Desejo e loucura por Lily Porto


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Clara

O médico entrou nos cumprimentado, em seguida fez algumas perguntas de praxe. Conferiu peso, altura e prescreveu alguns exames. Segundo ele, estava suspeitando que eu estivesse anêmica, e como aparentemente eu estava entrando na oitava semana de gestação, isso não era bom para nenhum dos dois. Volto amanhã para fazer o ultrassom e passar na nutricionista. Agnes pediu urgência e fez questão de pagar tudo pelo particular. Mesmo eu argumentando que esperava marcar pelo convênio, mulher mais agoniada.

Cada minuto que passa gosto mais da companhia dela, me sinto um pouco mais segura sabe? Mas não quero que ela pense que é por conta do dinheiro. É que com ela por perto, me olhando com esse olhar carinhoso e confiante é como se eu começasse a me reencontrar.

Percorremos todo o caminho de volta pra casa caladas, volta e meia ela pegava o celular, acho que estava trocando mensagens com alguém, virei o rosto para a janela e fiquei observando a paisagem. Eu me vi com o pensamento longe, precisava arrumar uma maneira de comunicar meus pais da gravidez.

Pensei que voltaríamos pra empresa, afinal estávamos no meio do expediente, e de certa maneira eu já me sentia melhor. Mas quando me dei conta o motorista já estava estacionando na frente da minha casa. Eu até tentei argumentar com Agnes, eu ainda tinha muita coisa pendente na vinícola, mas ela é cabeça dura demais! Nossa!

Ela me acompanhou até a porta, antes de me despedir disse envergonhada:

– Desculpa ter atrapalhado o seu dia. Você com um monte de problemas para resolver na empresa e eu te fiz sair as pressas.

– Não faz assim, – tocou meu rosto gentilmente – você é muito importante pra mim. Foi a primeira amiga que fiz depois que cheguei. Tenho um grande carinho por você.

– Muito obrigada por tudo, você foi uma amiga e tanto. Depois me diz o valor dos exames, pra eu pagar.

– Nada de pagar exame. E amanhã, se eu não puder vir, o motorista virá te buscar para te levar ao hospital.

– Não precisa, eu posso ir de ônibus.

– Nada disso. Não vai ficar andando sozinha, não. – ela passou a mão no rosto e disse envergonhada: – Desculpa, não quero me intrometer na sua vida. Mas é que você ainda não contou a ninguém que tá grávida. E não é bom andar sozinha agora, suas crises de enjoo estão constantes pelo o que vi hoje. E como vai fazer exames, é bom ter alguém para acompanhar.

– Não tem porque se desculpar, – alisei seu rosto e sorri: – agradeço muito por sua preocupação. Eu vou conversar com meus pais. Acho que eles vão pirar, afinal, o Alex não vai ajudar em nada, e no momento minha estrutura emocional e financeira estão péssimas para criar um filho. Mas como lhe disse, eu vou ter o bebê e vou cria-lo.

– Olha, se quiser, te levo lá. E digo a eles que o bebê é meu – piscou pra mim sorrindo. – Quanto a questão financeira, já disse que posso te ajudar. E as portas da minha casa estão abertas para vocês.

– Não posso abusar de você a esse ponto. Mesmo assim, muito obrigada.

– Não é abuso. É um prazer poder te ajudar. Agora preciso ir. Qualquer coisa me liga, tá. – me deu um beijo suave no rosto, seguido de um abraço acolhedor, senti meu corpo arrepiar com aquele contato.

Depois que cheguei tomei um banho rápido e deitei, tive outra crise de enjoo, por isso deitei e pelo o que percebo, peguei no sono, afinal, já até escureceu. Estava deitada quando ouvi a campainha tocar, levantei tateando o interruptor, minha cabeça estava pesada. Era só o que faltava, além do enjoo, dor de cabeça. Ao abrir a porta, me deparei com uma Lívia preocupada:

– Graças a Deus, – me abraçou – te liguei a tarde inteira.

Me desvencilhei dela e corri para o banheiro, ela veio logo atrás e parou no corredor. Quando sai do banheiro, ela estava encostada na parede com os braços cruzados. Me olhou séria, dizendo:

– Então, foi por isso que sumiu a tarde inteira?

– Por isso o que?

– Quando ia me dizer que está grávida?

– Mas...

– Não tente mentir. Tem algum tempo que você vem apresentando essas crises de enjoo, lembro de quando estávamos na capital. Porque não me disse?

– E...eu estava com vergonha. Além do mais, não queria te incomodar com meus problemas.

– De onde tirou essa ideia maluca, você jamais me incomodaria. Quanto tempo tem a gravidez? O ba... – franziu a testa, e voltou a falar: – O Alex já sabe?

– Fui ao médico hoje, ele suspeita que estou entrando na oitava semana. Tenho outra consulta amanhã, e vou fazer o primeiro ultrassom. Mas pelos meus cálculos é mais ou menos esse tempo mesmo que tenho. – passei a mão no rosto – A última vez que transamos foi naquele final de semana que cheguei em sua casa achando que estava sendo traída. E sim, ele já sabe.

– Porque eu não gostei dessa resposta sua... – colocou a bolsa na mesa e ficou me olhando, até que disse: – O que ele achou da gravidez?

Era muita coisa pra contar, por mais que fossemos amigas, estava envergonhada. Ando com as minhas emoções a flor da pele, e não estava muito a vontade com aquela sabatina dela. Pensei em evitar a conversa que se seguiria, mas não adiantava mais fugir, respirei fundo dizendo:

– Liu, que tal tomarmos um café enquanto respondo as suas perguntas?

– Café? Hum, não! Você tá muito pálida, e com esses enjoos garanto que tá comendo bem pouco. Vou fazer uma sopa para nós.

– Mas, não quero te fazer perder tempo aqui. Você deve estar cansada, soube que teve reunião fora da empresa e tudo hoje.

– Cansada coisa nenhuma! E outra, estava preocupada com você, por isso vim preparada para passar a noite aqui. E agora, sabendo que em breve serei madrinha, não vou mesmo te deixar sozinha.

– Liu, e sério. Não precisa ficar preocupada, eu estou bem. A Agnes me levou ao médico já...

Me interrompeu dizendo divertida: – Falando nela, quero saber que história é essa de ter saído da empresa de mãos dadas com a Ag – sorriu. – Olhando bem, até que vocês formariam um belo casal.

– Você tem cada ideia, que bobagem Liu. A Agnes está com você, até onde eu saiba.

Ela parou o que fazia e me olhou: – Não tenho nada com ela. A gente se curte, mas não há compromisso. E nem me iludo pensando em algo assim. Apesar de ser uma companhia maravilhosa, ela precisa de uma mulher assim como você, pra poder deixar a solteirice. E eu preciso de uma mulher com características totalmente diferentes das suas, para tal.

– Para de falar gesticulando com essa faca na mão, isso dá medo. E você me deixou confusa, explica isso, por favor.

– Simples. A Ag é doce, carinhosa, atenciosa, e muito na dela. Por isso disse que ela precisa de alguém com o seu perfil, para deixar a solteirice.

– Porque você é uma mulher que gosta de agitação e pegação, é isso?

– Basicamente, mas não vem com essa sua ideia errada sobre eu gostar de pegação não. Estou achando que preciso aquietar, conhecer alguém para namorar sério e quem sabe até casar daqui a uns 20 anos. – gargalhou – Mas agora fala, quero que responda o que te perguntei.

– Sobre ter saído de mãos dadas com a Agnes?

– Também, mas me referi ao que o Alex achou quando você contou da gravidez.

– Ah isso – respondi tentando não demostrar minha tristeza. – Vou resumir, e você só da sua opinião no final. Ou então, paro de falar e você não vai saber de nada.

– Nada de resumo, – gesticulou mais uma vez com a mão que segurava a faca – pode contar tudo. Vou tentar me controlar, e só falar quando você terminar sua narrativa. – virou bruscamente – Por favor, comece pela conversa com o Alex.

– Para de ficar fazendo arte com essa faca Lívia, assim vou ter um ataque cardíaco. Afff.

– Exagerada demais você, nossa! Eu sei o que estou fazendo. Agora começa a falar.

Narrei pra ela tudo o que aconteceu, a começar pelo dia que fiz o teste de farmácia e ainda mantive a esperança de ter sido um resultado errôneo, por isso optei por fazer o Beta HCG antes de conversar com o Alex. Relatar tudo aquilo para ela por mais incomodo que fosse, estava me deixando mais leve. Assunto conversa com Alex encerrado, passei a narrar como a Agnes tinha descoberto a minha gravidez, quando cheguei a parte da ideia do aborto, os olhos da Liu pareciam que iam saltar do seu rosto. Ao final de todo o relato, ela disse com um misto de seriedade e graça, puxando a cadeira para sentar ao meu lado:

– Onde estava com a cabeça, quando pensou nessa probabilidade de aborto Clara Vidal?

– Liu, era a única saída que eu tinha!

– Você só pode ter surtado no momento em que pensou nisso. Porque não me contou o que estava acontecendo, Clara? Somos irmãs de pais diferentes, e no primeiro problema que aparece, você esquece disso. E parte para o primeiro açougueiro que encontra. Estamos falando de uma vida, não de uma roupa que você compra em uma loja, e quando vai experimentar não gosta de como ficou, e se livra dela na primeira oportunidade.

– Eu... eu sei. – abaixei a cabeça envergonhada – Não me sinto lisonjeada por ter tido esse pensamento, não. Se é o que está achando.

– Clara, – segurou minha mão – o que tá acontecendo realmente? Você não pensaria em aborto, apenas porque o Alex disse que o filho não era dele, e ainda teve a infeliz ideia de te apoiar, – balançou a cabeça – que idiota em achar isso, mas não quero falar da falta de hombridade dele. Quero saber o que está acontecendo com você. Afinal, a Ag foi um verdadeiro anjo enviado por Deus pra te fazer pensar na grande besteira que ia fazer. Prefiro nem pensar onde estaria te visitando a essa hora, se ela não tivesse aparecido na sua sala.

– Desculpa, Liu. Eu sei que fui fraca... mas...

– Mas o que? Diz pra mim o que tá acontecendo, deixa eu te ajudar minha amiga.

– Lívia, – inspirei fundo – acho que vou precisar voltar pra casa dos meus pais. Não tenho como arcar com as despesas de uma gravidez. E agora tenho plena certeza que não vou tirar meu filho, mas sei também que não consigo arcar com casa, filho e as despesas que ainda ficaram do meu casamento.

– Como assim, o que quer dizer com isso? O Alex não te ajudou a pagar as coisas?

Sorri fraco: – Liu, ele insinuou que meu filho é de outro. Acha mesmo que ia pagar as despesas de um casamento que não aconteceu?

– Clara, vocês planejaram tudo juntos, posso saber porque só você arcou com a despesa?

– Ele tinha feito um investimento em alguma coisa, segundo ele, para garantir o nosso futuro, e como estávamos ambos trabalhando, e moraríamos aqui, onde o custo de vida é mais barato que na capital, pagaríamos o que faltava e nem sentiríamos.

– Filho da puta! Por isso vendeu seu carro?

– Vendi o carro, estourei o limite do cartão de crédito, limpei minha poupança... ou seja, estou quase zerada.

– Quanto foi esse casamento pra ter te depenado assim? – perguntou assustada.

– Melhor não falarmos sobre isso – tentei levantar.

– Clara! – segurou meu braço para que eu voltasse a sentar – Me diz, deixa eu te ajudar. Tenho uma grana guardada, deve dar pra você ajustar o que falta. Podemos morar juntas, você economiza com o aluguel também e eu te ajudo a cuidar do meu afilhado. Agora fala, de quanto precisa pra terminar de quitar esse casamento que só lhe trouxe pesadelos?

– Pra resolver tudo que falta, preciso de quase 20 mil.

Ela me olhou espantada: – Porra! Foi o casamento de uma princesa? Amanhã a gente passa no banco e vê isso, tá. Eu posso te ajudar, fiz alguns investimentos a um tempo e tenho esse valor.

– Não precisa Liu, a grana é sua. Você tem planos pra ela já, desencana.

– Você vendeu seu carro Clarinha, entregou a casa lá que iam morar juntos e mesmo assim não conseguiu grana pra pagar tudo. Quanto foi esse casamento, afinal?

Inspirei fundo: – 45 do casamento e festa, mais 15 com despesas como mobilha, aluguel de lá e daqui... Não precisa dizer, eu sei que foi loucura, fazer isso. Mas eu estava apaixonada, e estava planejando a vida que eu jurava que seria “eterna”. Não achei que fosse ter tantas surpresas no meio do caminho.

– Nem sei o que dizer a você. Mas, você não tá sozinha nessa e amanhã resolveremos tudo isso.

– Não se preocupa Liu. Eu vou falar com meu pai, ele vai poder me ajudar

– Não precisa. Pode deixar que eu te ajudo, – disse marota – e outra, nada de voltar pra casa deles. Não vou ficar nessa cidade sozinha. Se você for, eu vou embora também.

– Para com isso. Você já está bem grandinha, além do mais, seu Giovani não vai gostar nada de perder você como funcionária.

– Nem você. Sabe quais são os planos dele para você futuramente. A presidência da empresa é sua.

– Nada disso. É da Agnes.

Gargalhou: – Por direito sim, mas ela não vai aceitar. A Ag detesta escritório, tá chateada com a burocracia que envolve o setor de exportação e todo aquele problema que eles tiveram por lá esses dias.

– Ela tem cara mesmo que não é muito chegada a escritório, papeladas, dias inteiros dentro de reuniões... – sorri ao lembrar dela – Mas mesmo assim, preciso pensar no meu presente agora. E talvez um dia eu volte para cá.

– Para com essa ideia de que vai embora. E que sorriso foi esse enquanto falava da Ag? Clarinha, Clarinha... isso em minha terra tem nome de paixão.

– Você e suas ideias malucas. Nada de paixão, ela é só uma amiga que me passa uma segurança muito grande. Acredita que ela me ofereceu a casa dela pra morar com o meu bebê, disse que a casa é grande o suficiente para nós 3.

Gargalhou: – Sério isso?

– O que Lívia?

– A Agnes é uma mulher incrível! Vai por mim.

– Estou percebendo que sim, muito fofa e preocupada. E um pouco cabeça dura também.

Ela me olhou de canto e disse divertida: – Mas mudando de assunto, amanhã sua consulta é que horário? Vai sozinha?

– A Agnes ficou de ir comigo, mas disse que mesmo se não pudesse mandaria o motorista. Ela ficou de avisar, mas sei lá, estou com vergonha de ligar pra perguntar se ela vai mesmo, ou não.

– Não seja por isso – pegou o celular e discou alguns números, logo começou a falar: – Você vai poder acompanhar a Clarinha, amanhã? – fiz um movimento com a mão pra que ela parasse de falar, mas ela não deu importância, e continuou: – Não precisa, vou com ela. Pode deixar, vou conversar com essa cabeça dura. Boa noite, obrigada. Beijos, tchau.

– Você perdeu o resto do juízo! Pra que incomodar a Agnes a essa hora?

– Que incomodo que nada, ela me atendeu rapidinho, disse até que estava prestes a te ligar pra avisar que só ia mandar o motorista. Ela tem uma reunião inadiável amanhã na empresa. E vai fazer uma viagem com seu Giovani, só retornará a noite.

– Ahh, ela não vai. Entendi... – queria que ela fosse e de certa forma fiquei triste – Você disse que vai comigo, é isso?

– Vou sim, quero participar de todos os momentos da vida do meu afilhado, ou afilhada. Falando nisso, amanhã já poderemos saber o sexo do bebê?

– Não, amanhã vamos saber como o feto está, formação, batimentos cardíacos, tamanho e confirmar com quantas semanas eu estou. Mas creio que em breve poderei fazer o ultrassom morfológico para descobrir o sexo, mas não sei se quero.

– Ah, para com isso. Nada de só descobrir o sexo no nascimento, por favor!

– Curiosa hein, dona Lívia Alencar!

– Claro que sim. Agora, vamos degustar a minha maravilhosa sopa. A senhorita precisa se alimentar por dois.

Logo ela nos serviu e engatamos em um papo mais animado e descontraído, ela estava curiosa pela volta da Kiara, disse que ficou intrigada com a moça. E queria uma oportunidade para conversar melhor com ela. Terminamos de jantar, e ela fez questão de arrumar a cozinha. Não sem antes me expulsar de lá, segundo ela eu precisava descansar. Voltei para o quarto, aproveite que o enjoo tinha dado trégua, e fiquei pensando em tudo o que tinha conversado com a Liu... eu tinha certeza apenas de uma coisa, agora mais do que nunca eu ia ter e criar meu filho, com ou sem o auxílio do pai dele... em meio a esses pensamentos, adormeci.

Nome: Tekaxaviers (Assinado) · Data: 16/05/2018 22:49 · Para: Capitulo 16 - Clara: Carinhos e cuidados...

É Clara o caminho é tortuoso mais Agnes está ao seu lado é só permitir!!!!



Nome: mtereza (Assinado) · Data: 06/05/2018 13:47 · Para: Capitulo 16 - Clara: Carinhos e cuidados...

Creio que  o contato q elas terão a partir de agora por conta do bebê irá se encarregar de despertar os sentimentos que já existem entre ambas 



Resposta do autor:

Oiie!!!

Elas têm um belíssimo elo de ligação agora, e caso se permitam, será um bom início para uma relação futura.

Se cuida querida, bjs.



Nome: patty-321 (Assinado) · Data: 27/04/2018 22:22 · Para: Capitulo 16 - Clara: Carinhos e cuidados...

Clara ta sim interessada na Agnes. Sem se tocar. A livia e muito fente boa. Bjs



Resposta do autor:

Oiie!

Parece mesmo, né, ter um "desejo" oculto dela pra Agnes. 

A Liu, é uma irmãzona mesmo. Jamais deixaria a amiga sem ajuda em um momento desses. 

Bjs querida, se cuida. 



Nome: Silvia Moura (Assinado) · Data: 25/04/2018 20:46 · Para: Capitulo 16 - Clara: Carinhos e cuidados...

Olá... sua estoria é tão bacana, estou gostando muito, fico torcendo para que poste logo outro capitulo, e parece-me que a Agnes é bem centrada. a maturidade talvez, interessante demais o enredo, bem;fica com Deus e até mais...



Resposta do autor:

Bom dia, Silvia! Tudo bem? Seja bem vinda por aqui.

Fico feliz em saber que está gostando do enredo, e mais tarde tem capitulo novo.

A Agnes passou por uma "desilusão amorosa" cedo, e carrega consigo esse sentimento de perda até hoje... então de certa forma amadureceu com esse sentimento, e a maturidade dela foi um bem necessário, afinal, saiu do interior onde tinha o aconchego dos avós, para se aventurar em uma carreira fora do pais e sozinha.

Obrigada pela companhia, e fica a vontade, tá. 

Se cuida querida, bjs.



Nome: Baiana (Assinado) · Data: 25/04/2018 19:55 · Para: Capitulo 16 - Clara: Carinhos e cuidados...

Acho que a Livia já percebeu que entre a Clara e a Agnes rola mais do que amizade, e só as duas não se deram conta disso! Será que ela vai dá uma de cupido? 



Resposta do autor:

Bom dia, Baiana!

A Liu deu uma boa sacada, viu. A questão é "fazer" Agnes e Clara perceberem o mesmo, mas tá valendo. E quem sabe o cupido do amor consegue fazer elas enxergarem o que já parece óbvio, rsrs.

Se cuida querida, bjs. 



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