Desejo e loucura por Lily Porto


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Carolina

– Cal... Carolina, Carolina... – ouvi alguém me gritando, enquanto pegava a chave com o manobrista.

Virei perguntando:

– O que foi, Cadu?

– O que faz aqui?

– Estava jantando, não viu?!

– Vi sim, é exatamente por isso que estou perguntando. – puxou meu braço, me fazendo parar em sua frente – Vi muito bem as suas investidas pra cima da Agnes.

– Qual o seu problema com isso?

– O problema, é que você não pode fazer isso!

– Quem disse que não, ou melhor, onde está escrito isso? Me deixa, Cadu.

– Eu não vou deixar você brincar com ela novamente.

– Já disse, não se meta no meu caminho – me desvencilhei dele.

– Carolina, estou te avisando.

– Passar bem, Carlos Eduardo.

Sai de lá muito irritada, além do charminho da Agnes, agora tenho que manter meu irmão afastado dos meus planos. É muita falta de sorte pra uma noite só, não tenho porque terminar a noite nesse marasmo...

– Onde você está?

– Em casa!

– Quero te ver.

– Não posso sair agora. Minha esposa está chegando, fiquei de jantar com ela.

– Livre-se dela.

– Carolina, não posso.

– Já falei, livre-se dela, estarei te esperando no hotel do centro, quarto 523, as 22h. Não se atrase.

– Ca...

Encerrei a chamada, já tinha me irritado demais, não estava a fim de desculpas esfarrapadas. Estava de costas, com uma taça de champanhe em uma mão e um cigarro na outra, olhando a iluminação da cidade, pensando no que fazer para conquistar a Agnes. Precisava fazê-la abaixar a guarda de alguma forma, mas como? Fui tirada desses pensamentos por um beijo gentil no ombro...

– Então, se livrou dela? – sorri, me virando.

– Precisava atender uma paciente, – enquanto falava deslizava as mãos por meu corpo e beijava meu pescoço – ela sabe que meu cargo exige muito de mim.

– No momento, virei sua cliente, então?

– Exato!

– Melhor cuidar de mim logo!

A essa altura, suas mãos habilidosas já tinham aberto meu vestido, e estimulava levemente meu clitóris, enquanto beijava meu pescoço e mordiscava levemente minha orelha...

– Não quer ir pra cama? – sussurrou ao meu ouvido.

– Huuuum... – era impossível não gemer com sua mão estimulando meu sexo, podia não ser o melhor do mundo, mas dava para o que eu precisava no momento – não vejo necessidade, me fode com vontade, eu só quero gozar.

– Sempre direta, não é, primeira dama!

– Digamos, que seja um bem necessário...

Senti seus dedos invadirem meu sexo sem cerimônia em um ritmo cadenciado, arrancando gemidos e palavras desconexas de mim... era tudo o que eu precisava para extravasar a frustração que a Agnes me causou...

– É sempre um prazer estar com você, Cal!

– Que bom que gosta! Mas agora, já está na hora de voltar para a sua esposa. – disse indo para o banheiro.

– Achei que fossemos dormir aqui.

– Meu bem, eu só queria transar. Não tenho porque dormir fora de casa, ainda mais com o traste do meu marido viajando.

– Mas...

– Mas nada! – joguei suas roupas – Levanta dessa cama Cassandra, já está na hora de ir.

– Não sou uma garota de programa, que você usa, e depois descarta – disse irritada.

– Você não vai? Pois bem, – abotoei o vestido e soltei meus cabelos, dando uma última olhada no espelho – eu vou. Boa noite.

– Carolina...

Fechei a porta do quarto com ela me chamando. DR a essa hora da madrugada, era demais pra mim. Entrei no carro e fui cortando as ruas frias, a temperatura deu uma baixada, tá muito frio. Entrei em casa esfregando os braços, na tentativa de me aquecer.

– Boa noite! Onde esteve?

– Porra! – meu coração quase saiu pela boca, o idiota do Antenor estava sentado em uma poltrona de frente para a porta com tudo apagado – Você tá louco, quer me matar? – levei a mão ao peito, na tentativa de acalmar meu coração.

– Quero saber onde estava, – veio ao meu encontro – com esse cabelo molhado, a essa hora?

– Por ai – dei de ombros.

– Onde?

– No clube!

– São quase três da manhã, o clube fecha as 22h.

– Sou sócia, tenho acesso a qualquer hora. Esqueceu?

Apertou os olhos, dizendo impaciente: – Se você estiver me traindo...

– Vai fazer o que? – o encarei – Diga, Sr. Prefeito, o que fará, se eu estiver te traindo?

– Como ousa? – levantou a mão.

– Abaixe! – arqueei a sobrancelha – Não creio que esteja querendo me enfrentar a essa altura do campeonato.

Levou a mão ao cabelo: – Você não pode estar me traindo Cal, eu te amo.

Gargalhei: – Essa besteira pra cima de mim Antenor, poupa-me!

– Não é besteira, você sabe muito bem que sempre te amei.

– Assim, como você sabe, que eu nunca te amei.

– Você estava com ela, não foi?

Sentei cruzando as pernas e inspirando fundo: – Ela quem?

– A neta do seu Giovani!

– Antes fosse! Mas como disse, estava no clube, e sozinha. Se é o que quer saber V. Ex.ª!

– Para de deboche Cal, eu sou seu marido.

– Isso nunca me importou, agora se me der licença, vou dormir. Estou cansada, nadei por duas horas.

Pisquei pra ele e fui para o nosso quarto. Qual terá sido o motivo que o fez antecipar a volta pra casa? Não estava com disposição para continuar conversando e descobri-lo. Meu vestido estava impregnado com o perfume da Cassandra, precisava de um banho urgente, não queria responder mais perguntas do Antenor, ele só chegou ao quarto depois que deitei. Estava cheirando a charuto, deitou e me abraçou, como já tínhamos tido aquela conversa nada amigável, me deixei ser abraçada, a última coisa que precisava, era que ele grudasse no meu pé.

A semana passou e nada de conseguir encontrar com a Agnes, sem falar, que ultimamente só saio com o motorista e o segurança. Preciso trocar esses imbecis, peguei eles conversando com o Antenor, ou melhor, narrando todos os meus passos para ele. Depois da inauguração do anfiteatro penso nisso. Agora preciso me concentrar nesse evento, por sorte, lá a Agnes não terá como me evitar.

O tão esperado dia da inauguração chegou, e juntamente com ele a minha euforia de ter a Agnes perto de mim mais uma vez.

– Você está linda Cal!

– Obrigada, querido! – dizia o olhando através do espelho, a cordialidade do tratamento se deve a emprega que está colocando minhas sandálias em ordem no closet.

– Podemos ir? – me deu um beijo suave nos lábios.

– Preciso apenas colocar os brincos, pega pra mim, por favor, estão na cama!

Me entregou os brincos. Sorri ao ver o meu reflexo no espelho. Como o evento era no meio da manhã, estava com um vestido vinho bem decotado na altura dos seios, justo ao corpo, com o comprimento um pouco abaixo do joelho, sandália de salto preta, cabelos soltos, brincos e colar de pérolas, maquiagem leve, e muito alegre. Antenor cedeu o braço para que apoiasse o meu, e seguimos para o carro.

Já no anfiteatro, minha frustração aconteceu enquanto meu marido discursava, olhei para a fileira em que a cadeira do seu Giovani tinha sido reservada, e para o meu azar, quem o acompanhava era a sem sal da Clara. Cerimônia oficial encerrada, e fomos para o coquetel. Me afastei do meu digníssimo esposo, dizendo a ele que ia conversar com o nosso ilustríssimo colaborador, seu Giovani Bartolli, ele esticou o pescoço na direção do mesmo e sorriu de canto de boca, dizendo ao meu ouvido:

– A Srta. Vidal, está linda. Claro, que não mais que você, meu bem! – beijou minha mão. 

Respirei fundo e segui o meu caminho. Não podia responde-lo a altura ali.

– Bom dia! – responderam, e ao cumprimentar o seu Giovani perguntei: – Sua neta, não quis prestigiar o nosso evento?

– Ela está fora hoje – sorriu. – Por isso, não veio.

– Viajou a trabalho, eu imagino!

– Sim. Viagens de rotina. Na profissão dela, elas são sempre necessárias.

A sem graça da Clara, parecia inquieta ao lado dele. Olhando bem, ela estava meio pálida. Não que eu já tenha prestado atenção nela antes, mas agora está me parecendo muito amarela. Desviei a atenção dela, que dizia alguma coisa ao patrão, dizendo:

– Seu Giovani, que tal, marcarmos uma ida ao Pátrias qualquer dia desses, para um novo jantar, ou até mesmo um almoço?

– Claro Carolina, podemos marcar sim, quando quiser.

– Dessa vez, exijo a presença da sua neta, – sorri – quero saber como anda aquele processo, confesso que fiquei curiosa.

– Creio que ela esteja, como vocês costumam dizer, amadurecendo a ideia.

– Que bom, fico muito feliz pelo senhor.

Engatamos um papo animado, que foi interrompido pelo bocó do meu marido.

– Querida! – desviou seu olhar do meu, enquanto cumprimentava os dois: – Bom dia seu Giovani. Como vai Clara?! – sorriu e voltou a olhar para mim: – Precisamos tirar algumas fotos, pode me acompanhar por alguns minutos?

Disfarcei a minha indignação com um sorriso: – Claro meu amor. – olhei para o senhor a minha frente – Fique a vontade. Obrigada pela presença – segurei no braço do idiota do Antenor: – Com licença. Vamos, meu amor.

– Achei que não fosse mais sair de lá.

– Estava conversando. Ou estou proibida, agora?

– Dar atenção a apenas um convidado, não é educado. Ainda mais agora, que estamos as vésperas de lançar a minha candidatura para deputado estadual.

– Ah Antenor, não estou a fim de discutir com você. O que quer que eu faça, agora?

– Me acompanhe!

– Sério? – perguntei debochada.

– Sim! E por favor, evite os resmungos, preciso da minha brilhante esposa agora.

– Ok, pode deixar.

Depois de uma hora rodando pra lá e pra cá, de braços dados com o meu marido, fui ao banheiro retocar a maquiagem. Tinha um pequeno degrau e não percebi, me desequilibrei, e quase fui ao chão. Por sorte, a Clara estava saindo, e me apoiei em seus braços. Por muito pouco mesmo, não cai. Agradeci a ajuda, e ela saiu quase correndo, garota mais estranha.

Quase um mês se passou desde que jantei com a Agnes, e até hoje não a encontrei novamente, será que ela estava fugindo de mim? Não, ela não seria capaz. Afinal, percebi e vi, o quanto ainda mexo com ela. Estava com uma leve dor de cabeça, tomei um analgésico e deitei para relaxar.

– Mas, que barulho é esse? Estou tentando dormir. Que inferno!

– Desculpa, senhora. Não queria incomodar.

– Imagina se quisesse. O que está fazendo ai?

– Seu Antenor, pediu para retirar umas caixas daqui, disse que era pra levar pro sótão, porque tava acumulando poeira aqui dentro.

– E tinha que escolher justamente agora, pra fazer isso?

– Perdão.

– Já atrapalhou meu descanso mesmo, deixe-me ver o que tem dentro dessa caixa redonda, ela parece uma... – calei-me, naquela caixa tinham algumas coisas minhas, e só agora estava lembrando. – Não precisa abrir – apoiei a mão na tampa.

– Tudo bem. Desculpe, senhora.

– Para de pedir desculpa, e saia daqui. Leve essas tralhas – apontei para a pilha de caixas que estava ao lado dela – com você.

– Estão pesadas, tem algum problema se chamar alguém para me ajudar?

– Vocês são muito preguiçosos. Que horror. Vai, sai daqui, procura outro preguiçoso pra te ajudar.

– Com licença.

Ela fechou a porta, e eu abri a caixa, dentro dela encontrei todos os presentinhos que a Agnes me deu enquanto namoramos... ursinhos de pelúcia, chaveiros, cartas, alguns bilhetes, encontrei também um caderno com algumas declarações minhas, nele tinha o desenho de uma pétala de rosa, também dada por ela, e a desenhei pra que pudesse lembrar dela pra sempre... me deixei viajar no tempo enquanto folheava aquele caderno e encontrei algo que lembrava exatamente de tudo o que aconteceu, quando ela me deu.

***

– Tudo bem? – beijei seu rosto.

– Sim – disse tímida.

– Tem certeza, que está mesmo tudo bem?

– Claro – falava sem tirar os olhos do papel.

– Ag, ei... eii – estalei os dedos na frente dos seus olhos – olha pra mim.

– Desculpa, estava distraída.

– Nem precisava dizer, – beijei seus lábios – o que está fazendo?

– Algo pra você. Mas só pode ver depois que eu terminar.

– Maldade! Me diz ao menos do que se trata, por favor.

– Não, é surpresa.

– Surpresa? – perguntei sorridente.

– Sim.

– Sabe que gosto muito de surpresas, não é?

– Sei, – me abraçou dando um beijo suave em meus lábios – espera só mais um pouco. E te mostro, tá?

– Tudo bem, a Priscila tá lá fora, ela veio comigo. Vou me despedir dela e volto, viu – pisquei pra ela.

Cerca de quinze minutos depois voltei. Precisava convencer minha amiga de que estava apenas aprendendo a tocar violão com a Agnes. Mesmo porque, ela queria que eu fosse pra casa dela com o restante das nossas amigas. Eu até queria ir, mas quando a Agnes mandou recado mais cedo, avisando que podíamos nos encontrar hoje a tarde, não pensei duas vezes. E embora tenha saído de casa na companhia da Pri, não fui pra casa dela.

Voltei para a sala do casebre, sempre que queríamos ficar mais juntinhas, nos encontrávamos ali. Desde que começamos a namorar meus dias ficaram mais alegres. A Agnes me completa, e eu estou perdidamente apaixonada por ela.

– Cal!

– Oi, linda!

– Vem cá, quero te mostrar algo.

– Aqui eu – sentei em um banquinho, que ela gentilmente posicionou de frente para ela.

Sentou no outro banco e pegou o violão, rapidamente começou a dedilhar e cantar... quando terminou, eu não sabia se chorava ou se sorria, me peguei fazendo os dois, e nem me dei conta. Ela colocou o violão ao lado e me abraçou.

– Você não gostou?

– Eu... Ag... nossa...

Ela enxugava meu rosto e dizia: – Desculpa, não achei que tivesse ficado tão ruim.

– Não ficou ruim. Pelo contrário, a música é linda. Você... você fez pra mim?

– Claro que sim! – disse sorrindo e beijando meu lábios – Pra quem mais, eu faria? Só tenho olhos pra você.

– Muito obrigada meu amor, eu adorei. É muito linda a letra, e na sua voz ficou ainda mais linda. E, é bom mesmo você só ter olhos pra mim. Você é só minha.

– Boba. Sabe que só você me interessa.

***

Fui tirada dos meus pensamentos com a chegada de alguém. Nossa, que viagem maravilhosa no tempo, sorri.

– Desculpa, dona Carolina. Viemos buscar as caixas.

– Podem pegar. – estava saindo do quarto quando lembrei, e chamei: – Cida!

– Pois não, senhora!

– A caixa que está na cama, coloque no meu closet. Não sei o que ela estava fazendo nas coisas do Antenor.

– Pode deixar.

Enfim, achei algo que pode me aproximar da Agnes. Mostrar essa música, composta por ela a anos atrás, com certeza me ajudará muito a amolecer seu coração. Estacionei o carro em frente a vinícola, e ia entrar, quando vi passar pela porta Agnes e Clara, a primeira, meu motivo te ter ido até ali, estava sorridente e falava alguma coisa, a segunda apenas sorria. Mas elas estavam... não pode ser, que brincadeira mais sem graça era aquela. Porque motivo elas estavam de mãos dadas?

Dei dois passos para a frente, na tentativa de ser vista, mas foi uma atitude em vão, elas entraram em um carro que estava parado do lado inverso do meu. O motorista estava a esperava delas, assim que entraram o carro foi posto em movimento.

Era só o que me faltava, além do Cadu me atrapalhando, agora a sem graça da Clara, estava ocupando o lugar que me pertencia por direito.

Voltei para o carro e descontei minha raiva no volante, dando a partida em seguida. Já estava perto de casa quando um cachorro apareceu, ele foi atravessando a rua e acelerei... Quase deu pra ver o medo em seus olhos, seu corpo todo se encolher... ah como o medo alheio me excita. Ouvi apenas o seu último grunhido, olhei pelo retrovisor, e lá estava ele, estirado no chão.

– Fazia tempo que não encontrava um, – sorri, arrumando o retrovisor central – me sinto até melhor agora.

 

Notas finais:

Carolina...



Comentários


Nome: Tekaxaviers (Assinado) · Data: 16/05/2018 18:14 · Para: Capitulo 14 - Carolina: Minha por direito!

Carolina, Cadê a mulher decidida?  Vamos correr atrás do tempo perdido.



Resposta do autor:

Oiiie!

Como é, menina?? rsrsrs, esse tempo perdido ai, sei não viu.

Se cuida, bjs.



Nome: dannivaladares (Assinado) · Data: 28/04/2018 18:21 · Para: Capitulo 14 - Carolina: Minha por direito!

Cara, essa Carolina é doente. 

 

Ranço!

 

Bj,

Dani.



Resposta do autor:

Bom dia, moça!

Eu falei que tinham pessoas piores que o Antenor.

Carolina é um perigo...

Se cuida querida, bjs.



Nome: Baiana (Assinado) · Data: 22/04/2018 14:02 · Para: Capitulo 14 - Carolina: Minha por direito!

Rapaz,a mulher é uma psicopata. Que a Agnes não caia outra vez na lábia dela e proteja a Clara,pelo que percebi ela é capaz de coisas horriveis para conseguir o que quer.



Resposta do autor:

Boa tarde,  Baiana.

Carolina mostrando a verdeira face, assustou e muito. A mulher é realmente capaz de cometer várias atrocidades. Não creio que a Agnes a queira por perto novamente, mas se pensar em ter, é bom que conheça a pessoa má que ela é.

Se cuida querida, bjs.



Nome: mtereza (Assinado) · Data: 21/04/2018 15:38 · Para: Capitulo 14 - Carolina: Minha por direito!

Nossa a mulher é uma psicopata com certeza a Clara e o bebê irao correr riscos



Resposta do autor:

Oiie Tereza.

Carolina demonstrou a frieza e maldade que tem. De certa forma, creio que qualquer um que atravesse o caminho dela, corre riscos. 

Se cuida querida, bjs.



Nome: Pipoca ramos (Assinado) · Data: 19/04/2018 06:26 · Para: Capitulo 14 - Carolina: Minha por direito!

Tô com uns pensamentos bem amorosos pela Carolina.

Esse capítulo só reafirmou mais ainda o asco que tenho por esse ser,tem mtas vilãs que eu não gosto mas essa Carolina eu simplesmente ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO 

Lily versão a lá walcyr carrasco kkkkk 

PS:obrigado por ter me avisado o que iria conhecer no final do capítulo,Vc sabe o amor que tenho pelos meu amores de 4 patas e foi super fofa em me preparar pra cena,entendo perfeitamente que a foi necessária assim vemos um pouco mais do caráter desse ser do mal

Vc é demais Lily Cada capítulo uma surpresa,onde eu aperto pra ir logo pra sexta???



Resposta do autor:

Boa tarde, Pipoca!

Menina, escrever essa personagem é sempre uma montanha russa pra mim vou de arrepios a náuseas, e assim pouco a pouco vou mostrando as loucuras que ela comete.

Disponha querida, sei bem do seu amor pelos dogs, teria um também se me deixassem, mas você já sabe como as coisas funcionam por aqui... mais um dia ainda terei um, animais são sempre felicidade para os seus donos, sem falar que são mega fofos (olhinhos brilhando).

Logo a sexta chega, e de preferência sem Cal, ela não é uma boa companhia para um início de fds.

Obrigada pela companhia.

Se cuida, bjs.



Nome: Lili (Assinado) · Data: 19/04/2018 06:09 · Para: Capitulo 14 - Carolina: Minha por direito!

Depois fala que ela está fora da casinha, pelo que vejo ela vai aprontar muito e com ajuda do ex-noivo da Clarinha.



Resposta do autor:

Boa tarde, Lili!

Fora da casinha ela tá e muito viu, foram ações bem frias...

Quanto a essa ajuda, eu não sei dizer muita coisa, mas vindo dela, não me surpreenderia essa tal parceria não.

Obrigada pela companhia.

Se cuida querida, bjs.



Nome: duarte (Assinado) · Data: 19/04/2018 01:13 · Para: Capitulo 14 - Carolina: Minha por direito!

Credo.

Não dá pra tirar a Carolina da estória?



Resposta do autor:

Boa noite, Duarte. Tudo bem?

Então, a Carolina tá meio intragável, né! Mas ainda não dá, para dar um sumiço nela. Quem sabe futuramente.

Obrigada pela companhia.

Se cuida querida, bjs.



Nome: darlianneferreira (Assinado) · Data: 18/04/2018 22:14 · Para: Capitulo 14 - Carolina: Minha por direito!
Que horror tadinho dele .... Tomare que ele puxe e morda o pé dela de noite não ta doida

Resposta do autor:

Boa noite, Darlianne! Tudo bem? Seja bem vinda por aqui.

Situação complicada, né.

Carolina tem uma frieza que dá medo, em muitos momentos.

Obrigada pela companhia.

Se cuida querida, bjs.



Nome: GRIPE (Assinado) · Data: 18/04/2018 21:06 · Para: Capitulo 14 - Carolina: Minha por direito!

Gente que horror, essa Carolina merece queimar no inferno! Achava que a surra q ela levou q tinha afetado o cérebro dela, que ela realmente era a menina doce por quem a Agnes se apaixonou, mas a cada capítulo que passa me parece que ela sempre foi horrível assim, e q a Agnes foi só ingênua mesmo! 



Resposta do autor:

Boa noite, moça! Tudo bem? Seja bem vinda por aqui.

A Carolina é uma mulher difícil, e aos poucos ela está se "revelando". Olha, a surra não afetou ela em nada, em alguns momentos de suas narrações, ela dá a entender que escolheu fazer tudo o que fez. E nesse cap ela mostra muitas coisas cruéis...

Obrigada pela companhia querida.

Se cuida, bjs.



Nome: Marcellla (Assinado) · Data: 18/04/2018 20:02 · Para: Capitulo 14 - Carolina: Minha por direito!

 Boa Tarde!

Totalmente desnecesaria a morte do cachorro, me desculpa mas foi infeliz na escrita.Poderia ter feito algo menos cruel.



Resposta do autor:

Boa tarde, Marcella! Tudo bem? Seja bem vida por aqui.

Olha, peço que me desculpe, e não quero que ache que escrevi esse final feliz, pelo contrário, me embrulhou o estomago, mas foi algo necessário, infelizmente é do carater da personagem. Tanto que procurei fazer apenas uma alusão ao ato do atropelamento, e não citei a morte.

Obrigada por acompanhar.

Se cuida querida, bjs



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