Deleite por becardine


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Nossos olhares cruzavam-se com uma certa frequência, junto com alguns sorrisos sugestivos e contidos, afinal estávamos acompanhadas. No mínimo, isso seria bem errado. Ela estava com o namorado e eu com um amigo do trabalho, que conhecia o casal. Não lembro o motivo de estarmos sentados com eles. Depois de algum tempo conversando, chegou outras pessoas e o quarteto virou um grupo com aproximadamente nove pessoas, algumas conhecidas para eles e outras apenas estavam ali de acompanhantes, assim como eu. Tentei enturmar-me o quanto conseguia e olhava vez ou outra para a moça em minha frente. Tinha os cabelos loiros claros em um corte despojado até os ombros, os olhos grandes e claros, sua boca tinha uma cor que clamava por beijos. Mordisquei o lábio inferior automaticamente, imaginando nossas bocas grudadas, aqueles lábios divagando em meu corpo… Suspirei quando encarei aqueles olhos, abrindo um sorriso para mim. As pessoas ali já começavam com sinais de excesso de álcool, conversavam alto e riam descontroladamente. Agradeci, pois assim ninguém iria reparar no quanto estava desejando aquela loira.

Seu namorado insistia em tocá-la a cada cinco minutos, com beijos e carícias. Mentalmente, eu desejava tomá-la em meus braços. O gemido daquela mulher deveria ser uma delícia, concluir isso depois de ouvir sua risada. Meu amigo falava alguma coisa em seu ouvido e ela não desgrudava os olhos dos meus, seu sorriso era largo e soltava algumas gargalhadas contidas. Comecei uma batalha interna, entre tentar e ir embora. Meu celular começou a tocar, era Juliana, minha namorada. Ou ex namorada, não sabia ao certo. Para mim era bem simples, mas ela insistia em complicar.

- Fugindo de alguém? - Arrepiei inteira ao ouvir aquela voz tão próxima de meu ouvido. Ela puxou uma cadeira para juntar-se a mim. Encarei seus olhos que ficavam ainda mais lindos de perto, corri os olhos por seus lábios… Senti minha boca secar. Mordi um sorriso, desviando meus olhos para sua face.

- Você não faz ideia. - Sorri, desligando meu celular.

- Não fomos devidamente apresentadas… - Ela esticou a mão. Toquei-a e senti meu corpo ferver. - Mariana. - Seu olhar parecia me devorar por inteira, senti-me totalmente exposta.

- Eduarda.

Conversamos mais um pouco sobre coisas bobas. Soltamos algumas indiretas, trocamos sorrisos e olhares cheios de desejos. Ela não disfarçava, o que me fez entrar em seu jogo. Afinal, a comprometida era ela ali.

- Não sei se consigo mais disfarçar a vontade que estou em beijar sua boca. - Falei baixo, próximo ao seu ouvido. Notei que ela mordeu o lábio inferior em um sorriso.

- Estou com essa vontade desde a hora que você se sentou nessa mesa. - Estava totalmente explícito nosso flerte, o que só fazia aumentar meu tesão por aquela mulher. As pessoas ao nosso redor ainda conversavam alto e bebiam, no lugar em que estávamos era parcialmente escuro, facilitando esse clima entre nós passar despercebido. A sensação do proibido era inebriante. Imaginei situações diversas do que poderia fazer com Mariana. Notei de soslaio suas coxas à mostra e a vontade de tocá-las foi inevitável. Puxei minha cadeira um pouco mais para frente, de maneira que as pessoas ao nosso redor não notassem o que estava pretendendo fazer. Ela me olhou com cara de dúvida que foi logo sanada ao sentir minha mão acariciando suas coxas. Sua face ruborizou e seu sorriso tomou uma forma mais sacana, tinha certeza que seus olhos haviam sidos tomados de desejo, assim como os meus. Ela lentamente abriu um pouco mais suas pernas, dando passagem para minha mão. Senti minha intimidade encharcada. Apertei sua coxa esquerda com toda força que consegui, ela não imaginava o quanto estava mexendo comigo fazendo isso. O namorado dela estava vindo em nossa direção quando puxei minha mão, ele disse algo em seu ouvido que entendi ser um aviso de ida ao banheiro, quando saiu em direção ao mesmo. Ela virou-se para minha direção com aquele sorriso safado. - Achei que iria sentir o quanto me deixou molhada. - Falou baixo, mas a sensação foi de que ela havia gritado em meu ouvido. Senti um arrepio percorrer todo meu corpo. Meu estômago deu um pulo.

- Você fica brincando, garota… Não começa o que sabe que não pode terminar.

- Só não vou terminar se você não quiser, Eduarda… - Ela aproximou-se da minha orelha. - Você vai ter que apagar o fogo que deixou em meu corpo. - O suspiro dela saiu embriagado de desejo.

- E como faremos isso? - Joguei os olhos discretamente para seu namorado que voltava do banheiro, nitidamente bêbado.

- Podemos começar com você me acompanhando até o banheiro. - De onde surgiu essa mulher? Ela levantou-se indo na frente, parando apenas para falar com seu namorado. Ele tentou beijá-la, porém ela desviou educadamente. Levantei-me para ir em seu encontro, mas meu amigo me puxou pelo braço quando ia passando.

- Amiga, estou indo embora… - Ele já estava um pouco alto. - Arrumei uma companhia. - Sorriu olhando na direção de um homem que também estava no grupo. Nos despedimos brevemente e ele partiu. Olhei ao redor para certificar que Mariana ainda não tinha voltado e andei o mais rápido que conseguia. Ela estava de saída quando alcancei a porta. Não, não poderia perder essa oportunidade. Puxei-a pelo braço para dentro do banheiro, fechando a porta em seguida.

- Onde você pensa que vai? - Pressionei o corpo dela na primeira parede que encontrei. Sussurrei em seu ouvido. - Eu quero sentir você.

- Eduarda… - Ela praticamente gemeu e minha intimidade pulsou. - Preciso voltar… agora! - Pressionei minha coxa esquerda em seu sexo. Ela estava deliciosamente molhada, sentia a umidade em minha pele. Puxei seu cabelo com certa força, deixando seu pescoço a mostra. Deslizei minha língua até sua clavícula, voltando distribuindo beijos gulosos e pequenos chupões, sem chances de deixar marcas. Soltei-a antes que fosse tarde demais. Ela saiu apressada, enquanto tentava voltar minha respiração ao normal. Depois de alguns minutos voltei para a roda. Meu amigo já havia ido embora, o que me obrigava a tomar o caminho de casa também. Afinal, eu não conhecia ninguém ali. Olhei em volta procurando-a, logo nossos olhares encontraram-se. Recebi um sorriso cheio de luxúria e junto uma piscadela disfarçada. Depois de alguns longos minutos, as pessoas começaram a ir embora e Mariana havia sumido, ela e o namorado. Provavelmente eles haviam ido embora, o que fez-me frustrar. Despedi de alguns que ainda restavam, com a certeza que eles não lembrariam. Caminhei a passos lentos até o estacionamento, até alguns minutos mais cedo minha noite parecia ter rumos mais interessantes que esse. Apertei o alarme do meu carro, recordando-me onde havia estacionado.

- Agora sou eu quem te pergunta: onde você pensa que vai? - Meu estômago pulou novamente ao ouvir aquela voz rouca. Ela recostou-se sobre meu carro. Olhando-me com puro desejo, sorri sentindo meu sangue fervendo outra vez. Caminhei em sua direção, decidida a tomá-la em meus braços. Colei nossos corpos, olhando o mais profundo possível em seus olhos. Segurei sua coxa, elevando-a o suficiente para encaixar-me entre suas pernas. Ela mordeu o lábio em um sorriso e gemeu baixo com a pressão. - Mostra-me quem manda, Eduarda. - Seus olhos faiscavam em desejo latente. Ela iria deixar-me louca.

- Você é muito safada, Mariana. - Tomei seu pescoço em beijos e lambidelas novamente. - Você quer dá para mim aqui? - Minha voz estava carregada de desejo. Nunca tinha feito isso. Ela cravou suas unhas na minha cintura ao terminar a frase, meu gemido saiu em um misto de dor e prazer. Muito mais por prazer, na verdade.

- Faz-me sua aqui mesmo, Eduarda. Não aguento mais de tesão. - Com a mão livre, passeei pelo corpo dela, apertando seus seios sobre o vestido, sua barriga, suas nádegas. - E eu ainda nem te beijei… - Só nessa hora percebi que não havíamos nos beijado. Fiquei louca com a sensação, imagina depois de beija-la? Tinha certeza que iria gozar sem ela sequer me tocar. Vozes se aproximavam de onde estávamos. Sons de carros destravando, inclusive o que estava ao lado do meu. Suspirei. Abri a porta de trás e pedi que ela entrasse, por sorte meus vidros laterais eram escuros e o local não era tão iluminado assim. Adentrei ao carro e Mariana estava sensualmente deitada em meu banco traseiro. - Você só vai me tirar daqui quando puder fazer-me sua, sem pessoas para atrapalhar.

- Você pode ficar fora quanto tempo? - O fato de ela ter um namorado não mudou, então precisava saber até onde poderia levá-la. Ela sorriu, balançando a cabeça.

- O tempo que você quiser. - Ela piscou.

- Então você não volta para casa hoje. - Dei partida no carro, ainda sem saber ao certo onde poderíamos ir. Ela pulou para o banco da frente, encarando-me. Suas coxas estavam ainda mais a mostra. Agradeci ao sinal que ficou vermelho antes que eu passasse, permitindo que eu a olhasse direito. Seu corpo era sarado, na medida certa. Sua boca era provocativa, os olhos eram lindos. Decidi onde queria levá-la, poderia ser arriscado, mas precisava ter lembranças dessa noite excitante em meus lençóis. - Vou te levar para minha casa.

- Você só precisa ter certeza de que vou poder beijar cada parte do seu corpo sem ninguém me atrapalhar. - Senti minha coxa sendo apertada com força. - Você está me deixando louca! Nunca senti tanto tensão ao mesmo tempo.

- Você sabe que é uma tentação, não sabe? - Demoraríamos uns 25 minutos até minha casa. - Não tem ideia do quanto estou molhada. Eu quero muito beijar sua boca. Juro que se passarmos por algum motel, ficaremos por lá.

- Calma, meu bem. - Ela aproximou-se, sussurrando. - Vai beijar e ainda vai me foder bem gostoso, enquanto me ouve gemendo bem safada. - Achei que iria perder o controle do carro quando ela gemeu no meu ouvido.

- De onde você surgiu? – Ela ficou o caminho todo me provocando, com palavras, com as mãos. Sabia muito bem o que estava fazendo. Enfim adentrei à minha garagem.

Não tive nem tempo de pensar em Juliana ou em quem quer que fosse, a vontade que sentia em possuir aquela mulher era muito maior. Quando, enfim, senti seus lábios colados aos meus, achei que fosse desfalecer. Ela tinha audácia e uma pegada de tirar o fôlego. Não entendo como não havia gozado ainda, meu sexo pulsava, meu estômago dava cambalhotas. Empurrei-a sobre uma mesa, colando nossos corpos logo em seguida. Aquilo não era nada parecido com qualquer coisa que já havia feito na vida. Abri suas pernas para ter mais contato entre elas, nossas bocas não se desgrudavam. Nossas línguas dançavam sensualmente, tentando a todo custo tomar o controle. Nossas mãos exploravam nossos corpos, tirando todas as peças que impediam de o contato ficar mais íntimo. Mariana era mais gostosa ainda sem nenhuma peça de roupa. Carreguei-a, entrelaçando suas pernas em minha cintura. Não pude deixar de notar quão molhada ela estava, enquanto meu líquido escorria entre minhas pernas. Mariana chupava meu pescoço sem pudor algum, suas unhas passeavam firmes por minhas costas, tinha certeza que ficaria marcado e isso pouco me importava no momento. Eu queria suas marcas em mim. Ela gemia e dizia palavras desconexas, obscenas. Cai sobre ela quando chegamos em minha cama, afundando em seu pescoço com beijos e mordidas, a lateral de seu corpo serviu para extravasar todo o tesão que estava sentindo, apertava e arranhava demonstrando todo meu desejo. Quando ela tomou meu lugar e sentou-se sobre meu sexo, rebolando, fui à loucura. Gemia alto, acompanhada pelos seus gemidos e palavreado indecente. O atrito dos nossos corpos aumentou, tentando estreitar mais a distância dos nossos sexos. Agarrei-a pelo pescoço com certa força, precisava olhar nos olhos dela quando chegasse ao ápice. Sua feição estava totalmente alterada, tomada pelo desejo que estávamos sentindo. Explodimos, ao mesmo tempo, em um gozo enlouquecedor, ela gemia gostoso, alto. Seus seios subiam e desciam em uma respiração desgovernada, senti meus músculos relaxados. Minhas pernas tremiam, mas meu corpo queria mais.

- Eu quero sentir seu gosto… - Disse, deitando-a.

- Quero sentir você… - Estava focada em seus seios, chupando-os, quando ela puxou meus cabelos, fazendo com que olhasse para ela. - Dentro de mim… - Gemi ao ouvir aquilo. Queria transar para sempre com aquela mulher. Penetrei-a com força, sem desviar os olhos dela.

- É assim que você gosta? – As expressões dela eram deliciosas de assistir. Estocava-a fundo, apertando seu mamilo em minha mão livre. Seu corpo dava sinais de que estava chegando em seu limite, mas queria torturá-la. Fui parando devagar, sorri ao vê-la indignada.

- Não para! – Tirei meus dedos de dentro dela, levando-os imediatamente para minha boca, chupando-os provocante, olhando-a. Ela gemeu.

- Seu gosto é maravilhoso, Mariana. – Silabei seu nome. Peguei-a pela nuca, puxando seu cabelo. – Você vai gozar na minha boca. – Beijei sua boca com robustidão. Joguei-a na cama, caindo de boca em sua intimidade. Ela praticamente gritou meu nome. Chupava todo a extensão do seu sexo, dando leves chupões em seu clitóris e penetrando-a com a língua. Pouco tempo depois de alternar entre um e outro, seu corpo começou com os espasmos. Seus gemidos se intensificaram, os gritos de prazer ficaram mais altos, suas pernas criaram uma luta entre ficarem abertas e fechadas; tudo isso só fazia com que eu ficasse mais molhada, se é que fosse possível.

- E-eduar... – Seu corpo se debateu e ela nem conseguiu completar meu nome. Meus lábios ficaram encharcados com seu gozo. – Vem aqui... – Ela me puxou para um beijo gostoso, urgente e ao mesmo tempo calmo, sua respiração ainda estava descompassada.

Ficamos por longas horas nos conhecendo, aproveitando e dando prazer uma a outra. Mariana tinha uma boca maravilhosa, perdi a conta de quantas vezes havia gozado, seus dedos penetravam-me com maestria.

- Foi o sexo mais intenso da minha vida! – Ela disse assim que caímos uma ao lado da outra. – Que maravilhoso.

- Você que é maravilhosa! – Falei, ficando de lado para apreciar seu corpo nu. Passeei minha mão por seu corpo levemente, fazendo-a se arrepiar. Provoquei-a um pouco mais, beijei aquela boca maravilhosa até que adormecemos.

 

Acordei antes dela, fiz minha higiene e fui verificar a casa. Suspirei aliviada por estar deserta. Preparei um café simples para Mariana, queria fazer com que ela jamais se esquecesse do que aconteceu.

- Bom dia! – Disse sentando ao lado dela que quase dormia novamente. Beijei seus lábios. – Trouxe um café.

- Só mais cinco minutos? – Ela sorriu e aconchegou-se na cama. – Ainda não recuperei minhas forças.

- Toma o café que recupera, - Passei a mão por suas costas. – quero mais do seu corpo.

- Hm... Gostei disso. – Depois de enrolar mais um pouco, ela levantou, fez sua higiene e tomamos nosso café. Não pude deixar de reparar o quanto ela era linda.

- Quer tomar um banho?

- Com você. – Peguei-a no colo até o banheiro. – Eduarda... Desse jeito eu vou acabar me apaixonando. – Juliana veio em minha mente na hora, nós nunca tivemos nada parecido e estávamos com dois anos de “namoro”.

- E não é essa a intenção? – Brinquei. Estava curiosa para saber como ela havia escapado do namorado.

- Não! – Ela disse quase em um grito, que me fez cair na risada enquanto ligava o chuveiro.

- Posso te fazer uma pergunta? – Ela assentiu, ainda rindo. – Como escapou do seu namorado? Aliás, são duas perguntas. – Tinha a questão de ela ficar com mulheres. – Você faz isso com frequência?

- “Isso” você quer dizer ficar com mulheres? – Afirmei com a cabeça. – Não. Desde que comecei a namorar com o Tiago e isso faz cinco anos. – Ela sorriu, abaixando a cabeça. – Foi uma loucura, eu sei. Mas a culpa é sua! – Ela jogou água em mim.

- Minha??? Você quem me seduziu! – Empurrei-a de leve pelo ombro.

- Claro que a culpa é sua... – Ela disse, aproximando-se. – Você e essa sua beleza.... Essa boca grande... – Ela passeou os dedos por meus lábios. – Esses olhos verdes. – Entrelacei meus braços em sua cintura. – Quando vi essa ruiva, alta e ainda gostosa chegando... – Ela suspirou. – Foi inevitável te desejar. – Beijei-a com desejo, acendendo nossos corpos. O nosso banho acabou na cama. Mordidas, lambidas, arranhões, palavras obscenas, sussurros, gemidos, puxões de cabelo e até tapas. Gozamos deliciosamente.

 

Mariana acabou me contando que o namorado havia ido embora com um primo por estar muito bêbado e que ele a convenceu de ficar para aproveitar mais. Eles, na verdade, estavam noivos e o casamento seria para daqui poucos meses. Contei a ela sobre Juliana e quanto nossa relação era complicada. O que não era mentira, nosso namoro se resumia em brigas e reconciliações, Juliana insistia no tal do “tempo” por qualquer coisa e eu aceitava, sem saber porque. Naquele momento estávamos dando um “tempo”. Conversamos bastante, ela ligou para o namorado, avisando que estava na casa de uma amiga, fazendo com que tivéssemos o dia inteiro juntas.

 

 

E foi assim, conversamos, rimos, transamos e ela foi embora. Sem promessas, sem compromisso. Sem intenção de mudarmos qualquer coisa em nossas vidas.   

Nome: Loui138 (Assinado) · Data: 11/01/2018 02:02 · Para: Capitulo Único

Menina! Dá continuidade nesse conto pq ficou muito bom. 



Nome: patty-321 (Assinado) · Data: 05/02/2017 01:27 · Para: Capitulo Único
Amei.show de conto. Escrita excelente. Vc poderia continuar com a estória. Como sou romântica, quero um lindo amor com dramas e emoção. Kkkk. Pensa aí. Bjs

Resposta do autor:

Oi, Patty! 

Fico muito feliz que tenha gostado! Obrigada pelo carinho. 

Com certeza vou pensar, provavelmente continue, depois de finalizar um outro projeto. 

Beijos!!! 



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