Meu corpo no teu por Julieta Adams


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— Aii... Me leva embora, quero brincar com você...

— Quer? - Olhei curiosa com a genialidade dela de me intimidar.

— E eu preciso de te dizer uma coisa... Não fiz ainda dezesseis anos.

— Quinze anos? - Arregalei meus olhos, mas, aquilo não havia me surpreendido tanto.

Peguei com vontade nos seios dela, e os coloquei na minha boca lentamente, enquanto se vestia. Bianca dava um sorriso gostoso, com esse meu fogo ardente por ela.

— Seu fogo é contagiante "mãezinh"... - Riu da ironia que se referiu a mim.

— Menina menina.... - Ri depois de falar no tom sério com ela.

Enquanto se ajeitava, eu me ajeitei e fui pegar a moto....

— Eu vou pilotar agora... - Olhei séria.

— Vai ser gostoso do mesmo jeito... Ficarei grudadinha em você. - Beijou meu pescoço, e olhou pros meus lábios. — Amo essa boca sua, sabia? E essa voz rouca aveludada tua.

Sorri de lado, e dei partida na moto... Acerelerei, pra ver como ela ficaria, e era de se esperar, ficou animadíssima com essa adrenalina toda.

Chegamos rapidamente no rancho. E havia um carro lá, era o do... Ahh não... Do Augusto. Olhei pra ela na hora, quando desliguei a moto.

— Não olha pra mim, eu não liguei pra ele! - Sussurrou emburrada.

— Meus amores, eu estava com saudades de vocês, e resolvi fazer uma surpresa! - Ele veio abraçando nós duas, e a gente com aquele cheiro de sexo, eu principalmente.

Nossos corpos suados, espero que não durma por aqui....

— Nossa que surpresa boa amor... - Sorri forçado, e olhei sem graça pra Bia.

— Estão se conhecendo bastante? - Foi uma pergunta inocente dele, mas, que condenou nós duas, ficamos sem saber o que falar. Bianca se retirou.

— Estamos sim amor, ela está assim, porque... Não conseguiu pilotar a moto.

— Você estava ensinando ela? Uau... Estão bem próximas mesmo então. Mas, eu estou pensando em mandar ela pro exterior, tenho família na Europa.

— NÃO! Não pode fazer isso!

— Não? - Olhou estranhamente com minha rápida resposta. — Você está diferente.

— Tem como eu mudar sua opinião? - Falei num tom de sedução.

— Não sei... Tente... - Cedeu. — Eu vim mais por saudades suas, vontade louca de....

— Ai Augusto não fale essas coisas, não com sua filha aqui conosco.

Íamos entrando, fui preparar o almoço, Bianca estava no quarto, sabe se lá, fazendo o que. Augusto se aproveitou de estarmos sozinhos, e ficou se esfregando em mim, fiquei desconfortável com aquilo, e quando ficou passando a mão também, porém tive que aguentar, pra ele não desconfiar de nada.

— O QUE É ISSO? - Gritou Bianca ao nos vermos naquele clima na cozinha, senti a dor dela no grito. — Que pouca vergonha é essa, Alanna?

— Bianca... Ela e eu somos um casal, por que ficou tão irritada? - Se soltou de mim, e encurralou a filha. — Ela será sua futura madrasta, porque pretendo pedir a mão dela brevemente.

Bianca foi pra cima de mim e quis me atacar... E disse inúmeras vezes. O Augusto que a segurou.

— ODEIO VOCÊS DOIS! ODEIO VOCÊS DOIS! E VOCÊ PAI, NÃO VALE O CHÃO QUE PISA, SEI MUITO BEM QUEM VOCÊ É! - Cuspiu na minha cara e na dele.

— BIANCA, ESPERA! - Tentei ir atrás e Augusto me pega pelo braço.

— O que aconteceu aqui? - Olhei pra mão dele apertando no meu braço — Desculpa é que... Nunca vi Bianca agir assim, nem com minhas outras namoradas.

— Outras... Quantas você teve, ao total? - Coloquei as mãos na cintura, mostrando indignação.

— Não importa... E sim, que estou contigo. Bianca está merecendo uma surra! Ela é uma desequilibrada que nem a vadia da mãe dela! - Ele queria ir atrás dela.

— NÃO VAI BATER NELA! Sou contra qualquer tipo de violência... - Tive que usar a cabeça, pra não acabar me entregando. — Augusto, amor, eu estava tão carente de você...

— Hm. Mas a Bianca... - Comecei a tocar no corpo dele, porém com uma raiva imensa. —  Não, agora não quero isso! Faça algo pra eu comer que já basta... E vai botar um short curtinho pra eu ficar admirando esse rabo gostoso seu.

— Você que manda meu homem gostoso... - Sorri rangendo os dentes, de tanta raiva, não sabia que ele era tão machista assim. E pobrezinha da minha Bianca, preciso aproveitar que vou me trocar, e ver como ela está.

Quando cheguei, estava na minha cama, chorando. Eu passei e tranquei a porta. Pulei em cima dela, e beijei seus ombros.

— Bianca... Você sabe que tive que fazer aquilo... Ele ainda é meu namorado, e é seu pai!

— Não consegui me controlar... Quase estraguei tudo... Eu sou só uma garota, Alanna... Desculpa. - Enxuguei as lágrimas dela, e alisei seu rosto carinhosamente.

— Confia em mim... Vou terminar com ele, Augusto é um babaca! Falou mal da sua mãe.

— Minha mãe odeia a mim, por causa dele.... Tenho certeza de que eu fui feita sem ser planejada.

Pensei, Augusto então é um criminoso, se for mesmo um estupro, o que Bianca está tentando me dizer, acabei de crer, que não conhecemos mesmo ninguém.... Que decepção, ele era pra mim, o cara dos sonhos. Mas pra mim, quem é "o cara" agora, é a filha dele... Estou me afeiçoando demais a ela, não posso deixar isso se aprofundar, não posso!

Notas finais:

Ai... </3



Comentários


Nome: Morena perfeita (Assinado) · Data: 15/05/2018 17:40 · Para: Capitulo 11

Opa! Amei a história. Comecei hoje, e sim, sou daquelas q se tiver 10 capítulos leio até encerrar kkkk...

bom, tenho q dizer uma coisa... Merece meu favoritismos com toda certeza.

por favor continue...

vai um 10inho aí pra vc. Bjs!



Nome: Socorro de Souza (Assinado) · Data: 15/05/2018 11:07 · Para: Capitulo 11

Essa postura da Delegada é um tanto quanto estranha..

e pelo jeito temos segredos sujos por parte do babaca do namorado..

Ferrou !!!



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