorou. Foi atingida por um orgasmo tão fantástico e doce, jamais sentido antes em sua vida. Lábios trêmulas e corpo pulsando, entreabriu, as pernas para que Fabíola pudesse se colocar dentro delas .Mas a empresária apenas de ficou na posição gata.  Olhos semicerrados, mirou o olhar azul da empresária.

_Eu quero ser só sua _ disse puxando Fabíola para que ela colasse o corpo ao seu. Arranhou as costas da empresária e ofegante, impensavelmente, emitiu um turbilhão de palavras , no entanto arrependeu-se somente de três, devido ao momento único de prazer, deixou o arrependimento passar.

Os olhos novamente se fitaram.

E os corpos nus, reagiam um ao outro como se tivessem ligados por algum tipo de imã, ou mesmo um elo invisível.

E aquele momento era doce.

E era único.

E porque era único, seria inesquecível.

_ Você  é deliciosa. Eu gosto da sua pele. Sensível. Sem defeito. Lisa, Erin, lisa como a seda._ Fabíola sussurrou e beijou o pescoço da médica, depois os ombros. Erin arqueou o corpo querendo que o de Fabíola tocasse o seu, mas não tocava. Erin queria senti-la, mas Fabíola não deixava. Arqueou mais o corpo e segurou as costas de Fabíola, mas a empresária retesou.

_ Eu vou dar prazer a você_ o olhar azul estava impassível e frio.

_ Por quê você não quer tocar seu corpo no meu?_ Erin perguntou ofegante._ Eu não vou ficar com você você outra vez se não tocar o meu corpo no seu. Eu quero sentir você._ Erin sentia arrepios simultâneos por todo o corpo.

O olhar cobalto suavizou consideravelmente. Lentamente, Fabíola atendeu ao pedido da médica. Colocou seu corpo ao de Erin, que logo gemeu violentamente ao senti-la, enquanto Fabíola cavalgava sobre seu corpo e beijava sua boca.

_ Você é um pecado_ Fabíola sussurrou ao ouvido de Erin e acelerou os movimentos sobre o corpo dela quando sentiu  que necessitava fazê-lo. Pernas em perfeito encaixe. 

 

 Erin afastou um pouco mais as pernas, para que Fabíola pudesse encaixar seu sexo ao dela, quando enfim a empresária o fez em movimentos vorazes, Erin sentiu o corpo retesando de desejos concomitantes. Seu sexo pulsava. As contrações do orgasmo vinha chegando lentamente, a cada movimento de vai e vem, de ambos os corpos. O suor já escorria.

_ Fabíola... Por favor... Não pare..._ pediu, respiração acelerada e cravou as mãos nas costas lisa da empresária.

_ Eu não vou parar_ Fabíola disse e emitiu um gemido. Sentiu que ia colocar para fora o líquido em resposta ao prazer censurante que sentia naquele momento tão terno e delicioso, cativo. Se parasse naquele momento, morreria de desejo._Erin, por quê você tem de ser tão gostosa?_ falou excitada, sentia o pequeno membro ereto e o prazer sexual  aumentando em seu corpo automaticamente.

   Erin gemeu.

   Uma sensação majorante, de prazer,uma segunda sensação estava apta a chegar. Sentiu o aumento dos batimentos cardíacos, os músculos se contrariem na região da vagina.  Arrepios tomava-lhe o corpo. Sentiu uma dose de frio na barriga. Era uma sensação gostosa. Pode sentir que estava a  atingir o ápice do prazer. gemeu, alto, quando  sentiu que tinha atingindo o auge do inconfundível prazer sexual  compartilhando com Fabíola.

   Corpos suados. Respirações ofegantes. Fabíola deixou-se cair por cima da médica numa sensação de relaxamento total do corpo. Ficou em cima de Erin por um bom tempo. Depois rolou para o lado. Ambas ficaram em silêncio. Não havia o que dizer.

    Fabíola levantou e foi tomar banho, logo depois Erin também o fez. Saiu desconfiada do banheiro.

_ Já vai? _ Fabíola perguntou, deitada na cama._ Você sempre faz isso quando transa com as pessoas?

   Erin fechou os olhos por um momento e passou a língua pelos lábios. Fitou o corpo bonito, deitado sobre a cama somente com uma calcinha de renda, branca. A passos extremamente lentos caminhou até a cama e deitou ao lado de Fabíola. 
Fabíola beijou-lhe os cabelos.

_ Eu não sei porque... eu deveria odiar você_ disse e abraçou Erin fortemente.

_ Deveria? E não odeia?! Todas suas atitudes demonstram exatamente o contrário. O que sou para você Fabíola? Um brinquedo?; Um objeto de vingança?! Por me odeias?! Se eu morrer você ficará mais feliz? E se eu tiver um doença grave?! E se eu não estivesse aqui amanha?! O que você faria?! Ainda me odiaria?!Você vai ficar em silêncio só.? Não vai me dizer nada?

_Doutora, a senhora é muito melodramática. Foi maravilhoso fazer amor com você.

   Não era isso que Erin esperava ouvir. Mas é claro que ela não diria não.

_Eu tinha muitas perguntas para fazer a te, mas, esta noite me contentarei  em seus braços. Amanhã bem, amanhã eu não sei o que será de nós. Ou de mim. Isso já não importa mais. De alguma forma alguém sempre terá de sair perdendo. E sim, foi maravilhoso fazer amor com você. Não importa se você me odeia ou porque odeia. Apenas não há mais o que dizer. 

Fabíola afastou um pouco de Erin para que pudesse olha-la.

Por que tinha de ser assim? Poderia amar e odiar a doutora ao mesmo tempo?

Era torturante, está dividida.

Abraçou Erin mais uma vez. Beijou o alto da cabeça dela.

_Doutora , eu acho que esta noite, o silêncio deve prevalecer. Eu posso lhe dizer que os meus toques em seu corpo, não houve ódio ou coisa do tipo.

_E no seu coração, Fabíola?

_O meu coração está inquestionável.

_E intocável, não é, Fabíola. Você já amou?

_Um dia.

_E agora não ama mais?

_Eu nada  a lhe dizer sobre isso doutora.

_Que o tempo um dia possa quebrar, Fabíola, esse gelo que envolve o seu coração. _ Segurou a cabeça de Fabíola com ambas as mãos._ Mas esta noite, apenas esta noite, o calor dos corpos se atraem pelo desejo.Eu ansio pelo seu toque, pelo seu caloroso beijo. Eu ansio por você em mim. E que prevaleça, o silêncio que você estabeleceu então. 

   Erin fechou os olhos e entreabriu os lábios, convidando Fabíola a explora-los.

   Foi o que a empresária fez. Explorou a boca da médica com a sua língua. Viajou pela boca dela, como se aquele céu, fosse o mesmo céu, para que olhava instantes atrás.

    Mas o que acontecera naquele momento, se não era amor, era da mesma família.

   Erin mirou a retina de Fabíola. Perguntava-se como não amá-la. Esticou uma das mãos e passou sobre a face lisa da empresária.

_Sorria para mim, Fabíola - pediu, branda. - todos os seus sorrisos foram sarcásticos.

   Fabíola fez um ar de riso, mostrando a pontinha dos dentes brancos e alinhados.

_Pronto? _ perguntou suave.

_Não.

    Erin jogou-se por cima de Fabíola e se pôs a fazer cócegas na barriga dela.

_Erin por favor! Pare! _ Fabíola sorria. _ Pare! Eu não consigo parar de sorrir.

_Eu quero vê o seu sorriso lindo! Sorria para mim Fabíola!

Fabíola gargalhava alto já sentido a barriga doer devido as cócegas.

  Sentada sobre Fabíola, Erin abraçou-a e inclinou por completo sobre o corpo dela.

   A empresária também abraçou-a.

_Você está me devendo uma doutora.

   Erin sorriu.

_E como posso lhe pagar?

_Como quiser.

_Qualquer coisa? _ falou já mordiscando o lábio inferior da empresária.

_Sim. O que você quiser . _Encarou a médica com um olhar lascivo.

_Tem certeza? _ Perguntou apimentada e moveu-se por cima de Fabíola.

     Fabíola espalmou as duas mãos nas nádegas da médica e pressionou-a contra seu corpo. Pena que ainda estive de calcinha.

_Isso é gostoso, Erin_sussurrou.

_Você é gostosa, Fabíola... _disse atrevida._ muito gostosa.

_Eu sei, doutora, mas não adianta eu ser gostosa senão tiver você para me saborear. Eu quero devore sua gostosa. E você está movendo-se bem onde eu queria que estivesse. Eu já estou mais do que excitada, para me deixar gozar com você novamente, doutora.

_É? Sério? _Disse ao ouvido e Fabíola e deu-lhe uma modinha gostosa na orelha. Com uma das mãos, alisou o sexo da empresária por cima da minuciosa calcinha branca.

_Isso, doutora...eu sabia que você também era gostosa e iria me fazer gozar e gemer gostoso em seus braços.

Olhos fixos no de Fabíola, Erin desceu rastejando pelo corpo dela .

 A empresária ofegou, enquanto olhava para a médica.  

  Erin morscidou o bico do seio de Fabíola e com a pontinha da língua, brincou com ambos os mamilos. 

    Fabíola afagava os cabelos espessos, da médica, com uma das mãos, enquanto ela descia dando beijos por sua barriga e parando no ventre.

    A médica ergueu a cabeça e fitou a empresária, que mantinha o seu olhar preso e cheio de desejo. Beijou o sexo dela, por cima da calcinha. Com a língua umedecida, lambeu. Em gestos lentos, tirou a calcinha da empresária e jogou-a longe. Afastou um pouco as pernas de Fabíola e passou a língua pelo púbis liso e inalável. Deu beijo breve ali e desceu mais para baixo.      

   Fabíola sentiu a ponta de um feixe nervoso  subindo pelo corpo.

   Ao encontrar a haste, Erin apertou-a  gentil e firmemente com os dedos e o  lábio superior, incluindo o clitóris e o capuz clitoriano. Manteve a pressão ali e ouviu inúmeros gemidos sendo proferidos por Fabíola. Estava indo bem.

  A empresária movimentou o quadril e Erin deixou que ela encontrasse a posição e o movimento exato para alcançar o orgasmo.

     Fabíola elevou o quadril e o abdome estava contraído, Erin continuou como estava, mantendo o ritmo e a pressão.

_Isso, minha doutora linda. É delicioso! _ gemeu. _ Faça...bem gostoso. Me explore. _ sentia o coração saltar em seu peito, enquanto jogava a cabeça para trás e movia o corpo para cima.

    A empresária foi inundada por ondas de prazer que se espalharam de seu sexo para o resto do corpo,fazendo-a tremer incontrolavelmente até colocar para fora seu líquido misturado a um gemido alto de prazer.

   Erin subiu e observou a expressão de êxtase no rosto de sua amada, quando ela parou de tremer

  Coração acelerado, Fabíola disse:

_Você me mata.

   Abraçou Erin.

   Depois de muito tempo, Erin viu que Fabíola adormeceu. Não conseguira pregar o olho. Sentia um peso na consciência. Pensar que estava gostando demais de Fabíola Buckholz, era perigoso e sabia disso. 

Levantou, cobriu Fabíola com um lençol fino e olhou para ela bem de pertinho.

_Eu te amo, Fabíola! Eu te amo _ sussurrou e deixou Fabíola sozinha, na cama.

   Amava Fabíola demais.

     Chegou no quarto e viu que seu anjinho dormia.

 Deitou a cabeça no travesseiro e suspirou, fechando os olhos. 


Notas finais:

;)



Comentários


Nome: Ana_Clara (Assinado) · Data: 10/02/2016 02:24 · Para: Capitulo 17

E aconteceu! Bom, agora é encarar a realidade das ações. 



Resposta do autor em 10/02/2016:

Pois é.. Aconteceu sim, Ana.. Hahaha.. 

 

Um beijo, menina 😘



Nome: lucy (Assinado) · Data: 26/01/2016 22:15 · Para: Capitulo 17

O Gelo derreteu derramou.. se esvaiu kkk e amou ,tomara que Fabíola

abra os olhos antes que perca a dra Erin mas pra isso ela tem que resolver

esse passado que envolve Erin e seus país ou somente o.pai...estou torcendo 

pra ela conseguir através desse amor se libertar desse rancor e ser  feliz com Erin e a filha

#Fab/Erin kkkk

Capítulo. Very Verh Hot !!! Urruuuu !! rs  Uffa , 

Bjs , Nota : trocentos Mil !!! Kkkk xaaaau guria 



Resposta do autor em 27/01/2016:

Kkkkkk... Pois é , Lucy.. Na torcida pela Fab e a Erin.kkkkkkk

Realmente. A Fa precisar enterrar o passado.

 

Beijos querida Lucy. 😘



Nome: Heloisa (Assinado) · Data: 26/01/2016 05:20 · Para: Capitulo 17

Também penso que esse conto podia terminar diferente...

Erin já se apaixonou uma vez por uma mulher,não? Por razões diversas,não deu certo, E ,foi casada com homem...que tal fazer diferente e ela se apaixonar pelo empresário galanteador Italiano??? Rsrsrrs 

Possibilidades e leveza de espírito ...Parece que ele tem ambas as duas coisas e,sempre são bem vindas à alma de uma mulher afetiva e dócil...O que acha?!

Abs,



Resposta do autor em 27/01/2016:

Kkkkkk... A Erin com o Lorenzo?! 😂😂😂😂

Eu vou ser apedrejada se ousar fazer isso..kkkkkk

Eu gostaria de um Lorenzo desse para mim. É ousado e galanteador.. Kkkk...brincadeira. Eu gostaria mesmo era de uma doutora como a Erin.. 😂😍.

 

Beijos, até. ;)



Nome: Heloisa (Assinado) · Data: 26/01/2016 05:00 · Para: Capitulo 17

Oi...coitada dessa médica...deve só ter participado na morte da mãe ou do pai dessa maluca ,quando era uma jovem  cirurgiã e é perseguida até hoje...rsrssr

Mas ,pelo caminho do conto...Vai dar nó,no fim do caminho,espero!rsrssr

Desejo ,Luzes de imaginação contínua à você,autora...

Obrigada.

 

 



Resposta do autor em 27/01/2016:

Oi, Heloísa..obrigada. 

Eii, menina, vai dá nó no fim do túnel sim ...

 

Hahaha.. 

 

Beijos, querida. 😘



Nome: olivia (Assinado) · Data: 25/01/2016 23:33 · Para: Capitulo 17

Hoje amanheci com avó atras do toco,mas quando ligo o computador e dou de cara esse capitulo maravilhoso e longo, pensei estou sonhando,mais que sonho que nada ,é simplesmente minha torturadora de gatas no cio.Ai que capitulo é esse minha gente? Tiro o chapeu,a cartola,o boné e até minhas tranças em reverencia a Vossa Excelêntissima Autora THAA!!!!!!!!!!!!!!Mil bjs



Resposta do autor em 27/01/2016:

Awnnn.. Olivia, agora você me fez sentir honrada.  *_* 🌹

Obrigada minha querida Olivia!!!!

Olivia, me aceite lá no seu face menina.. Kkkk

É: Srta Thaa DCaldarelli. 

 

    Beijos, querida.. Esses capítulos são sempre delicados. 😊😘



Nome: kikapaula (Assinado) · Data: 25/01/2016 05:14 · Para: Capitulo 17

adorei espero que fabila abrande mais este coração e não fique maguando a erin



Resposta do autor em 25/01/2016:

Hihihi... Oi KPaula.. Eu também espero.. Kkkkkk

 

Beijos , até 😘



Nome: jull (Assinado) · Data: 25/01/2016 03:25 · Para: Capitulo 17

Show  este capítulo 👏👏👏👏👏👏

Será q agora este coração de pedra da Fábiola amolece  ?? 😕😕😕

Bjos 



Resposta do autor em 25/01/2016:

Oi, Jull, garota. Obrigada , mas vamos esperar para ver, não é mesmo...hihihu.

Beijos e até 😘



Nome: graziela (Assinado) · Data: 25/01/2016 02:55 · Para: Capitulo 17

Demais.  Finamente Fabiola "foi fazer a unha"  com a Erin, e na Itália. Kkkkkkk

Agora aguardar o próximo capítulo,  para saber se Fabiola vai ignorar o que aconteceu,  ou se irá querer mais,  muito mais. 



Resposta do autor em 25/01/2016:

Kkkkkkkkkkkkk. Ai, Grazi, ela foi fazer unha e muito bem feira.... Toda vez lembro fico rindo... Haha... Esse negócio da Fabíola é hilário demais! 

Esse capítulo foi o mais difícil... Não quis ser extravagante, nem muito fria. 

Doce🍭 e quente🔥... Kkkkk

Beijos minha linda, Grazi. 😘😊



Resposta do autor em 25/01/2016:

"Feita" e não "feira".

Esse meu cursor é 🔥 



Nome: Pryscylla (Assinado) · Data: 25/01/2016 02:06 · Para: Capitulo 17

Nossa esse capítulo foi edplendido,elas se amaram de forma doce e quente também. Uma pena que depois desse momento a raiva volte com tudo.

Bjus :)



Resposta do autor em 25/01/2016:

Oi, Pryscilla, pois então.. Vamos ver o que a Fabíola vai fazer depois deste capítulo... Kkkk

Beijos querida 😘



Nome: Lyn (Assinado) · Data: 25/01/2016 01:39 · Para: Capitulo 17

Só tenho uma coisa a dizer... Perfeito! 👏😍



Resposta do autor em 25/01/2016:

Oi , Lyn...obrigada, querida, beijos 😘😊



Nome: Mille (Assinado) · Data: 25/01/2016 01:24 · Para: Capitulo 17

Capítulo belíssimo, será que depois dessa noite a Fabíola ainda tratará a Erin do.mesmo jeito.

Acho que os muros da Fabíola estão caindo aos poucos é só ter mais um pouquinho de paciência.

Bjus amei o capítulo

 

 



Resposta do autor em 25/01/2016:

Oiii, Mille, minha linda.. Vamos ver o que acontece, não é mesmo..kkkkkkk

 

Beijos querida, até!!! 😊😘



Nome: Paloma Lacerda (Assinado) · Data: 25/01/2016 01:10 · Para: Capitulo 17

Q maldade Nay rsrs. Delicioso e esperado capítulo. Adorei! !!



Resposta do autor em 25/01/2016:

Kkkkkkkkkk. Tas vendo, Paloma, como a Nay é?! Kkkkkk

 

Já quer acidentar a pobre da doutora.. Kkkk

 

Obrigada, Paloma.. Beijos querida 😘



Nome: silva (Assinado) · Data: 24/01/2016 23:51 · Para: Capitulo 17

Esse capítulo foi de tirar o folego, simplesmente sem palavras 😍 ... Mas a cada dia fico curiosa para saber o porque de Fabíola ter contra a doutora Erin, quero saber o que aconteceu no passado.😞

 

 

 

AGUARDANDO O PRÓXIMO CAPITULO 😘😙😚



Resposta do autor em 25/01/2016:

Oi, Silva.. Tenho certeza de que esse é o momento mais esperado por todas as leitoras que acompanham a história... Mas, contudo, porém, todavia, chegaremos a ela, com cautela... Hihihi..

Beijos, querida, até 😊😘



Nome: Ada M Melo (Assinado) · Data: 24/01/2016 23:16 · Para: Capitulo 17

que cap show!!! mas sera que o gelo derreteu pelo ou menos um pouquinho?



Resposta do autor em 25/01/2016:

Kkkk... Oi Ada, obrigada... Mas veremos no próximo capítulo, não é mesmo.. Hahaha

Beijos, querida, até. 😘😊



Nome: NayGomez (Assinado) · Data: 24/01/2016 23:13 · Para: Capitulo 17

Ps!  Faz a Erin sofrer um acidente pra Fabíola perceber e sentir o desespero de perder a pessoa que ama...  Muhamuhamuhamuha.... 



Resposta do autor em 25/01/2016:

Kkkkkkkkkk.. Oi, Nay minha linda.. Você já quer acidentar a Erin?! Mas menina.. Kkkkk

Tu é mal é.. Kkkk

 

Beijos querida Nay 😊😘



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