Desejo e loucura por Lily Porto


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Agnes

Será que alguém entendeu o que acabou de acontecer aqui? Porque eu ainda estou tentando juntar as informações. Sinceramente, achei que pudesse estar ajudando ao trazer a Lívia até aqui, mas foi ao contrário do que pensei. A Clara surtou, e conheci um lado dela que nem sabia que existia. Mas o que eu estou dizendo, nem conheço a moça direito e já estou chateada pela forma que ela me tratou, guardei o que tinha comprado na geladeira e afastei aqueles pensamentos... deitei e adormeci.

O dia nem bem clareou e eu já estava de pé, não sei porque, mas acordei com uma certa tristeza. Fiz um café forte e fiquei rodando em casa tentando prender minha atenção em alguma coisa, mas não deu certo. Depois que os moveis foram entregues, liguei para o meu avô que gentilmente foi me buscar.

Já na empresa ele me convidou para tomar um café em sua sala, começou a falar alguma coisa que não entendi muito bem, estava dispersa, coisa bem rara de acontecer comigo.

– O que está acontecendo com você hoje?

Pisquei os olhos tentando me concentrar no que ele dizia.

– Desculpa vô, acho que não dormi bem!

– É somente isso?

– Sim, – disse mais para mim que pra ele ouvir – ao menos eu acho.

– O que disse filha?

– Nada! – inspirei fundo, tentando manter a concentração – O senhor ainda vai me acompanhar nas visitas aos vinhedos?

O telefone da sala tocou e ele fez um sinal com a mão para que eu esperasse: – Sim, peça para que entre. Obrigada. – me olhou sorrindo – Me ouso a dizer que o seu dia ficará um pouco melhor.

Fiquei sem entender. Ouvi a porta ser aberta, seguida da voz dela:

– Com licença! Bom dia seu Giovani. Desculpa, não sabia que estava ocupado, sua secretária disse que eu podia entrar.

– Tá tudo bem Lívia, entre e fique a vontade. – indicou a cadeira ao meu lado – Creio que a minha neta possa escutar o que tem a falar comigo.

– Claro! – sorriu me cumprimentando com dois beijinhos no rosto – Tudo bem Ag?

– Sim Liu! – esbocei um sorriso.

– Bom, seu Giovani, vou ser direta. Depois do ocorrido de ontem, os pais da Clara pediram que eu a levasse pra passar ao menos esses 8 dias, que ela estaria em lua de mel, na casa deles. E eu vim saber, se seria possível o senhor me liberar nesses dias também?

Então a Clara ia viajar! Talvez fosse mesmo bom, assim ela descansava um pouco e respirava outros ares, além da empresa. Embora eu ainda não saiba exatamente o que aconteceu, torço muito pra que ela seja feliz. Fiquei imaginando o quão bom seria poder ajuda-la, senti um sorriso bobo se desenhar em meus lábios. Meu avô sorriu de volta, nem sei do que eles falavam mais, me desliguei totalmente da conversa. Voltei a prestar atenção neles quando Lívia beijou meu rosto dizendo:

– Tchau Ag! – me entregou a chave do carro – Obrigada, e desculpa o transtorno ontem a noite! – se dirigiu ao meu avô – Obrigada seu Giovani, pode me ligar quando precisar – apertou a mão dele.

– Tchau Lívia, até mais.

Ela saiu com o celular nas mãos, e ele foi dizendo:

– Onde estava? Agora deu para viajar sem sair do lugar, foi?

– Não entendi!

– Simples, percebi o seu sorriso bobo, enquanto a Lívia falava dos documentos da importação desse mês.

– Desculpa, não prestei atenção a conversa de vocês.

– Você nem precisava dizer! Foi visível isso. – sorriu.

– Então, podemos iniciar as visitas?

– Sim! Mas você dirige, dei o dia de folga ao Silas, o coitado chegou da capital quando eu estava saindo de casa mais cedo.

– Silas estava na capital?

– Sim! Foi levar os pais da Clara!

– Entendi. Podemos ir vô?

Seu telefone tocou novamente, ele atendeu e pediu que esperassem do outro lado da linha, me dizendo:

– Filha, me espera na sua sala. Preciso atender essa ligação.

– Certo vovô.

Já em minha sala, fiquei olhando para o porta retrato que tinha sobre minha mesa, era uma foto minha sozinha em Paris! Quem vai a cidade do amor sozinha? Pois é, eu! E não fui apenas uma vez, fui várias já, gostava de ir quando a dor da saudade se fazia presente em mim, sempre conseguia me reconectar com o mundo e esquecer da Cal. Será esse o motivo da minha falta de concentração hoje? Não é possível!

– Dona Agnes?!

Olhei para a porta buscando contato visual com quem falava, era um rapazinho magrelo, de boné, com um lindo arranjo e uma caixa de bombons nas mãos.

– Sou eu, em que posso ajudar?

Ele caminhou até mim e disse rapidamente: – Isso é para a senhora. Tenha um bom dia.

– Obrigada, igualmente.

Em meio ao lindo arranjo tinha um cartão, foi impossível não sorrir ao lê-lo. Não me dei conta que a porta da sala tinha sido aberta, até escutar:

– Belíssimo gosto! Camélias rosadas, quem quer que tenha mandado o arranjo, quis dizer que você tem grandeza na alma.

Levei um pequeno susto, afinal, me distrai totalmente lendo o cartão.

– Então esse o significado dessas flores?

– Exatamente filha. Quem as mandou?

– A Clara!

Ele arqueou a sobrancelha e disse divertido: – Ótima forma de te agradecer a hospedagem de ontem.

– É sim! Vamos?

– Não vai ligar para a moça agradecendo as flores?

– Não!

– Onde estão os seus modos Agnes? – perguntou em tom de repreensão.

– Vô, ela mandou as flores como pedido de desculpas, e disse que quando voltar a cidade, conversaremos pessoalmente. Não tem porque forçar uma abordagem, vou esperar o tempo dela.

– Desculpas... Vocês brigaram?

– Brigar, não é bem a palavra! Ela apenas se chateou por eu ter levado a Liu até ela ontem, depois que conversei com o senhor.

– Elas são amigas desde a infância, inclusive, há alguns anos seus pais viraram vizinhos de porta, moram no mesmo prédio, um casal de frente ao outro. Porque o desentendimento contigo em razão disso?

– Pelo o que entendi enquanto ela descarregava a sua frustração por ver a Liu ali, ela queria ficar sozinha.

– Mediante aos acontecimentos do dia, é realmente entendível que ela quisesse isso. Mas mesmo assim, é algo estranho. Conheço a Clara a muitos anos, e ela sempre foi uma garota muito gentil.

– Não estou dizendo que ela tenha deixado de ser gentil vovô, apenas se exaltou, e em dado momento disse que não tinha dado o direito de me intrometer em sua vida. O que não deixou de ser uma verdade.

– Você só levou a Lívia até lá? – olhou para o arranjo sobre a mesa franzindo o cenho.

– Sim, nada mais que isso!

Sorriu: – Ela está bem arrependida de ter feito o que fez.

– Talvez! – respirei fundo – Agora vamos, temos um dia longo pela frente.

Fora da empresa visitamos alguns vinhedos que estavam sendo devidamente preparados para a plantação, e outros onde estavam fazendo a colheita. Era disso que eu estava precisando, trabalhar em meio a terra e a plantação. Já tinha esquecido de como era bom visitar os vinhedos em tempo de colheita com o vovô. E só hoje descobri que ele ainda mantem em uso, em um pequeno galpão bem afastado da cidade, o maquinário manual que utilizava quando fundou a vinícola.

– Gostou do passeio? – perguntou enquanto entravamos no Pátrias, para jantar.

– Amei. Porque nunca me disse que ainda guardava aquele maquinário, ou melhor, que ainda o utilizava?

– Queria que visse com seus próprios olhos. Sabia que ver o brilho neles, me faria esquecer todo esse tempo que passou fora do país.

– Ah vô! – disse manhosa beijando e abraçando-o.

– Boa noite senhor! – apertou a mão dele e se dirigiu a mim dizendo: – Senhorita Agnes, como vai?

– Vou bem Cadu! – o abracei sorrindo.

– Sejam bem vindos e fiquem a vontade.

Um garçom apareceu ao seu lado e nos guiou até uma mesa. Sentamos para degustar um delicioso Clos de Torribas suave ao paladar com seu envelhecimento moderado e aroma de carvalho, enquanto esperávamos nosso jantar ficar pronto.

Estava conversando com o vovô sobre a chegada da Kiara, quando senti uma presença ao meu lado. Não era possível que ela ainda não tivesse entendido que a única coisa que queria dela, era distância.

– Boa noite, – disse alegremente – posso me juntar a vocês? – sentou.

Levei uma mão aos cabelos e respirei fundo, meu avô sentado em minha frente sorriu e consentiu com um leve aceno de cabeça que ela se juntasse a nós. Era só o que faltava para mim, pedido de desculpas da Clara no início do dia, e uma abordagem nada forçada da Carolina a noite, aff!

 

Carolina

Estava sem nada interessante para fazer em casa e resolvi dar uma volta, a noite estava agradável, e desperdiça-la ouvindo aquele fedelho falar bobagem, não era bem o que eu queria. E foi uma ideia genial ter vindo ao Pátrias. Acabei de ver a pessoa que pode alegrar totalmente a minha noite.

A passos largos cheguei em sua mesa, nem esperei pela resposta e sentei. Ela parece não ter gostado muito da abordagem, mas seu Giovani, sempre um cavalheiro, sorriu consentindo que me juntasse a eles.

– Aceita uma taça de vinho senhora?

– Claro seu Giovani, obrigada!

Ele fez sinal para um garçom que logo chegou a mesa com uma taça. Aquela parecia ser realmente a minha noite de sorte.

– Que maravilha encontrar vocês aqui. Não gosto de fazer as refeições sozinha.

– Realmente, não é nada agradável. Até hoje não me acostumei – sorriu.

– Entendo seu Giovani. O senhor nunca pensou em casar novamente? – fiz a pergunta para ele, olhando de canto para Agnes ao meu lado, minha vontade era leva-la pra qualquer lugar longe dali, e toma-la em meus braços.

– Não! Deixo isso para vocês, que estão com o vigor da idade.

– E você Agnes, não pensa em casar? – tinha um certo medo da resposta, mas preferi arriscar.

– Nunca tive problemas em fazer refeições sozinha. E não acho que casamento seja só para isso, ter alguém para fazer companhia na hora das refeições.

Ela foi mais direta do que imaginei, mas não ia me deixar abater por suas palavras, como no dia em que ela aqui chegou. Queria saber se ela tinha alguém em sua vida, mas não podia perguntar abertamente. Voltei a insistir, dessa vez com uma abordagem mais sutil.

– Perdão, me expressei de forma errada! – sorri – Perguntei se você não tem vontade de casar, ter filhos quem sabe. Acho que seria uma grande alegria ter crianças em casa – dei um leve tapinha no ombro do seu Giovani.

– Isso com certeza Carolina, seria uma imensa alegria ter um bisneto correndo pelos meus vinhedos. Ensinar a ele tudo o que ensinei ao Henrique e depois a Agnes então, seria um verdadeiro sonho realizado.

– Viu Ag, seu Giovani concorda comigo. As crianças são a alegria de um lar. – disse apenas para alegra-los, afinal, eu detesto crianças.

– E você Carolina, – seu Giovani perguntou completando a minha taça: – Não pensa em ter filhos?

Olha o problema que eu arrumei, mas já tinha a resposta certa para aquela pergunta, sempre que me perguntavam fugia pela tangente.

– Embora eu queira muito, – menti com todas as forças existentes em mim – o Antenor não deseja mais. Alega que a carreira política não dá liberdade para que possa ser totalmente presente na vida de um filho. O senhor sabe, que ele preza muito a carreira. Já conversamos muito sobre isso, e a resposta é sempre a mesma “minha querida, já temos o Luizinho, ele te ama como se fosse a verdadeira mãe, não tem porque termos outro filho a essa altura do campeonato”. – fingi tristeza.

– Não fique assim, – ele gentilmente acariciou minha mão – se hoje em dia já é uma decisão do casal, melhor não insistir.

– Infelizmente precisei aceitar, não seria de bom tom, ir contra as ideias do meu marido. E confesso que depois de um tempo acabei me acostumando, e hoje em dia, apenas vivo e zelo pelo Luizinho. Amo aquele garoto como se eu o tivesse gestado. – sorri. – Mas é nunca que eu gestaria uma criança, estragar meu corpo sem necessidade alguma. Crianças só choram e dão trabalho. Percebi que aquele papo bobo agradava a Agnes e continuei: – E quanto a você Agnes, – segurei sua mão olhando em seus olhos – ainda não nos respondeu se quer ou não, dar um bisneto ao seu Giovani.

Ela me olhou desfazendo o contato de nossas mãos levando a mão ao cabelo, sorri internamente, era perceptível que o contato havia de certa forma, mexido com ela.

– Não é bem o que eu planejo agora. Mas quem sabe em algum momento, eu não resolva adotar uma criança.

– Você já pode ir amadurecendo essa ideia filha, aqui tem um lar adotivo. E se quiser te levo lá amanhã mesmo. – seu avô disse empolgado.

– Não dá vô, amanhã o senhor sabe que já tenho compromisso.

– Pronto, após o seu compromisso, vamos os 3 lá. Garanto que ela vai adorar!

Mas o que é isso, ela, como assim? A esposa estava chegando no outro dia, seria isso? Tentei disfarçar a minha surpresa em meio àquele comentário:

– Seu Giovani está mesmo animado com a possibilidade de ter um bisneto. É Ag, melhor adiantar o processo.

– Ele sabe bem que tudo isso demanda tempo, as coisas não podem acontecer de uma hora pra outra – sorriu.

– Tudo bem, só em ela já pensar na possibilidade, me anima e muito.

– Você voltou definitivamente para o Brasil?

Ela parou sua refeição e me olhou, parecia calcular cada milímetro de expressão em meu rosto, sorriu olhando para o avô, e disse por fim:

– Digamos que sim!

Não sei, mas aquela resposta me pareceu vaga demais, tinha alguma coisa subentendida que não capitei. Será que ela tinha captado o desdém nas minhas palavras na conversa anterior, e agora fazia o mesmo comigo? Pelo sim, e pelo não, preferi insistir na pergunta:

– Como assim? – sorri –Não entendi!

– Não se preocupe. Afinal, porque a vida de uma simples enóloga, interessaria a primeira dama da cidade?!

Ela estava sendo irônica comigo. Que petulância! Se ela queria jogar, assim faria!

– Não é porque sou primeira dama da cidade, que não me preocupo com meus amigos. Ainda mais quando eles passam tanto tempo fora.

– Não precisa se preocupar comigo Cal. Eu sei me cuidar!

– Imagino mesmo que saiba, mas não faz mal algum, me preocupar contigo – passei a mão em sua coxa em um movimento ousado, ela olhou pra minha mão e eu sorri mordendo os lábios. Meu irmão chegou a mesa e ela desfez o contato.

– Senhor e senhoras, – me encarou – foi um prazer tê-los aqui está noite! Seu Giovani, fui informado que o senhor solicitou a conta, mas como é raro o senhor vir até aqui, o jantar de hoje é por minha conta. – sorriu – Por favor, volte mais vezes, é sempre um privilégio para mim ter a sua ilustre presença em meu restaurante.

– Ah, é só para o vovô voltar, não é chefe Carlos Eduardo! Pode deixar, entendi o recado.

– Minha amiga, não sinta ciúmes, mas, assim como para você, os seus avós foram uma grande influência para minha formação. Afinal, foram eles que incentivaram a minha escolha pela Gastronomia.

– A Germana tinha muito orgulho de você, jovem Cadu. Para ela, era como se fosse um neto. Não que para mim não seja, mas você sabe melhor que eu, como ela se sentia em relação a você.

– Assim o senhor me faz chorar seu Giovani – abraçou o senhor a sua frente.

Depois que a Ag saiu da cidade para estudar, meu irmão passou a visitar seus avós todos os dias, chovesse ou fizesse sol, lá estava o Cadu, após o almoço indo para a casa deles, e nesse ritmo aumentou o seu amor, já existente pela Gastronomia. Passava horas com dona Germana aprendendo as várias receitas da sua terra natal que ela ensinava a ele.

Nesse clima harmonioso me despedi do meu irmão e fui para a porta do restaurante, logo a Agnes chegou pedindo ao manobrista o seu carro. Me aproximei dela e disse perto do seu ouvido:

– Vem comigo! Vamos para um motel. Estou louca de desejo por você, e sei, que você também está assim quanto a mim. – passei a mão delicadamente em sua nuca.

Segurou minha mão dizendo séria: – Você só pode tá maluca!

– De forma alguma. Eu estou muito lúcida. – sorri – Vamos, prometo a você que será maravilhoso.

– E eu achando que você poderia ter mudado.

– Eu mudei Ag. Sei bem o que eu quero, e quero você nesse exato momento.

– Vai ficar querendo. – sorriu debochada – Porque de você, eu só quero distância.

– Não faz assim. Não finge que eu não mexo com você. – sussurrei ao seu ouvido – Eu sei que você quer relembrar os velhos tempos, tanto quanto eu.

– Me esqueça Carolina. Você já fez a sua escolha. E eu não fui a escolhida. Com licença – saiu batendo o pé.

Seu Giovani saiu em seguida e se despediu de mim. Ela entrou no carro batendo a porta. Que falta de sensibilidade, eu fui tão gentil e ela com essa grosseria desnecessária. Porque ela tinha que ser assim sempre? Mania de fazer charminho. Quero ver até quando ela vai aguentar fingir que não me quer, e não me deseja.

 

Notas finais:

Um ótimo fds meninas!

Bjs



Comentários


Nome: Tekaxaviers (Assinado) · Data: 05/05/2018 02:08 · Para: Capitulo 11 - Agnes / Carolina: Fingimento em alta!

Agora tá ficando bom, o primeiro ataque de Cal.



Resposta do autor:

Oiie!

E que ataque. A mulher é tensa mesmo.

Se cuida, bjs.



Nome: dannivaladares (Assinado) · Data: 28/04/2018 13:13 · Para: Capitulo 11 - Agnes / Carolina: Fingimento em alta!

L Braun,

Ranço dessa Carolina arg.. . Rs!

O mulher sem noção e sem escrúpulos. Vontade de bater bem no meio da cara. 

 

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Ag tão fofa, tão encantada com Clara e ainda nem sabe, ou sabe e não quer admitir. 

E essa amiga que vai chegar, vai dá o que falar, heim. 

Vou esperar, rs. 

 

Bj,

D. V.



Resposta do autor:

Danni, cuidado... a Cal é perigosa, viu. Não fica por ai ameaçando ela, rsrs.

 

Creio que o encantamento dela é só como pessoa mesmo, e que ainda não tenha se dado conta de que está meio "mexida" com a Clarinha. Quem sabe ela não descubra isso com um auxilio...

Bjs querida.



Nome: Lili (Assinado) · Data: 09/04/2018 20:02 · Para: Capitulo 11 - Agnes / Carolina: Fingimento em alta!

Fala serio essa Cal é uma idiota achando que vai ter tudo de volta assim, depois das merdas que fez quando nova. 



Resposta do autor:

Boa tarde Lili!

Pra Cal, o tempo curou tudo, e não há problemas que a impeça de se fazer presente na vida da Agnes. Triste ilusão a dela, mas ainda tem muita coisa por vir, e quem sabe ela entenda isso de uma vez, ou não.

Se cuida querida, bjs.



Nome: sonhadora (Assinado) · Data: 08/04/2018 23:20 · Para: Capitulo 11 - Agnes / Carolina: Fingimento em alta!

Menina que chata essa Carolina!!!! Agnes precisa logo tomar uma providencia rápida pra ela não atrapalhar tanto sua vida. Quando a Clara vai finalmente acordar? Esperando pelos próximos capítullos e adorando a Agnes!

Beijos de Luz!



Resposta do autor:

Boa tarde Sonhadora. Seja bem vinda por aqui!

Então, a Carolina não tem noção, a Agnes evita a todo custo falar e estar com ela, mas mesmo assim a criatura parece não entender.

A Clarinha tá meio anestesiada ainda por conta do último acontecimento, mas logo as coisas vão se encaixando.

Obrigada por acompanhar a historia, tô adorando a sua. Se cuida querida, bjs!



Nome: Baiana (Assinado) · Data: 08/04/2018 15:10 · Para: Capitulo 11 - Agnes / Carolina: Fingimento em alta!

Rapaz,essa Carolina precisa de uma dose cavalar de simancol,a Agnes só falta colocar um outdoor com letras em neon para que ela perceba a inutilidade das investidas. E por falar em Agnes,acho que no fundo ela nutre um sentimento a mais pela Clara,e pela reação dela ao ver Agnes e Lívia juntas,esse sentimento é recíproco,elas só não se deram conta ainda.

Tenho um palpite que o velho já pescou algo...



Nome: Baiana (Assinado) · Data: 08/04/2018 15:10 · Para: Capitulo 11 - Agnes / Carolina: Fingimento em alta!

Rapaz,essa Carolina precisa de uma dose cavalar de simancol,a Agnes só falta colocar um outdoor com letras em neon para que ela perceba a inutilidade das investidas. E por falar em Agnes,acho que no fundo ela nutre um sentimento a mais pela Clara,e pela reação dela ao ver Agnes e Lívia juntas,esse sentimento é recíproco,elas só não se deram conta ainda.

Tenho um palpite que o velho já pescou algo...



Resposta do autor:

Boa tarde Baiana!

Digamos que a Carolina é um ser humano que luta bastante pelo o que quer, rsrsrs, e infelizmente não mede esforços para conseguir seus objetivos. Ouso dizer que quanto mais a Agnes a repele, ela quer ficar perto.

Interessante analise essa sua sobre a Agnes e a Clara terem um certo sentimento que ainda não se deram conta que existe. O palpite também é interessante, seu Giovani conhece bem a neta... você pode estar certa viu, mas vamos ver isso mais pra frente.

Se cuida querida, bjs.

 



Nome: Pipoca ramos (Assinado) · Data: 08/04/2018 13:57 · Para: Capitulo 11 - Agnes / Carolina: Fingimento em alta!

Essa Carolina é louca só pode,que vontade de dar uns tapas nessa cara sinica dela.

Adorei o capítulo autora bjs volta logo



Resposta do autor:

Boa tarde Pipoca!

A Cal tá meio fora da casinha, né! Viu nada ainda, rsrsrs. 

Ainda bem que vc não ficou verde dessa vez, ufaaa!

Já voltei, cap tá lá já.

Se cuida querida, bjs.



Nome: Mille (Assinado) · Data: 08/04/2018 12:12 · Para: Capitulo 11 - Agnes / Carolina: Fingimento em alta!

Olá Lily

Nos deu um balão sobre como foi a reação da Clara com ex noivo.

Essa Cal parece que tem titica na cabeça, cara de pau convidar a Agnes para o motel por está proposta a Agnes fica de olho aberto que a mulher não mudou nada se tornou pior ainda.

Bjus e até o próximo capítulo 



Resposta do autor:

Boa tarde Mille!

Deixei a curiosidade em alta né, rsrs, mas o cap já tá lá viu, é só conferir como foi a reação da Clarinha com o Alex.

A Cal e as ideias mais improvaveis do mundo andam lado a lado, a mulher é "desbloqueada" como costumamos dizer por aqui, meio louca, mas vai vendo o que ela vai aprontar.

Bjs, se cuida querida.



Nome: mtereza (Assinado) · Data: 08/04/2018 04:39 · Para: Capitulo 11 - Agnes / Carolina: Fingimento em alta!

Mais é cafajeste essa Carolina viu sei não 



Resposta do autor:

Boa tarde Tereza!

A Cal tem umas ideias meio estranhas, e ainda tem muito o que mostrar desse lado cafajeste de ser, rsrsrs, não se assuste!

Bjs querida, se cuida,



Nome: duarte (Assinado) · Data: 08/04/2018 03:44 · Para: Capitulo 11 - Agnes / Carolina: Fingimento em alta!

Ranço dessa Carolina.

Quero saber e da reacao da Clara com o embuste do ex noivo, tomara que ela expulse ele de lá.



Resposta do autor:

Boa tarde Duarte!

A Cal tá "causando" mesmo né! Todo mundo chateado com a primeira dama, rsrsrs, calma moça, ainda tem muita coisa pra ela fazer viu, ops, melhor parar ou então vou falar demais.

Bjs querida, se cuida!



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