Desejo e loucura por Lily Porto


[Comentários - 152]   Impressora Imprimir Capitulo ou História - Lista de Capítulos

- Tamanho do Texto +

 

Agnes

Faz quase um mês que a Kiara chegou por aqui, minha amiga é uma mulher super alto astral. Filha de pai brasileiro e mãe italiana, pensem em uma mistura envolvente. Dona de lindos olhos, sorriso cativante e uma lábia incrível. Os homens suspiram ao vê-la, coisa que está acontecendo no exato momento, enquanto estamos em uma fila, para pagar umas roupas que ela inventou de comprar.

– Rebola menos Ki, ou então, o moço ali vai ter um infarto – dizia enquanto saímos da loja.

Olhou para trás sorrindo, e voltou o rosto para a frente dizendo: – Ele é bonito, mas não faz o meu tipo.

– Você é muito cara de pau!

– Porque? Fui sincera, apenas.

– Essa sua sinceridade me comove.

– Você me ama Ag, confessa – deu um beijo estalado em meu rosto.

– Não sei de onde tirou essa ideia.

– Simples, você implorou para que eu viesse ao Brasil te visitar. E não tinha nem um mês que estava aqui, quando começou a implorar. – falava me olhando de canto, enquanto agradecia a atendente que lhe entregava o sorvete.

– Já pensou em fazer teatro?

– Esqueceu a minha formação? – perguntou debochada.

– Tenho certeza, que se formou na arte errada.

– Agnes, você pode até tentar, mas não tem vocação para fazer gracinhas – gargalhou.

– Não sei como te aguento a tanto tempo, nossa!

– Simples, amor platônico.

– Amor o que? – sorri – Ki, para! Sabe muito bem que o seu charme não me atinge.

Enquanto eu falava ela jogava o cabelo para o lado, e puxava os óculos escuros até a ponta do nariz. Aquele olhar dela dizia tudo... Estava vendo alguém que a tinha deixado intrigada. Sorri, a Kiara não tinha mesmo jeito. Me engasguei quando a ouvi dizer:

– Mio Dio, con una donna simile, mi sposerò ora!

Tossindo perguntei: – Você vai casar com quem? – virei o rosto na direção em que ela olhava.

Qual não foi a minha surpresa, ao ver Lívia e Clara de braços dados, sorridentes, com algumas sacolas de lojas nas mãos. Olhei para Kiara, que estava quase babando na minha frente, perguntando novamente:

– Vai casar com quem, mulher?

– Com aquele anjo de vestido azul, que perdição de mulher – suspirou e levantou indo de encontro as meninas.

Como assim ela ia casar com a Clara? Fiquei sem entender, olhei para trás, e lá estava a minha amiga apanhando algumas sacolas que tinham caído das mãos da Clara, do chão, e ao entrega-las a mesma, sorriu, segurou sua mão e deu dois beijinhos no rosto. Fez o mesmo com a Lívia, e caminhou na minha direção.

– Ag, quero te apresentar...

As meninas chegaram a mesa e Lívia foi dizendo: – Então, a nossa chefe, é a sua amiga? Isso é bem interessante – sorriu me dando um beijo no rosto.

– Tudo bem Agnes? – estendeu a mão.

– Tudo, Clara!

– Não entendi muito bem, a Agnes é chefe de vocês?

– Sim.

– Não.

Respondemos as três ao mesmo tempo. Kiara me olhou intrigada, dizendo sorridente:

– Eu continuo sem entender, mas, tudo bem! Não vamos brigar por isso – piscou para Clara.

– As meninas trabalham na vinícola do meu avô. E a Clara é nossa chefe, não eu – disse séria.

– Não é bem assim Ag. – Lívia disse apoiando a mão sobre minha perna.

– Concordo Liu, o patrimônio é seu por direito, logo, você é a nossa chefe.

– Ali dentro, sou apenas uma funcionária meninas. Com data certa para ir embora.

– Sério? Achei que fossemos ter sua companhia por mais tempo – apertou levemente minha perna.

– Logo ela muda de ideia. Ou melhor, que tal mudarmos de vez de cidade Ag? Estou amando essa cidade – disse isso sem tirar os olhos da Clara.

 – Achei que seus planos eram expandir seus horizontes para a América do Norte, não para a América do Sul.

Ela me encarou e em seu olhar dizia, “você me paga”.

– Não gosta do clima tropical daqui moça? – Lívia perguntou divertida.

– Gosto sim. Já passei algumas férias por aqui. Mas no Sudeste, não conheço as demais regiões do país, ainda. Minha amiga ficou de apresentar o Sul do país, mais até agora nada.

– Logo ela te apresenta! Você já tem data para ir também?

– Sim, minha partida já está próxima. Mas volto em breve.

– Pretende, né, Ki!

Novamente ela me olhou com uma reclamação no olhar.

– Como assim Kiara, fiquei sem entender agora. Você volta, ou não, antes da Agnes voltar para a Itália?

– Claro que volto, Lívia. A Ag, é uma mulher velha, não sabe o que diz.

Ela falou e sorriu, sendo seguida pelas meninas. Não sei, mas não estava nada confortável ali. E cada gracinha que a Kiara fazia para chamar a atenção da Clara, me causava desconforto.

– Bom, eu estou para sair de férias em breve, e sempre quis conhecer o Nordeste. Se estiver por aqui, quem sabe não consegue convencer sua amiga a ir, e vamos as 3 – sorriu.

– Belíssima ideia, as praias do Nordeste são fascinantes, mas começaremos o passeio pela Bahia, não é? Sempre quis conhecer aquele estado. Vamos também, Clara. Será uma inspiração e tanto para mim, me aventurar com vocês, no Nordeste.

– No momento, estou evitando gastos Kiara, – sorriu – mas obrigada pelo convite.

– Você falou em inspiração, o que faz da vida? Tem cara de dondoca.

Minha amiga prendeu o riso, e me olhou. Voltou a olhar pra Liu, dizendo:

– Então, gosto de brincar com tintas e argila. E nas horas vagas, me arrisco a tocar piano.

– Argila, eca... me lembra minhoca, nossa, – fez um movimento com as mãos – que nojo.

– Depois a dondoca, sou eu! – sorriu.

– Achei que fosse, mas como dizem, quem vê cara, não vê coração!

– Isso mesmo, Lívia.

– Kiara, – Clara falou em meio aos risos – qual o seu sobrenome?

– Fiore. Vou ser presa?

– Não entendi!

– Nem tenta, Clara. A Kiara, tá apenas brincando – disse tentando tirar a expressão de confusão de seu rosto.

– Estou dizendo, a Agnes é muito velha, não deveria participar dessa conversa. Perdeu até o senso de humor, mas diga linda Clara, qual o problema com o meu sobrenome?

– Problema algum, só achei seu rosto familiar. E lembrei que meu pai tem uma tela sua, no escritório dele.

– Tela? – olhou para a amiga – Não me diga, que ela – apontou para a Ki – é tal artista plástica que chamam de “camaleão”? Seu pai a estava elogiando outro dia, me disse que o banco em que trabalha, estava com uma proposta para ela vir expor no Rio, ainda esse ano! Não é possível que seja ela – disse surpresa.

– Isso, – sorriu – ela pode responder melhor! É você?

– Bom, já que seu pai me elogiou, então, serei ré confessa, a tal Kiara Fiore, sou eu. Mas que história é essa de “camaleão”?

– Você é uma artista excelente, vi algumas fotos de uma exposição sua em Portugal. Telas belíssimas, muito bem decorado o lugar, parecia que tinha sido planejado para aquela noite apenas. Você falou em piano, tinha uma foto em que aparecia um, você toca durante a exposição? – Lívia perguntou animada, quase atropelando as palavras.

– Calma, Liu. A mulher não vai correr de você, ou melhor, se você continuar falando dessa forma, eu acho que ela corre – gargalhou.

– Sem graça!

– É Ki, parece que você acaba de conhecer uma fã. Não é, Liu?

– Desculpa, a euforia. Mas, as fotos que achei suas na internet quase não dá pra te reconhecer, tá sempre com gorros, chapéus, óculos escuros, tranças. Nunca encontrei uma foto sua, como posso dizer, de cara limpa. Por isso, o apelido de “camaleão”.

– Eu evito a minha exposição, não gosto de me mostrar. Prefiro produzir e apenas divulgar meu nome, não o rosto, por trás das obras. E retificando, não eram tranças, e sim dreads.

– Você é meio maluquinha Ki, já te disse inúmeras vezes, que não compraria uma obra sua, se dependesse daquelas fotos loucas que aparecem de você na internet.

– Eu não gosto da mídia Ag, você sabe. É algo que me deixa dispersa, me desconcentra, e além do mais, se eu fosse uma pessoa que divulga a vida na internet, não levaria a vida que levo.

– Sério que seus fãs, não podem tirar foto contigo?

– Poder, não podem. Mas volta e meia aparece uma ou outra, sem a minha permissão, inclusive ganhei um processo recentemente na justiça, por conta disso. Faço questão de divulgar que em minhas exposições a parte “midiática” – fez as aspas com as mãos – é feita por minha equipe, celulares, câmeras, tabletes e qualquer outro aparelho que reproduza qualquer tipo de mídia que possa me expor, são proibidos. E quando levados, são deixados em um local a parte quando os convidados entram, e são devolvidos na saída. Um grupo de pessoas passaram pela equipe de segurança com um celular, em uma exposição que fiz em Genebra, e divulgaram um vídeo meu tocando lá, na internet. A coisa não ficou nada boa pra minha assessoria quando vi aquilo. E depois que ganhei a causa, contratei uma empresa, recentemente, para limpar os meus “rastros” da internet.

– Mas, não seria melhor para divulgar o seu trabalho, se você aparecesse assim, como é?

– Não, aparecer assim, “normal”, me daria muita dor de cabeça. Não gosto de me expor.

– Nossa, mas isso é muito estranho.

– Nem tanto Liu, tem pessoas que detestam a exposição, e preferem fazer certas coisas anonimamente. – Clara disse olhando para mim.

– Mas, você nunca perdeu trabalho por isso?

– Não.

– Não consigo entender...

– O que? Que eu preservo a exposição da minha figura?

– Sim. É confuso, e de certa forma irreal, ilusório até. É como se você fosse um personagem.

– Não! Veja da seguinte maneira. Você trabalha na vinícola, como?

– Advogada!

– Pronto. Você conhece todos os funcionários da empresa?

– Não, isso compete ao RH.

– Exato, e nem por isso as pessoas deixam de trabalhar, lá.

– Mas lá, é uma empresa. Não tem como conhecer todos que trabalham lá.

– E eu, sou uma artista, não tem porque o mundo inteiro me conhecer.

– E se alguém pedir para você tirar uma foto, ou gravar um vídeo na sua companhia? Melhor, se eu te pedir para fazer isso agora?

– Se eu fosse você, não pedia – disse descontraída.

– Porque? – me olhou confusa.

Ia responder, mas a Ki colocou a mão sobre a minha, e fez sinal para que eu não falasse, respondendo: – Bom, eu e a Agnes, somos amigas a mais de uma década. Pergunte a ela quantas fotos nós temos em redes sociais?

– Ag? – me pediu socorro com os olhos.

– Nem uma, Liu. Ela não gosta, e eu muito menos. A Ki, é uma pessoa pública, e já teve problemas com a imagem dela. Ela resumiu um deles pra vocês, mas não foi só um problema que ela teve. E depois de um tempo ela passou a não querer mais divulgar as suas imagens. Desde cedo ela evita isso, mesmo porque, muitas vezes saímos pela Europa sem destino, bancando as “mochileiras”, como chamam por aqui, só com dinheiro para condução e alimentação, apenas eu e ela. E com certeza, se ela tivesse imagens espalhadas pelo mundo, isso não seria possível.

– E os documentos dela, como são?

– Simples Lívia, as pessoas não conhecem o meu rosto normal, como você disse antes. E nem sempre associam Kiara Montanari Virtole Fiore, a Kiara Fiore, a grande artista plástica, e quando raramente isso acontece, eu digo que seria uma honra ser a irreconhecível e famosa pintora, mas que não sou.

Ao final da narrativa, Lívia a olhava com cara de indignação, como se não acreditasse em nada do que ela tinha dito. Ela balançou a cabeça e disse séria:

– Vocês estão brincando comigo, só pode.

– Sim, Lívia. Tudo não passou de uma brincadeira. Desculpa – piscou para mim. – Peça desculpa a moça Agnes, afinal, estamos brincando com a identidade de alguém. Que não é a minha – falou divertida.

– Liu, melhor mudarmos de assunto. Quer dizer, precisamos ir, tá com cara de que vai cair uma tempestade, e ainda temos algumas coisas para resolver antes de ir pra casa.

– Você inventou de dar fim no seu carro, pra me fazer de motorista, né! Mas é muito folgada mesmo. Vamos Clara. – levantou – Foi um prazer conversar com vocês, e conhecer você Kiara, que não é a pintora, – sorriu – até uma próxima.

– Tchau, meninas. Obrigada pela companhia. – olhou apenas para a Ki – Obrigada pela ajuda com as sacolas.

– Por nada! Vamos marcar um jantar, pode ser antes da minha viagem, o que acha Clara?

– Antes da sua viagem, já não sei! Mas podemos marcar em outro momento, fala com a Agnes, ela sabe como nos encontrar. Tchau.

Elas saíram, e a Kiara ainda ficou observando a Clara. Logo disse:

– Me passa o número dela, preciso conhecer melhor essa mulher!

– Para Kiara, a moça não é para o seu bico.

– Deu pra escolher mulher pra mim agora, foi? – sorriu.

A encarei e preferi não dizer nada. Depois de um tempo fomos para casa. Volta e meia ela me fazia perguntas sobre a Clara. Umas eu respondia, e outras não. Ainda teve a petulância de dizer que qualquer dia desses ia buscar a moça no trabalho, achei aquilo o cumulo do absurdo, mas não disse nada a ela.

Os dias foram passando e logo chegou a data da sua partida, ela tinha uma exposição marcada e até tentou, mas não conseguiu adiar. Por isso, embarcou com a promessa de que quando voltasse, ficaria mais tempo, e jantaríamos com as meninas.

Alguns dias passaram e não tive contato com as meninas, estamos com uma demanda enorme de produtos para serem exportados. E infelizmente nesse mês, tivemos vários problemas nesse setor, meu avô pediu para que eu desse uma ajuda, e estou chegando em casa exausta, é muita burocracia e pouco tempo para resolver tudo. A Liu tem tentado marcar alguma coisa pra gente se ver, mas a incompatibilidade das nossas agendas, não tem ajudado muito para que isso aconteça.

Acabei de chegar a empresa e já quero voltar pra casa, os problemas parecem que brotam do chão quando estou aqui dentro.

– Sra., seu Giovani acabou de ligar, pedindo o documento para a compra dos materiais, os rapazes só estão esperando isso, para começar.

– Tá na sala da Clara, ela ficou de assinar. Você pode pegar lá, por favor?

– Posso sim, com licença! – e saiu.

Voltei minha atenção para o computador a minha frente, alguns minutos depois a secretária entrou me entregando o documento:

– Aqui está!

Olhei pra ela e sorri, não era aquele: – Débora, a Clara tá na sala dela?

– Sim, senhora!

– Vou falar com ela.

– Algum problema? – me olhou assustada.

– Não, – não ia dizer a moça que ela estava com o documento errado na mão, e nem ia fazê-la voltar lá – quero só tirar uma dúvida com ela. Obrigada.

Fui até a sala da Clara na esperança de resolver o problema com o documento. E passei por uma verdadeira “prova de fogo”. Nossa... Agora ela tá aqui ao meu lado no carro, estamos a caminho do hospital, minha cabeça tá a mil. Quando ela disse que estava pensando em tirar o bebê, quase tive um treco, não ficaria bem se ela fizesse isso, embora fosse apoia-la em qualquer decisão que tomasse. Mas acredito que por mais difícil que esteja a vida, tirar outra, não é nada certo. Ninguém merece ter a vida ceifada assim. Espero que ela aceite a minha ajuda, pelo o que entendi, o pós casamento fez uma bagunça na vida dela. A minha vontade é só protege-la e enche-la de carinho nesse momento novo e lindo que se inicia pra ela.

– Clara! – me olhou curiosa – Pode contar comigo em qualquer momento. Não vou deixar que falte nada a vocês dois.

– Agnes... eu... é... Eu não sei nem o que dizer. Só posso agradecer, muito obrigada pela ajuda, a conversa que tivemos foi necessária, eu já não sabia mais o que fazer e...

– Não tem porque agradecer. Eu só quero proteger vocês, pode contar comigo sempre.

Ela sorriu e segurou minha mão, sem que eu esperasse me deu um beijo no rosto que pegou no cantinho dos meus lábios. Fiquei sem graça, mas percebi que não tinha sido proposital quando ela voltou a me olhar sorrindo. Já no hospital, fizemos a ficha dela, e no momento estamos a espera do médico.

 

Notas finais:

Obrigada pela companhia meninas.

Um excelente feriado.

Bjs.



Comentários


Nome: Tekaxaviers (Assinado) · Data: 16/05/2018 22:09 · Para: Capitulo 15 - Agnes: Passeio indigesto

É passeio indigesto e desconfortável!



Nome: patty-321 (Assinado) · Data: 27/04/2018 22:10 · Para: Capitulo 15 - Agnes: Passeio indigesto

Grávida? A kiara e figuraca.



Resposta do autor:

Bom dia, Patty!

Pois é, menina. A Clara está grávida.

Vamos ver no que isso vai dar!

A Kiara é um ser humano bem alto astral, rs.

Se cuida querida, bjs.



Nome: Baiana (Assinado) · Data: 22/04/2018 14:34 · Para: Capitulo 15 - Agnes: Passeio indigesto

É,acho que a Agnes não gostou muito do interesse da Kiara pela Clara,ela vai ter que se contentar com a Lívia kkk



Resposta do autor:

Boa noite, Baiana!

Acho o mesmo, mas talvez tenha sido bom, quem sabe assim a Agnes não acorda...

Livia e Kiara, seria um casal e tanto... vamos ver no que vai dar.

Se cuida querida, bjs.



Nome: Lili (Assinado) · Data: 22/04/2018 09:12 · Para: Capitulo 15 - Agnes: Passeio indigesto

Kiara gamou na clarinha que ????... Kkkkk....

Mas vamos vê o próximo capítulo.

Sem esquecer Cal é um perigo a sociedade, não me venha falar que não ok, um ser humano que passa de propósito o carro em um cachorro é piscopata ok.

E você vai perder a aposta. Kkkkkkkkkk



Resposta do autor:

Boa noite, Lili!

Kiara se interessou sim pela Clara.

Carolina é um perigo pra todos, a mulher tá mostrando as garras e deixando claro que pode fazer qualquer coisa pra conseguir o que.

Eitha, a aposta, rsrsrs... pelo jeito que a Cal anda, tô achando que vou perder mesmo viu.

Se cuida querida, bjs.



Nome: Mille (Assinado) · Data: 21/04/2018 18:05 · Para: Capitulo 15 - Agnes: Passeio indigesto

Olá Lili 

Lista furando o olho da amiga ficou doidinha pela Clara. 

Gostei dela é bem divertida.

Bjus e até o próximo capítulo 



Resposta do autor:

Boa noite, Mille!

Pois é, a moça deixou visível o interesse que teve pela Clara.

Ela é bem alto astral, talvez ajude a Agnes de alguma forma, nada é impossível, rsrs.

Se cuida querida, bjs.



Nome: mtereza (Assinado) · Data: 21/04/2018 15:58 · Para: Capitulo 15 - Agnes: Passeio indigesto

Legal ver o pov da Agnes e a Kiara é divertida meia esquisita mais divertida apesar do seu interesse na Clara o q incomodou de cara a Ag rsrs ela daria certo com a Lívia kkkk



Resposta do autor:

Boa noite, Tereza.

A Kiara é bem animada, mas deixou a amiga meio desconfortável em alguns momentos.

O interesse dela na Clara ficou bem visível, né. Agora é esperar pra ver no que vai dar.

Lívia e Kiara, interessante, rsrsrs.

Bjs querida, se cuida.



Você deve fazer login ou se cadastrar para comentar.