Meu corpo no teu por Julieta Adams


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— Tenho que descer... Farei de tudo para o seu pai não ficar aqui.

 

Beijei a testa dela, e rapidamente coloquei um short curto, desci.

 

— Cheguei amor. - Ele estava tomando um copo de uísque.

 

— Demorou. Acho melhor eu comer fora, até você fazer o almoço...

 

— Tudo bem... Eu demoro mesmo a fazer, porque gosto das coisas bem feitas.

 

— Você me expulsando da sua casa? Geralmente iria implorar pra que eu fique, e você não vive sem mim. - Levantou olhando pras minhas coxas.

 

— Acho que esqueceu quem sou... Está na hora de colocar você no seu lugar, você está falando com uma mulher e não uma adolescente!

 

— Como ousa falar assim comigo? Você é só uma mulher que teve sorte de conseguir chegar onde chegou, e eu casando com você, irá ser minha esposa e não delegada.

 

— E quem disse que serei sua esposa? - Olhei sorrindo cinicamente a ele.

 

— Não vai se casar comigo?

 

— Não! E acho melhor você ir embora agora daqui... Antes que eu prenda você.

 

— Prender? Está louca?

 

— Essa sua expressão corporal de fechar o punho é de quem está louco pra me agredir. - Tentei ser o mais tranquila possível, Augusto estava meio alcoolizado pra agravar a situação.

 

Ele bufou de raiva, e tentou me dizer algo, mas preferiu ir embora mesmo. E eu respirei aliviada, pois não queria ter que golpeá-lo, caso faça algo a mim. Gritei pela Bianca na hora.

 

— BIANCA! - E fui sentando na cadeira, começando a chorar.

 

— O que houve? Cadê meu pai? - Chegou arfante na cozinha. e se ajoelhou entre minhas pernas, preocupada comigo.

 

— Seu pai quase me agrediu... Não respeitou nem minha posição como delegada, por que fui tão burra? Por que me envolvi com ele?

 

— Meu pai é perturbado, só é sedutor nos primeiros momentos... E depois mostra quem realmente ele é. - Foi alisando minhas coxas, no intuito de me acalmar. — Vou fazer o almoço pra nós duas.

 

— Obrigada... Eu me sinto humilhada... Logo eu, uma mulher bem sucedida e independente, ser tratada desse jeito.

 

— Eu não queria te falar... Mas, meu pai só te vê como a mulher gostosa que ele transa, e não a delegada inteligente e incrível que é.

 

— E você? Me vê também assim? - Ela se levantou, e enxugou minhas lágrimas. Alisou meu rosto.

 

— Não, eu vejo a mulher poderosa e valiosa que é. Olha como se comunica com os animais, fiquei apaixonada por aquilo que fazia com aquele cavalo traumatizado. É um dom lindo que você tem. A mulher consegue enxergar a outra muito melhor do que o homem. Foi isso que me encantou em você, sua atitude, seu jeito durona e protetora de ser. - Foi fazendo massagem nos meus ombros, nisso suas mãos foram descendo pros meus seios.

 

— Eu preciso te contar uma coisa... - Interrompi a massagem erótica dela, ela precisava saber do meu passado. — É sobre minha adolescência... - Beijei sua mão.

 

— Conte-me então... Estou curiosa agora. - Sentou no meu colo, para me ouvir de pertinho, Bianca é tão carinhosa, posso não ter tido sorte com o pai dela, mas, com ela... Tive sorte, e que sorte gostosa!

 

(CONTINUA... EM OUTRA PARTE EXCLUSIVA SOBRE A VIDA DA ALANNA)

Notas finais:

O que será que Alanna tem a nos contar sobre seu passado? Não percam! <3



Comentários


Nome: Morena perfeita (Assinado) · Data: 16/05/2018 13:12 · Para: Capítulo 12

Eita nós! Agora fiquei roendo as unhas kkkkk

ótimo capítulo. Amei! Meus parabéns!!

 



Nome: SaraSouza (Assinado) · Data: 16/05/2018 03:38 · Para: Capítulo 12

hummmmm.... Quero saber tbm Alanna os seus segredos..

Finalmentecuma atitude firme contra esse machista ...

Quero +++



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