Desejo e loucura por Lily Porto


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Notas da história:

Vamos passear pelo universo da realidade e da loucura... serão mundos paralelos na vida dessas três mulheres? Fiquem a vontade para conferir, e descobrir.

 

 

Agnes

Olá, tudo bem? Me chamo Agnes Bartolli, tenho 37 anos, 1,75 m, pele clara, cabelos curtos, magra e olhos verdes. Vim contar pra vocês como eu perdi o amor da minha vida.

Hoje percebo que foi da forma mais simples do mundo, por puro preconceito e medo. Sou descendente de imigrantes italianos, meus avós depois de instalados no Brasil construíram com muito suor a Vinícola Boa Esperança. Isso a praticamente 40 anos, quando eles chegaram aqui ainda jovens.

Fui criada por meus avós desde os cinco anos, quando meus pais morreram num acidente de carro, meu pai era filho único deles, e minha mãe, assim como eu perdeu os pais na infância e fora criada por uma tia que morrera pouco tempo depois que nasci.

Minha família paterna tem como paixão a dedicação a bebida de Baco. Eu, como esse belíssimo homem que está na foto que estou olhando (meu pai, Henrique Bartolli), sou enóloga. Acabei de retornar da Europa, depois de quase 20 anos morando lá.

Fui para fazer uma especialização e me apaixonei pela Itália, lá é magnifico. Como nada me prendia aqui decidi que moraria por lá, ao menos por um tempo. Nesse tempo que morei lá, só vim aqui uma vez, há dez anos atrás, quando vovó Germana faleceu.

Vovô Giovani sempre me visitou durante todo esse tempo, e quando vovó estava viva eles iam juntos. Nunca deixaram de passar um aniversário meu ao meu lado e nem as festas de fim de ano, eles me visitavam no mínimo três vezes por ano. E sempre reclamavam da mesma coisa, “que eu estava deixando passar a melhor fase da minha vida, vivendo apenas para o trabalho”.

Sabem, desilusão amorosa é algo muito complicado, e eu vivi uma, por isso não desejo nem ao meu pior inimigo que passe por algo do tipo.

Como disse, perdi o amor da minha vida por preconceito e medo, mas não foram meus, e sim dela. Na época em que fazia o ensino médio, a Carolina (Cal para os íntimos), era cobiçada por todos os carinhas da escola. Ela era linda, dona de belas curvas, mesmo tendo pouca idade, cabelos ruivos na altura do bumbum, mais baixa que eu, olhos cor de mel e aquelas sardas lindas no rosto.

Na época, além do Carlos Eduardo (Cadu para os amigos), irmão dela, ninguém mais na escola sabia que namorávamos. Até uma semana antes da formatura, quando seus pais nos encontraram nuas dormindo no quarto dela. Sua mãe lhe deu uma surra de dar do na minha frente, enquanto seu pai, mais forte que eu me segurava para que não a defendesse.

Após sessão tortura e a dona Aurora me xingar de tudo quanto foi nome, fui escorraçada de lá, e fui pra casa aos prantos. Na época a cidade era pequena, e o boato se espalhou rapidamente, quase virou um escândalo, mas foi abafado por seu pai, ele era dono de uma loja de moveis muito conhecida na cidade, e tinha lá suas influências.

Fui proibida por ele de me aproximar dela, pouco tempo depois soube que ela estava noiva do maior babaca da cidade, o Antenor, que na escola arrancava suspiros de todas as meninas e era apaixonado pela Cal. Ah, e filho do prefeito da cidade.

Antes mesmo de terminar o ano letivo já esperava o resultado do vestibular, eu e a Carolina prestamos vestibular para a mesma faculdade, só os cursos que eram diferentes, ela prestou vestibular pra Gastronomia e eu para Engenharia Agrônoma. Ambas passamos, mas ela não cursou.

Meus avós sempre aceitaram minha opção, desde que contei a eles com 13 anos que gostava de meninas. E quando contei a eles que estava “namorando” com a Cal me disseram que esse romance poderia não dar certo. Que a família dela só pensava em dinheiro, e na época entre a filha de um vinicultor e o filho do prefeito eles poderiam escolher o segundo.

Eu sorria e os entendia, mas no fundo sabia que o amor da Cal por mim seria mais forte, e que juntas seriamos capazes de enfrentar qualquer que fosse o obstáculo que encontrássemos, até mesmo o preconceito de seus pais.

Triste ilusão de adolescente, uma semana antes da minha partida para a faculdade, com a ajuda do Cadu consegui vê-la, e pedi pra que saísse da cidade comigo, que em pouco menos de um mês estaríamos indo pra faculdade, ela ficaria maior de idade dentro de um mês, que se ela quisesse eu sairia com ela dali naquele momento e jamais voltaria naquela cidade. Que faria de tudo pra que não nos faltasse nada, que no começo poderia ser difícil, mas que com o tempo ajeitaríamos as coisas.

Me lembro como se fosse hoje a frieza, o desdém, e todas as palavras que foram ditas naquela última conversa que tivemos.

*****

– Agnes, você acha mesmo que daríamos certo juntas?

– Cal – segurei suas mãos – nós nos amamos.

Sorriu sarcástica e me olhou dizendo: – Podemos até nos amar, mas amor não enche barriga. Acorda Agnes, meu casamento será em breve.

– O quê, como assim casamento?

– Eu estou noiva do Antenor. Logo seus avós receberão o convite do nosso casamento. Mas sinceramente, eu espero que você não apareça por lá. Não quero ninguém comentando o incidente trágico que aconteceu em minha casa naquele dia.

– Incidente trágico, é assim que você denomina a nossa tarde de amor?

– Nossa o que Agnes? – gargalhou debochada – Para com isso, éramos amigas curiosas matando os nossos desejos, apenas isso.

Entre lágrimas falei: – Eu te amo Cal, vem embora comigo. Eu perdoo toda essa baboseira que você tá dizendo, sei que aquela surra que sua mãe lhe deu deve doer até hoje, mas eu te prometo meu amor, jamais ela encostará um dedo em você novamente. Vamos embora daqui, vamos estudar, casar, ter filhos, ser felizes juntas. Vem comigo, vem, por favor. – supliquei entre soluços.

– Já disse Agnes, não vou a lugar nenhum com você, – desfez o contato de nossas mãos – meu lugar é aqui, ao lado do meu futuro marido, e em breve quem sabe até não serei a primeira dama da cidade! O sonho acabou, a gente precisa enfrentar a realidade agora, chega de fantasias.

Olhei pra ela incrédula, era duro demais acreditar em tudo o que dizia, a menina doce com a qual passei várias tardes daquele último ano tinha dado lugar a uma garota esnobe, arrogante e fútil que nem a mãe.

– Você está que nem sua mãe Carolina, logo como ela, você malmente pisará no chão, sua esnobe sem caráter.

Ela desferiu uma bofetada no meu rosto que doeu muito, mas não mais que a dor que invadiu meu coração. E saiu dali pisando firme. Me deixando aos prantos.

Cadu, que estava na frente do casebre onde estávamos, fazendo a segurança, entrou correndo a minha procura, me encontrou com a mão no rosto cobrindo o local onde ela havia batido e chorando muito. Ele me abraçou e tentou me acalmar, dizendo que não reconhecia mais a irmã, que a mãe vivia enchendo a cabeça dela de coisas fúteis ultimamente.

Prometi a ele naquele momento que sua irmã havia morrido pra mim, que a partir dali ela passaria a ser um nada na minha vida.

*****

Mas a gente não manda no coração, e infelizmente até hoje eu não consegui esquecer aquela mulher. Voltei para o Brasil a pedido do meu avô, a vinícola cresceu e ganhou fama internacional. Ele passou anos tentando me convencer de que “era um desperdício tendo a neta como uma das enólogas mais conceituadas da Europa, nunca ter trabalhado na vinícola que um dia seria dela”.

A pouco mais de um ano comecei a amadurecer a ideia de voltar ao Brasil, ao menos por uma temporada, fazer uma produção de vinho do início ao fim e voltar para casa, pois sim, eu considero a Itália a minha casa.

E aqui estou eu, como costumam dizer por aqui “de mala e cuia” conhecendo as novas instalações da Vinícola Boa Esperança, ao lado do meu querido avô. Estamos na loja da vinícola degustando um belíssimo vinho e olhando umas fotos, meu celular tocou e pedi licença para atender.

Quando saia do local alguém esbarrou em mim, e como podem estar imaginando tomei um banho de vinho, e como desgraça nunca vem sozinha, a blusa que estou vestida é branca. Respirei fundo e contei até dez para não insultar a pessoa que fez o favor de me sujar.

Ao olhar pra frente para ver de quem se tratava o desastrado, encontrei uma moça com seus 27 anos aproximadamente, dona de lindas pernas e de um corpo escultural, vestindo um conjuntinho desses de executiva, com saia preta e blusa rosa, exibindo um decote moderado, em cima de um belo par de saltos pretos e um óculos de grau que deu o toque final a todo o charme dela.

– Desculpa senhora. Estava com pressa e nem percebi que estava na minha frente. – ela falava passando um guardanapo sobre minha blusa.

– Tudo bem. – fiz sinal com a mão para que parasse – Não se preocupe, eu limpo.

– Vejo que já se conheceram. – meu avô encostou onde estávamos segurando sua taça e sorrindo. – Desaprendeu a beber meu amor? Que desperdício derramar esse maravilhoso bordô na blusa!

– Seu Giovani, a culpa não foi dela, foi minha. Vim avisá-lo que sua neta está na vinícola a sua procura e acabei esbarrando na moça. Minha secretária só me avisou agora, e como estamos esperando a enóloga, desculpa o atraso em lhe dar tal informação. Mas liguei para o seu celular e foi direto para a caixa postal.

A moça parecia nervosa ao falar. Olhei pro meu avô e sorrimos cumplices. Quando cheguei ele não estava em sua sala, e avistei uma moça no corredor que me disse que ele poderia estar na fábrica que ficava no andar térreo do prédio. E segui pra lá sem avisar que era a enóloga que eles esperavam.

– Calma Clara, tudo está resolvido. – pôs a mão em meu ombro ainda sorrindo – Te apresento Agnes Bartolli, minha neta e a enóloga que esperávamos. Querida, esta é Clara Vidal, a nossa administradora.

Sorri para ela e estendi a mão em sinal de cumprimento, ela levou as mãos a boca e abafou um grito. Ficou pálida e séria, achei que ela fosse cair ali mesmo.

– Antes de ir embora os habitantes dessa cidade eram mais educados, não se responde mais um cumprimento aqui vovô? – falei sorrindo para a belíssima moça que continuava pálida na minha frente.

Ela saiu do transe e apertou minha mão. Daí desatou a falar sem parar. Segurei delicadamente seus ombros e olhei em seus olhos dizendo.

– Moça, está tudo bem. Foi só uma taça de vinho. Eu tenho algumas peças na mala, trocarei já.

– O que posso fazer pra mudar essa má impressão que teve de mim? Perdão. O dia hoje está muito cheio, estamos com muitos problemas lá em cima.

– Quem sabe uma taça de vinho depois do expediente? Mas nada de derramar em mim, tá! – brinquei tentando amenizar a tensão dela.

– Clara, porque você não senta conosco e come alguma coisa, ou bebe um suco talvez? Essa transação internacional vai acabar lhe deixando sem cabelos. Meu amigo Carlos só deixou que você viesse trabalhar aqui com a condição de que eu tomasse conta de você. E não posso mandar pra ele a filha careca.

Ela sorriu e deixou ser guiada por meu avô até a mesa que ocupávamos antes, enquanto fui trocar de blusa. A garota só sossegou depois que deixei a blusa suja de vinho em suas mãos, que em seguida providenciou um funcionário da empresa pra leva-la até a lavanderia. Ficamos ali conversando distraidamente até a porta da loja ser aberta por ninguém menos que Carolina Marques, que fiquei sabendo que era primeira dama da cidade agora.

 

Notas finais:

Primeiro cap com a visão da Agnes, logo teremos novas narrações!

Obrigada pela companhia.

Bjs.



Comentários


Nome: Tekaxaviers (Assinado) · Data: 04/05/2018 18:06 · Para: Capitulo 1 - Agnes: Relembrando o passado

Gostei do início, vamos aos  próximos capítulos. 



Resposta do autor:

Boa noite, Teka! Seja bem vinda por aqui.

Fico feliz em saber que gostou do início, e vamos que vamos.

Se cuida querida, bjs.



Nome: valadaresdanni (Assinado) · Data: 22/04/2018 15:01 · Para: Capitulo 1 - Agnes: Relembrando o passado

Começando novamente. 

Gosto muito! 

 

Att,

D. V.



Resposta do autor:

Boa tarde, Danni.

Seja bem vinda novamente.

Obrigada pela companhia.

Bjs querida, se cuida.

 



Nome: Lili (Assinado) · Data: 18/04/2018 15:20 · Para: Capitulo 1 - Agnes: Relembrando o passado

Vamos ver, mas se aceitou já ser levada ao médico o resto é consequência.



Resposta do autor:

Gostei da sua visãoo ampla, xará. Mas digamos, que isso vá demorar um pouquinho ainda, rsrs.

Se cuida querida, bjs.



Nome: Alcy (Assinado) · Data: 29/03/2018 09:13 · Para: Capitulo 1 - Agnes: Relembrando o passado

Mais rapaz,

Suspense no ar?



Resposta do autor:

Bom dia Alcy, tudo bem?

Então, aconteceu alguma coisa ai neah... mas amanhã a gente descobre o que aconteceu, tá!

Bjs querida, se cuida.



Nome: Pipoca ramos (Assinado) · Data: 25/03/2018 23:12 · Para: Capitulo 1 - Agnes: Relembrando o passado

Oii autora*-* passando aqui pra deixar um oi e dizer que vc arrasou nesse primeiro capítulo já deixou com vontade de quero mais.

Já tô chipando Clara  e Agnes *-* 

Não gostei nenhum pouco dessa cal (ficando verde aqui)

Lili sucesso nesse novo projeto que eu sei que será tão maravilhoso quanto os outros.

Bjs,

Pipoca ramos 



Resposta do autor:

Boa noite Pipoca, tudo bem? Seja bem vinda por aqui.

Então quer dizer que você gostou da Agnes e da Clara, e não gostou da primeira dama (tadinha, foi rejeitada, kkkkkkk).

Obrigada por me dizer o que achou do capitulo e por estar acompanhando a história.

Muitissimo obrigada também pelos elogios.

Ahhh, e não fica verde não moça, tem muita coisa pra acontecer ainda. Segura o verdinho ai, rsrsrs.

Bjs querida, se cuida.



Nome: Pricilex (Assinado) · Data: 15/03/2018 13:29 · Para: Capitulo 1 - Agnes: Relembrando o passado

Bixa passada com essa história, louca pelo 5 cap. N demore tá sensacional, curiosa e na espectativa. Quero saber quantos vc posta por semana.



Resposta do autor:

Oie Pri! Tudo bem? Seja bem vinda por aqui.

Segura um pouquinho essa ansiedade, mais tarde sai o cap 5.

Então, postarei duas vezes por semana, e sempre que for possível postarei um cap extra.

Obrigada pela companhia querida.

Bjs, se cuida.



Nome: patty-321 (Assinado) · Data: 11/03/2018 01:10 · Para: Capitulo 1 - Agnes: Relembrando o passado

Oi cara lily. Comecando a leitura de mais um conto maravilhoso seu, com certeza. Já gostei muito da Agnes. Bjs



Resposta do autor:

Oiie Patty! Como vai?

Seja bem vinda por aqui, a Agnes é realmente uma mulher de fibra. 

É sempre um grande prazer ter a sua companhia nas minhas histórias.

Bjs.



Nome: darque (Assinado) · Data: 08/03/2018 21:32 · Para: Capitulo 1 - Agnes: Relembrando o passado

Olá Lilly!

O seu forte é nos surpreender e causar essa querencia de proximos capitulos rsrsrsr.

Como tira gosto o novo trabalho está aprovadissimo! Kkkkk por favor nos presenteia com o banquete desta promessa de obra esplendorosa!

Te esperamos, não demore!

Bjs

 



Resposta do autor:

Oie Darque, como vai?

Uma surpresa de vez em quando é bom né, nos deixa com aquele gostinho de saber o que vem depois.. rsrs.

Então, daqui a pouco tem cap novo no ar, e veremos como as coisas vão se desenrolar.

Obrigada pelos elogios, e pelo apoio sempre querida.

Bjs, se cuida.



Nome: Mille (Assinado) · Data: 08/03/2018 21:23 · Para: Capitulo 1 - Agnes: Relembrando o passado

Oi Lily 

Adorei este início. E poxa logo no primeiro capítulo a Agnes terá que engolir a presença da ex.

Bjus e até o próximo capítulo 



Resposta do autor:

Oie Mille, tudo bem?

Então, esse encontro foi meio que inevitável, mas acho que a Agnes não está tão disposta assim a dar espaço a Cal não viu. Já já tem cap, e saberemos como foi esse encontro.

Obrigada pelo apoio querida, se cuida, bjs.

 



Nome: Bia Ramos (Assinado) · Data: 08/03/2018 20:31 · Para: Capitulo 1 - Agnes: Relembrando o passado

Oiie Autora!! 

Passando por aqui para deixar a minha impressão, posso? :P

Um começo intenso néh, já começou com altos e baixos que nos deixam curiosos quanto ao enredo... Uma mistura bem interessante essa de Realidade e Loucura... Estou ansiosa para os próximos caps...

Mas, vou confessar... Essa Cal para os íntimos aí não me inspira confiança... Cá entre nós, to achando que não vou gostar dela viu... Minha intuição está apitando... hehehe

Sucesso nessa nova etapa Lily... Certamente esse será mais uma grande obra sua...

Estamos aqui na torcida... E bora pro ------------------------------> Proximo!! 

Bjs, 

Bia



Resposta do autor:

Oie autora! Tudo bem?

Sabe que a sua impressão é sempre importante, né! Fica a vontade sempre que quiser aparecer.

Confesso que a ideia dessa mistura foi mesmo pra "sacudir" um pouquinho as coisas. Daqui a pouco a gente diminue a sua ansiedade com um novo cap.

Oxente, já cismou com a Cal? Sério! Poxa, rsrs, digamos que ela seja uma pessoa intrigante. Logo saberemos se a sua intuição lhe deu um bom aviso quanto a ela.

Com tantos elogios assim você me deixa sem graça, hehe. Para disso viu.

Obrigada por ter passado pra me dizer o que achou e pelo apoio sempre. 

Bjs meu bem, se cuida.

 



Nome: Alcy (Assinado) · Data: 08/03/2018 18:47 · Para: Capitulo 1 - Agnes: Relembrando o passado

Surpreendente!



Resposta do autor:

Oie Alcy, tudo bem?

A Agnes nos deixa com essa sensação de surpresa mesmo, rs.

Obrigada por comentar.

Bjs querida, se cuida.

 



Nome: Paloma Lacerda (Assinado) · Data: 08/03/2018 14:50 · Para: Capitulo 1 - Agnes: Relembrando o passado

Oi, autora.

Seu romance começou muito bem... Já estou na expectativa por outros pontos de vista. Parabéns!!!

Bjs



Resposta do autor:

Olá Paloma, tudo bem?

Caramba, é uma alegria te ver por aqui, li as duas histórias que tem pulicada aqui no site. 

Obrigada pelo incentivo, logo mais postarei outro cap e com um novo ponto de vista.

Se cuida querida, bjs!



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