Sunshine: esperança. por femarques


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CAPÍTULO 15

 

O chão coberto por uma fina camada de neve que começara a cair dificultava a corrida, mas não impedia. O ritmo lento, mas preciso, de meus pés batendo contra o chão se misturava ao ritmo da música preferida de Scoutt que gritava aos meus ouvidos. Outra resistência a ela era quebrada, e agora meu iPod estava recheado de Scoutt.

            Meus pulmões já estavam um pouco doloridos de tanto puxar aquele ar gelado conforme minha respiração acelerava mais e mais. Estava na última volta de meu ciclo de corridas.

              Fiz questão de acordar ainda mais cedo hoje para correr bastante e liberar toda a adrenalina que sentia por saber que Scoutt chegaria a Chicago hoje para a reunião final amanhã sobre seu livro. Tinha todos os gráficos financeiros prontos, a edição do livro planejada e algumas datas a serem acertadas e, portanto, precisava de sua assinatura. Meu corpo todo, desde a noite anterior, estava agitado, como se as horas não passassem, como se eu pudesse sentir na pele a presença dela se aproximando, toda a energia que ela traria consigo chegando perto de mim.

            Parei de correr com esse pensamento e apoiando as mãos nos joelhos, um pouco curvada, passei a respirar fundo em outra crise de falta de ar. Estava me entregando mais do que queria e podia a Scoutt, a estar perto dela, e mal sabia explicar o motivo disso. Quanto mais eu penso em ficar distante, em manter a minha vida, mais perto dela eu estou.

            Não sei por quanto tempo fiquei parada nessa posição apenas me concentrando na música e respirando devagar o suficiente, com o peito pesado e o corpo todo endurecido. Já sentia meu corpo começar a esfriar pelo vento gelado e o frio que fazia. Comecei a caminhar devagar de volta para o apartamento, que não era muito distante do parque.

            Cumprimentei o porteiro quando passei por ele e tive que ouvir o mesmo comentário de quando saí de manhã.

            “Sair para correr nesse frio não é mole, hein.”

            Apenas dei um sorrisinho para ele e concordei, indo direto ao elevador.

            Allegra já estava fazendo o café quando entrei. Desde a briga por causa do livro, que já faz quase uma semana, eu e ela estamos levando as coisas. Preferi dar o tempo necessário a ela para que entendesse ao invés de pressionar. Tom e Tina concordaram que meu comportamento de dar esse tempo é apenas uma desculpa para que eu possa pensar em Scoutt sossegada enquanto Allegra lida com meu passado sozinha. É claro que eu discordei dos dois e ainda briguei com eles.

            “Demorou sua corrida hoje.” Ela comentou enquanto encarava o café e não se virou para me olhar e sorrir, como era de costume.

            “Está nevando, tive que ir mais devagar, então dei mais voltas.” Respondi enquanto tirava os fios do iPod debaixo de minha roupa e os enrolava no aparelho.

            Fui até Allegra, segurei em sua cintura com as mãos, mas sem abraçá-la, e beijei sua nuca.

            “Vou tomar banho.”

            E então a deixei sozinha e fui para o banheiro, enquanto no caminho deixei meu aparelho de música em cima da cômoda no quarto e peguei meu celular, já que nunca o levo para correr.

            Trancada no banheiro, vi que tinham três mensagens não lidas em meu celular.

            Uma mensagem de Tom “Eu e Adele achamos um apartamento em Chicago. Até mês que vem estamos chegando.”

            Deixei para responder depois quando pudesse ligar para ele. A água do chuveiro esquentava enquanto eu, encostada na pia e tirando os tênis e meias com os próprios pés, lia as outras duas mensagens.

            “Bom dia, linda.”

            “Meu voo é logo depois do almoço. Estarei em Chicago até o anoitecer.”

            Abri um sorriso largo e suspirei. Levei o celular até os lábios e o pressionei ali como que para conter o sorriso. Não era para me sentir tão feliz e excitada de tanta expectativa só por receber uma mensagem dela. Se eu respondesse, estaria dando a ela a oportunidade que vem buscando de se aproximar de mim, mas se não respondesse, estaria mentindo a mim mesma.

            Resolvi pensar como Tom: que não estou amarrada a Allegra e quem sabe, minha vida pode mudar? Scoutt foi sincera comigo sobre seus problemas e tornou tudo mais compreensível, então posso ser amiga dela, não é?

            Encarei a tela do celular enquanto meus pensamentos me confundiam e, já com o banheiro tomado por fumaça da ducha quente que saia e embaçava o espelho e o box do chuveiro, decidi responder à mensagem e entrar logo no banho.

            “Oi. Boa viagem.”

            Demorei no banho mais do que o normal, sabendo que iria me atrasar para chegar a empresa, mas também enrolaria para ver se Scoutt respondeu a minha mensagem.

            Carreguei o celular comigo, sem coragem para olhar ainda se tinha resposta, e me troquei, vestindo uma calça social preta, uma blusa branca de mangas compridas de malha justa, e por cima um blazer preto. Prendi minha franja para trás, enrolei no banheiro para me maquiar e por fim, depois de arrumar minha bolsa, fui para a cozinha, onde Allegra já estava à mesa tomando café.

            Me servi do que ela havia preparado e enquanto mastigava os ovos mexidos, decidi olhar o celular, e lá estava, mais duas mensagens dela.

            “Ganhei o dia com a sua resposta.”

            “Estou com saudades de ver você, já que ainda não posso te tocar como eu quero.”

            Olhei para Allegra com os olhos arregalados, vendo que ela me encarava de volta, e engoli com dificuldade, tossindo algumas vezes, sentindo todo meu corpo se agitar com o pensamento de ser pega, tanto por Scoutt com todo seu jeito malicioso, como por minha namorada caso ela descubra essas mensagens.

            “O que foi, Mea? Parece que viu um fantasma.”

            Neguei com a cabeça e tomei um bom gole de café. “Não, não é nada. Só me engasguei.”

            Digitei uma mensagem rápida como resposta. “Não pode falar isso para mim enquanto sou sua amiga.”

            E logo o celular vibrou de volta. “Enquanto? Quer dizer que a situação pode mudar?”

            Abri um sorriso largo e ri baixinho dela, do seu jeito de sempre tirar proveito das coisas e mexer comigo de uma forma que só ela sabe.

            “Porque está sorrindo?”

            Olhei assustada para Allegra e dei de ombros, começando a mastigar outro pedaço dos ovos.

            “Vai ficar no celular enquanto come?”

            “Estou falando com Tom.”

            “Tudo bem com ele?”

            “Ah, sim. Ele está ótimo. Acho que se muda com Adele mês que vem ou antes.”

            Allegra apenas concordou com a cabeça e se levantou da mesa. “Deixa a louça que eu lavo quando chegar.”

            Veio até mim, me deu um beijo no topo da cabeça e saiu para trabalhar sem insistir em dizer que me ama.

            “Você sabe o que eu quis dizer, se comporte.”

            “E você sabe que eu não me comporto nunca, e você sempre gostou. Lembra quando peguei na sua bunda no mercado?”

            “Vou dirigir, tchau.”

            Já no estacionamento do prédio e rindo sozinha de sua última mensagem, entrei no carro e rezei para que o trânsito estivesse tranquilo e eu chegasse logo a empresa para pegar o celular.

 

            “Você não vai sair desse celular?”

            Tina perguntou enquanto entrava na minha sala carregando mais papeis do que ela parecia suportar, despejando-os todos em minha mesa.

            “Não estou no celular.” Respondi escondendo o aparelho entre minhas pernas.

            “Está bem, fique namorando nesse celular. Olha, tem algumas contas aqui que precisam da sua assinatura e outras que querem fechar contrato, leia o meu relatório das reuniões e escolha quais contas você quer. Estarei esperando.”

            “Sim, senhora.”

            Tina sorriu para mim e foi em direção a porta. Peguei o celular e coloquei em cima da mesa.

            “Tina?”

            Ela parou com a mão na maçaneta e se virou para mim. “Sim?”

            “Como sabe que estou...”namorando...”” Perguntei fazendo aspas com os dedos. “...no celular?”

            “Ué, pela sua cara. Está toda corada e sorrindo sem parar. Já entrei aqui duas vezes e você mal me respondeu. O papel que deixei na sua mesa há meia hora está na mesma posição. E pelo jeito, não é com Allegra que está trocando mensagens.”

            Tina terminou de falar e piscou para mim, com um sorriso de orelha à orelha e deixou a sala, fechando a porta atrás de si. Fiquei olhando para a porta e a sala vazia boquiaberta por um tempo.

            Pisquei algumas vezes para voltar a realidade e olhei para a mesa cheia de papeis.

            “Vai pegar seu voo, já está quase na hora do almoço. Está me atrapalhando de trabalhar.”

            “Você nem percebe, mas está sempre mostrando que ainda tenho influência sobre você.”

            “Você não sabe conversar como uma pessoa normal?”

            “Ai ai. Não é isso, é que eu vejo como você ainda gosta de mim, e isso é bom.”

            “Além de chata é convencida.”

            “E você gosta, não me faça repetir isso.”

            Bufei, tentando ficar irritada com Scoutt por ser tão convencida e me atingir tanto, mesmo que com bobagens. Me sinto uma garotinha apaixonada e isso não é bom. Resisti tanto até agora e com uma única mensagem eu me entreguei a insistência dela e agora não consigo sair.

            Tirei uma foto de minha mesa cheia de papeis e enviei a ela com a legenda de “preciso trabalhar.”

            “Que mesa bonita. Eu poderia jogar toda essa papelada no chão e te jogar em cima dela e...”

            Meus olhos saltaram à tela e fiquei a encarando de queixo caído, ao mesmo tempo que um rubor de vergonha queimava minha pele, sentia um calafrio queimar meu corpo e minha virilha começar a formigar. Scoutt me enlouquecia, e isso eu não posso negar.

            Escondi o celular de mim mesma dentro da gaveta e tentei focar nos papeis, mesmo que meus pensamentos insistissem em ficar em torno da última mensagem atrevida.

 

            Levei a tarde toda para ler, assinar e selecionar tudo aquilo que Tina me deu, mesmo que tivesse cortado metade do meu horário de almoço, o que Allegra não gostou muito. Tive que desmarcar com ela o almoço e fiquei na empresa, onde comi um sanduíche que Tina me trouxe.

            Minha atenção, apesar de dividida no trabalho e em Scoutt, ainda tinha que se preocupar com Allegra. Evitar o almoço com ela foi ruim, mas no fundo, dividindo também meus sentimentos e me deixando confusa, eu sabia que era um alívio não ter de encará-la agora. Era como se quanto mais eu falasse com Scoutt, mais eu queria evitar Allegra, mais fácil era parar de pensar nela, e isso não era nada bom.

            Com duas batidas na porta, Tina pediu licença e entrou na sala no fim da tarde.

            “Mea, são seis horas, precisa de mim ainda?”

            “Não, pode ir. Vou terminar, faltam dois contratos e então vou embora também. Deixo tudo na sua mesa, tudo bem?”

            “Claro, obrigada. Não precisa mesmo de mim agora?”

            “Não, pode ir.”

            “Até amanhã então.”

            “Até amanhã, Tina.”

            Sorrimos uma para a outra e ela se foi, assim como a maioria dos funcionários do andar.

            Quase sete horas da noite terminei todos os contratos, arrumei os papeis e, carregando minha bolsa, passei pela mesa de Tina e os deixei ali. A maioria das luzes apagadas dos escritórios me fazia pensar em Scoutt, nos fins de tarde com ela em seu apartamento, enquanto só a luz do sol se pondo iluminava o quarto, deixando tudo à meia-luz.

            “Vou trabalhar até tarde, amor.”

            Não esperei para ver se Allegra responderia a mensagem cheia de mentira que enviei, e com a decisão tomada, deixei o trabalho e dirigi o mais rápido que pude ao som de Arctic Monkeys pela avenida que me levaria ao aeroporto a tempo de receber Scoutt.

            Com a respiração desregulada, corri ao primeiro balcão de informações que vi e chequei se o voo de Seattle já havia aterrissado e me garantiram que não, me pedindo para aguardar de frente para o portão C.

            Com os braços cruzados, tamborilando os dedos nos braços e os pés batendo contra o chão sem parar, fiquei encarando o portão por vinte minutos desesperadores. Tive vontade de sair correndo e de voltar para meu apartamento, com minha namorada que devia estar preparando o jantar a uma hora dessas, que merecia que eu estivesse lá de corpo e alma, mas cá estou, me enfiando em uma fria, mentindo para ela e desmoronando cada vez mais com tudo o que prometi a mim mesma sobre me afastar de Scoutt.

            Finalmente o portão foi aberto e algumas pessoas começaram a sair de lá com suas malas, até que vi Scoutt, com seu cabelo marca registrada preso em um coque irresistível de quem acabou de transar e continua linda mesmo assim, uma calça jeans apertada e escura, com os joelhos rasgados, tênis branco e um moletom cinza e largo.

            Ela abriu um sorriso largo quando me viu e caminhou com pressa em minha direção, largando a mochila no chão, do lado de seus pés. Sem pedir permissão, enlaçou os braços em minha cintura e me puxou para ela, me apertando contra seu corpo em um abraço aconchegante, cheio de vontade, e me deu um beijo demorando entre o maxilar e o pescoço, arrepiando minha pele.

            Se afastando de mim apenas um pouco, sem tirar os braços, ela sorria sem parar e me olhava nos olhos.

            “O que está fazendo aqui?”

            “Vim te buscar, amigas são para essas coisas, dar carona, não é?”

            Ela me soltou e pegou sua mochila, passando-a no ombro, e ria enquanto andávamos em direção ao estacionamento. “Se você prefere chamar isso de amizade pela sua própria consciência, tudo bem, Bradley.”

            Bati meu ombro nela e dei risada. “Deixa de ser chata.”

            “Se eu fosse tão chata...” Scoutt parou no meio da frase quando pegou um cigarro de seu maço de dentro da mochila e o colocou na boca, mas sem acender. “...você não estaria aqui.”

            “Fiquei com dó, os táxis em dezembro são caros.”

            Caímos na gargalhada, eu por estar nervosa e ainda tentar encontrar tanta desculpa para poder ficar perto dela, e ela por perceber tudo isso.

            Já dentro do carro evitei ligar o rádio para que ela não notasse quão na dela eu estou se AM começasse a tocar, e seguimos rumo ao endereço de hotel que ela me deu.

            “E então, vai ficar aqui até quando?”

            “Eu não sei, depois da reunião de amanhã acho que fico mais um dia e volto já que não serei mais útil.”

            “Entendi.”

            “E você, vai para Seattle quando?”

            “Depois que Tom vier para cá, pretendo ir pouco, só para ver minha mãe mesmo.”

            Olhei para o lado e vi que Scout me encarava segurando o cigarro entre os lábios.

            “O que foi? Não vai fumar?”

            Ela riu baixinho. “Não, agora não.”

            “Vai ser esquisita só, então.”

            Scoutt riu mais alto e bateu a mão na minha coxa, apertando de leve antes de tirar a mão, me fazendo prender a respiração e me sentir como se fosse explodir se respirasse. “Esquisita? Não perde o costume de me encher o saco, hein.”

            Ri dela e olhei mais um pouquinho para me deliciar com a visão de seus olhos claros, seu cabelo bagunçado, seus lábios segurando o cigarro, os mesmos que poderiam estar na minha boca, no meu corpo...

            “Mea! Acorda!”

            Arregalei os olhos assustada e pisquei, sem entender nada enquanto saia do transe. Scoutt segurava o volante com as suas mãos e desviava dos carros.

            “Ficou maluca, cara?!”

            Voltei a me concentrar na direção e tentava acalmar minha respiração depois do susto.

            “Desculpa, eu só...”

            “Só estava me olhando, eu sei. Mas quase me matou e não teria mais nada para olhar.”

            “Credo, Scoutt. Não fala assim.”

            “Vou fumar depois dessa.”

            Fiquei em silêncio apenas escutando suas mãos pegando o isqueiro na bolsa e acendendo o cigarro, abrindo a janela do carro para soprar a fumaça e guardando o isqueiro de volta.

            “Que horas é a reunião amanhã?”

            “Nove horas da manhã, Scoutt.”

            “Ah é, tinha me esquecido.”

            “Você e Megan se acertaram?”

            Scoutt deu uma risadinha que preferi ignorar para não me irritar com ela, principalmente por não ter mais o direito de reclamar de nada disso.

            “Só amizade, Bradley.”

            “Vai ficar me chamando pelo sobrenome?”

            “Acho que sim, eu chamava de Mea minha namorada, agora vou chamar de Bradley minha amiga. O que acha?”

            “Acho que você sabe como eu me sinto e fica me provocando.”

            Olhei para ela de relance, me arrependendo logo quando vi seu sorriso largo de criança quando ganha um doce. Na verdade, Scoutt nunca deixou de ser apenas isso, uma criança com problemas se divertindo e tentando se encontrar. Tão perturbada mas o mesmo tempo, com a doçura de uma criança inocente.

            “Eu sei como você se sente?”

            “Ah, Scoutt...” Comecei a falar enquanto já estacionava o carro em frente ao prédio com as paredes em azul escuro e algumas janelas quadradas e não muito grandes, com armaduras pretas. “...depois que me contou aquelas coisas, fiquei mexida. Se não fosse isso, não teria lhe respondido as mensagens hoje.”

            Abri um pouco a minha janela e deixei o ar gélido do anoitecer de inverno entrar no carro, arrepiando minha pele. O céu já estava escuro, sem muitas estrelas e tudo o que se viam cair dele eram flocos de neve, garantindo que as ruas ficariam bastante tomadas por neve.

            “Mea, eu fiquei aliviada de te contar aquilo, não foi para te deixar mais ou menos apaixonada.”

            “Mas me ajudou a entender e eu acabei sentindo coisas diferentes.”

            Olhei para fora e fiquei observando as pessoas cheias de roupas passarem, enquanto o vento batia contra meu rosto.

            “Que coisas diferentes?”

            “Eu não sei, Scoutt.” Voltei a olhar para ela. “Eu me senti como se tivesse errado em ter te deixado. Eu sempre soube que você tinha problemas sérios, mas aí você vem e me conta isso...e isso em ajudou a entender e a te desculpar, sabe? Mas agora? Agora já se passaram muito tempo e eu estou em outra. Eu te quero ainda, Scoutt, mas não posso. Você demorou demais.”

            Scoutt segurou em minha mão, que estava sobre minha coxa, e a deixou ali, apenas acariciando a pele da mesma.

            “Eu amo você, Mea.”

 

            “Eu também, Scoutt. E não aguento mais lutar contra isso.”

Nome: Marie Claire (Assinado) · Data: 18/01/2016 17:47 · Para: Capitulo 15

Gosto muito da Allegra, ela não merece o que a Mea está fazendo, tão pouco é correto os comentários maldosos que Mea faz a Tom sobre ela. Allegra é um amor, é doce, atenciosa carinhosa, atributos que todas querem para sua namorada. O problema de Allegra para Mea é só um, é que ela não é Scott, assim Allegra pode fazer tudo, que mesmo assim não agradará a Mea. Pq se Scott trouxesse uma rosa murcha roubada de um cemitério teria mais valor para Mea do que um gigante ramalhe romanticamente escolhido dado em um jantar a luz de velas. Allegra está sempre em desvantagens. Particularmente, embora torça para o casal Mea/Scott estou muito chateada com a conduta das duas, estão sendo levianas. Acho que Allegea merece encontrar alguém que goste verdadeiramente dela, aqui nesse conto ou em outro. Bjs



Resposta do autor em 09/03/2016:

Não é??? Mea foi maldosa com os comentários! A cabeça dela está confusa com o medo de tentar de novo com Scoutt e acaba descontando em Allegra, talvez por ser o oposto de Scoutt.

Allegra merece alguém, assim como Scoutt e Mea se merecem de certa forma. Tudo dará certo ainda, esperamos.

Beijos! Obrigada por ler!



Nome: patty-321 (Assinado) · Data: 15/01/2016 23:42 · Para: Capitulo 15
Mea ta p fio. Ela precisa ser honesta c ela e principalmente c a allegra. Essa troca de mensagens foi ótima. A scout é fogo. Bj

Resposta do autor em 09/03/2016:

Scoutt é fogo mesmo, e Mea gosta!

Beijos!



Nome: DuAmaralz (Assinado) · Data: 15/01/2016 21:45 · Para: Capitulo 15

Amei muito esse capítulo as mensagens trocadas entre elas e a Mea não vai aguentar muito tempo a Scoutt...



Resposta do autor em 09/03/2016:

Scoutt não desiste, né? Também penso que Mea não vai aguentar muito tempo sem a Scoutt, ou resistir a ela.

Beijos, obrigada por ler!



Nome: sonhadora (Assinado) · Data: 15/01/2016 21:27 · Para: Capitulo 15

Gente que capítulo foi esse F. kkkkkk essas mensagens do celular foi foda viu. Mea menina deixa logo essa Allegra nome de remédiio e da uma chance pra Scoutt. Amei o capítulo Femarques!!!

Beijosss!!!



Resposta do autor em 09/03/2016:

Obrigada!!

Todas torcemos para que isso aconteça logo, assim todas ficam felizes e com menos risco de se magoarem!

Beijão!



Nome: Ada M Melo (Assinado) · Data: 15/01/2016 15:37 · Para: Capitulo 15

Mea seja honesta com Allegra, afinal nunca foi amor.....



Resposta do autor em 09/03/2016:

O carinho da Mea por Allegra nunca chegou perto de ser amor, né?

Beijos, obrigada por ler!



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